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    • com malfeitores e/ou por aprovar o erro deles. (Compare com Salmo 50:18, 21.) Os que permanecem na simbólica cidade de “Babilônia, a Grande”, por conseguinte, ‘recebem parte das suas pragas’. (Rev. 18:2, 4-8) Um cristão, por associar-se com alguém que abandona o ensino de Cristo, ou até mesmo por ‘cumprimentá-lo’, torna-se “partícipe das suas obras iníquas”. — 2 João 9-11; compare com Tito 3:10, 11.

      Paulo avisou a Timóteo para que não fosse “partícipe dos pecados de outros”. (1 Tim. 5:22) As palavras precedentes de Paulo quanto a ‘nunca pôr as mãos apressadamente sobre nenhum homem’ precisam referir-se à autoridade que fora concedida a Timóteo de designar “anciãos” ou “superintendentes” nas congregações. Ele não devia nomear um homem recém-convertido, pois este poderia ficar enfunado de orgulho; caso Timóteo deixasse de acatar este conselho, ele assumiria, razoavelmente, uma parcela da responsabilidade por quaisquer erros que tal pessoa cometesse. — 1 Tim. 3:6.

      Toda uma nação podia-se tomar culpada de pecado perante Deus, à base dos princípios acima. — Pro. 14:34.

      OS PECADOS CONTRA OS HOMENS E CONTRA DEUS E CRISTO

      Visto que somente Deus é o padrão de justiça e de bondade, os pecados cometidos contra os humanos não são falhas em ajustar-se à ‘imagem e à semelhança’ de tais pessoas, mas são uma falha de respeitar ou de cuidar dos seus legítimos e corretos interesses, assim cometendo-se uma ofensa contra elas, causando-lhes danos injustos. (Juí. 11:12, 13, 27; 1 Sam. 19:4, 5; 20:1; 26:21; Jer. 37:18; 2 Cor. 11:7) Jesus delineou os princípios orientadores a seguir quando se observasse outrem pecar. (Mat. 18:15-17) Mesmo que o irmão duma pessoa pecasse contra ela setenta e sete vezes, ou sete vezes num único dia, tal ofensor devia ser perdoado se, ao ser censurado, mostrasse arrependimento. (Mat. 18:21, 22; Luc. 17:3, 4; compare com 1 Pedro 4:8.) Pedro fala dos servos domésticos como sendo esbofeteados por pecados cometidos contra seus amos. (1 Ped. 2:18-20) Um indivíduo pode pecar contra a autoridade constituída por deixar de lhe mostrar o devido respeito. Paulo se declarou inocente de qualquer pecado “contra a Lei dos judeus, [ou] contra o templo, [ou] contra César”. — Atos 25:8.

      Os pecados contra os humanos, todavia, são também pecados contra o Criador, ao qual os homens terão de prestar contas. (Rom. 14:10, 12; Efé. 6:5-9; Heb. 13:17) Deus, que impediu que Abimeleque tivesse relações sexuais com Sara, disse àquele rei filisteu: “Também te refreei de pecar contra mim.” (Gên. 20:1-7) José reconhecia, similarmente, que o adultério era um pecado contra o Criador o homem e da mulher, e o Formador da união matrimonial (Gên. 39:7-9), assim como também o fez o Rei Davi. (2 Sam. 12:13; Sal. 51:4) Pecados tais como o roubo, a fraude ou a apropriação indébita da propriedade de outrem, são classificados na Lei como ‘comportamento infiel para com Jeová’. (Lev. 6:2-4; Núm. 5:6-8) Os que endureciam o coração e eram pães-duros para com seus irmãos pobres, e os que retinham o salário dos trabalhadores, ficavam sujeitos à reprovação divina. (Deut. 15:7-10; 24:14, 15; compare com Provérbios 14:31; Amós 5:12.) Samuel declarou ser ‘inconcebível da sua parte pecar contra Jeová por deixar de orar’ a favor de seus co-israelitas, e segundo o pedido deles. — 1 Sam. 12:19-23.

      Assim, ao passo que todos os pecados, em realidade, são pecados contra Deus, Jeová considera alguns pecados como sendo mais diretamente contra a Sua própria pessoa, tais como a idolatria (Êxo. 20:2-5; 2 Reis 22:17), a falta de fé (Rom. 14:22, 23; Heb. 10:37, 38; 12:1), o desrespeito pelas coisas (Núm. 18:22, 23), e todas as formas de adoração falsa. (Osé. 8:11-14) É sem dúvida por causa disso que o sacerdote Eli disse a seus filhos, que desrespeitavam o tabernáculo e o serviço de Deus, que “se um homem pecar contra um homem, Deus arbitrará por ele [compare com 1 Reis 8:31, 32]; mas se o homem pecar contra Jeová, quem é que vai orar por ele?” — 1 Sam.2:22-25; compare com Vv. 12-17.

      Pecar contra o próprio corpo

      Ao avisar sobre a fornicação, Paulo declara que “todo outro pecado que o homem possa cometer é fora de seu corpo, mas quem pratica fornicação está pecando contra o seu próprio corpo”. (1 Cor. 6:18) A fornicação, em seu sentido amplo, inclui o adultério. (Veja FORNICAÇÃO.) O contexto mostra que Paulo estava ressaltando que os cristãos deviam unir-se a seu Senhor e Cabeça, Cristo Jesus. (Vv. 13-15) O fornicador, de forma errada e pecaminosa, torna-se uma só carne com a outra pessoa (amiúde de uma meretriz). (Vv. 16-18) Visto que nenhum outro pecado pode assim separar o corpo do cristão da união com Cristo e fazer com que se torne “um só” com outrem, é evidentemente por isso que todos os demais pecados são considerados como sendo ‘fora do corpo’. A fornicação também pode resultar em danos irreparáveis para o corpo do próprio fornicador.

      PECADOS COMETIDOS POR ANJOS

      Visto que os filhos espirituais de Deus devem também refletir a glória de Deus e trazer-lhe louvor, cumprindo a Sua vontade (Sal. 148:1, 2; 103:20, 21), eles podem pecar no mesmo sentido básico que os humanos. Mostra 2 Pedro 2:4 que alguns filhos espirituais de Deus deveras pecaram, sendo ‘entregues a covas de profunda escuridão, sendo reservados para o julgamento’. Evidentemente 1 Pedro 3:19, 20 se refere à mesma situação, ao falar dos “espíritos em prisão, os quais outrora tinham sido desobedientes, quando a paciência de Deus esperava nos dias de Noé”. E Judas 6 indica que o ‘errar o alvo’ ou pecar, por parte de tais criaturas espirituais, deu-se por que “não conservaram a sua posição original, mas abandonaram a sua própria moradia correta”, tal moradia correta logicamente se referindo aos céus da presença de Deus.

      Uma vez que o sacrifício de Jesus Cristo não abrange nenhuma provisão para cobrir os pecados das criaturas espirituais, não existe nenhuma razão para se crer que os pecados de tais anjos desobedientes fossem perdoáveis. (Heb. 2:14-17) Semelhante a Adão, eram criaturas perfeitas, não tendo nenhuma fraqueza inata que pudesse ser considerada como fator atenuante em se julgar o erro delas. — Veja ARREPENDIMENTO; PERDÃO; RECONCILIAÇÃO; RESGATE (REDENÇÃO).

      EVITAR O PECADO

      O amor a Deus e o amor ao próximo são os principais meios de se evitar o pecado, que é agir contra a lei, pois o amor é uma qualidade notável de Deus; ele fez do amor o alicerce de sua Lei para Israel. (Mat. 22:37-40; Rom. 13:8-11) Desta forma, o cristão pode, não alienar-se de Deus, mas ficar em jubilosa união com Ele e com seu Filho. (1 João 1:3; 3:1-11, 24; 4:16) Tais pessoas se submetem à orientação do espírito santo de Deus e podem ‘viver quanto ao espírito, do ponto de vista de Deus’, desistindo dos pecados (1 Ped. 4:1-6) e produzindo, os frutos justos do espírito de Deus, em lugar dos frutos iníquos da carne pecaminosa. (Gál. 5:16-26) Podem, assim, obter sua libertação do domínio do pecado. — Rom. 6:12-22.

      Tendo fé na segura recompensa de Deus pela justiça (Heb. 11:1, 6), a pessoa pode resistir ao convite do pecado para compartilhar do seu usufruto temporário. (Heb. 11:24-26) Conhecendo ser impossível fugir da regra de que “o que homem semear, isso também ceifará”, uma vez que “de Deus não se mofa”, a pessoa se vê protegida dos enganos do pecado. (Gál. 6:7  8) Ela compreende que não é possível ocultar para sempre os pecados (1 Tim. 5:24) e que, “embora o pecador faça o mal cem vezes e continue por longo tempo conforme quiser”, todavia, “resultará em bem para os que temem o verdadeiro Deus”, mas que isto não sucederá com o iníquo que não teme a Deus. (Ecl. 8:11-13; compare com Números 32:23; Provérbios 23:17, 18.) Quaisquer riquezas materiais que os iníquos possam ter obtido não lhes comprará a proteção de Deus (Sof. 1:17, 18), e, deveras, com o tempo, as riquezas do pecador resultarão ser “algo entesourado para o justo”. (Pro. 13:21, 22; Ecl. 2:26) Os que, pela fé, se empenham pela justiça, podem evitar levar a “carga pesada”, a perda da paz mental e de coração, a fraqueza da doença espiritual, que o pecado acarreta. — Sal. 38:3-6, 18; 41:4.

      O conhecimento da palavra de Deus constitui a base de tal fé, e o meio de fortalecê-la. (Sal. 119:11; compare com 106:7.) A pessoa que age precipitadamente sem primeiro procurar conhecer o caminho a seguir, ‘errará o alvo’, pecando. (Pro. 19:2) Discernir que “um único pecador pode destruir a muito bem” faz com que a pessoa justa procure agir com genuína sabedoria. (Compare com Eclesiastes 9:18; 10:1-4.) É um proceder sábio evitar más associações com os que praticam a adoração falsa, com as pessoas de inclinações imorais, pois tais associações enredam a pessoa a pecar e corrompem hábitos úteis. — Êxo. 23:33; Nee. 13:25, 26; Sal. 26:9-11; Pro. 1:10-19; Ecl. 7:26; 1 Cor. 15:33, 34.

      Há, certamente, muitas coisas que podem ser feitas ou não, ou que podem ser feitas de um modo ou de outro, sem qualquer condenação de pecado. (Compare com 1 Coríntios 7:27, 28.) Deus não quis envolver o homem em infindáveis instruções que governassem cada mínimo pormenor de como as coisas deviam ser feitas. Evidentemente, o homem devia utilizar a sua inteligência, e também dispunha de amplo grau de liberdade para demonstrar sua personalidade e suas preferências individuais. O pacto da Lei continha muitos regulamentos; todavia, nem mesmo isto privou os homens de sua liberdade de expressão pessoal. O cristianismo, com sua forte ênfase ao amor a Deus e ao próximo como regra orientadora, permite similarmente aos homens a mais ampla liberdade que a pessoa de coração justo poderia desejar. — Compare com Mateus 22:37-40; Romanos 8:21.

  • Pecaías
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    • PECAÍAS

      [Jeová abriu os olhos]. Rei de Israel, em Samaria, e filho e sucessor de Menaém. Seu curto reinado de dois anos (c. 780-778 AEC) foi assinalado pela mesma adoração idólatra do bezerro introduzida por Jeroboão e permitida por Menaém. Peca, o ajudante-de-ordens de Pecaías, conspirou contra ele, matou-o e começou a reinar no lugar dele. — 2 Reis 15:22-26.

  • Pecode
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    • PECODE

      [voltar a atenção, trazer punição]. Pelo visto, este era o nome duma área na vizinhança da cidade de Babilônia. Os homens de Pecode achavam-se entre os que deviam ser incluídos nas forças militares destinadas a executar o julgamento de Jeová contra a infiel Jerusalém. (Eze. 23:4, 22-26) Mais tarde, a própria Pecode devia ser condenada à destruição. — Jer. 50:21.

      Pecode é, em geral, identificada com a Puqudu das inscrições assírias. A “Inscrição de Nimrud”, de Tiglate-Pileser III, indica que Pecode foi anexada ao Império Assírio e se localizava nas proximidades do Elão. Assim sendo, caso seja corretamente identificada com Puqudu, parece que Pecode se localizava a E do Tigre, e ao N da confluência desse rio com o Carque.

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