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  • Protegidos pela fé e esperança
    A Sentinela — 1975 | 15 de julho
    • mortos, é muito mais preciosa do que alguns anos de vida agora. Protege-nos contra pormos em perigo nossa oportunidade de obter tal vida eterna. Isto foi o que a fé fez para os homens da antiguidade; sobre eles relata o livro bíblico de Hebreus: “Foram torturados porque não queriam aceitar um livramento por meio de algum resgate [alguma transigência no que era direito], a fim de que pudessem alcançar uma ressurreição melhor.” — Heb. 11:35.

      24. O que foi Jesus Cristo habilitado a suportar por ele ter fé?

      24 Foi a fé inabalável na capacidade de Jeová ressuscitá-lo e recompensá-lo que também habilitou Jesus Cristo a manter perfeita integridade. Pense só no que ele suportou. Foi ultrajado, esbofeteado, socado, cuspiram nele, açoitaram-no, e, finalmente, foi pregado numa estaca para morrer como a pior espécie de criminoso. Contudo, Jesus Cristo nunca vacilou. Não perdeu de vista a recompensa. Que exemplo fortalecedor da fé ele deu para nós! Conforme o expressa Hebreus 12:2, 3: “Pela alegria que se lhe apresentou, ele aturou uma estaca de tortura, desprezando a vergonha, e se tem assentado à direita do trono de Deus. Deveras, considerai de perto aquele que aturou tal conversa contrária da parte de pecadores contra os próprios interesses deles, para que não vos canseis nem desfaleçais nas vossas almas.”

      25. Que benefícios se derivam de se viver em harmonia com a verdade de que esta vida não é tudo o que há?

      25 Deveras, esta vida não é tudo o que há. Viver em harmonia com este fato resulta em evitarmos a vida vã e vazia de pessoas materialistas. Nem mesmo a possibilidade da morte pode diminuir nossa alegria de viver agora e fazer com que encaremos o futuro com desespero e incerteza. Graças a Deus, por tornar possível que os que sinceramente buscam a verdade tenham uma esperança sólida e uma fé firme!

  • Sigamos um modo de vida satisfatório
    A Sentinela — 1975 | 15 de julho
    • Sigamos um modo de vida satisfatório

      1. Por que é que milhões de pessoas hoje não tiram verdadeira satisfação da vida?

      UM VASTO número dos habitantes da terra não tira verdadeira satisfação da vida. Muitos são escravizados por causa dos ensinos da religião falsa a respeito da morte e dos mortos. Outros entregam-se a sentimentos de desespero e desalento. Muitos milhões de pessoas estão em necessidade desesperada de libertação, para que possam começar a seguir um modo de vida realmente satisfatório. Considere o seguinte:

      2-4. Como foram os membros de religiões não-cristãs afetados pelas crenças a respeito dos mortos?

      2 Milhões de pessoas na maior parte da Ásia e em partes da África crêem que em toda a sua vida têm de prestar homenagem aos antepassados mortos. Diante de tabuinhas de seus antepassados falecidos, queimam incenso, oram, colocam flores e até mesmo oferecem alimentos. Por que fazem isso, Foi-lhes ensinado que tal veneração ajudará os mortos a usufruir uma existência agradável na próxima vida e impedirá que se tornem espíritos hostis.

      3 Especialmente com relação ao luto e aos funerais é que os sobreviventes fazem empenhos dispendiosos para ajudar os falecidos. Há lugares no Oriente onde casas de papel e outros objetos de papel, custando centenas e às vezes milhares de cruzeiros, são queimados para ajudar os espíritos dos mortos.

      4 A crença num purgatório é a base desta prática. Após a morte da pessoa, segundo se crê, o espírito dela perambula num purgatório por dois anos, mas precisa de ajuda para entrar no céu. As oferendas feitas na forma de objetos de papel destinam-se a mostrar que o homem falecido levou uma boa vida e tem tudo o necessário para atuar no mundo seguinte. Muitos orientais crêem que por tais meios seu espírito fique mais cedo livre do purgatório.

      5. O que fizeram muitos na cristandade na esperança de reduzir seu próprio tempo ou o tempo de seus entes queridos no purgatório?

      5 É diferente na cristandade? Realmente não. Durante séculos, tanto ricos como pobres têm pago enormes somas de dinheiro às organizações religiosas, na esperança de reduzir o seu próprio tempo e o dos seus entes queridos no purgatório. Com respeito a tais práticas, o autor Corliss Lamont, no seu livro A Ilusão da Imortalidade, em inglês, observa:

      “Desde o princípio da Idade Média, a Igreja Católica obteve, só por meio da concessão de indulgências, enormes somas tanto de ricos como de pobres. Estas indulgências, concedidas em troca de pagamentos de dinheiro, esmolas ou outras espécies de oferendas, provêem que a alma da própria pessoa ou a alma dum parente ou amigo falecido seja poupada inteiramente ou em parte à sua destinada punição no purgatório. . . . Na Rússia, a Igreja Ortodoxa acumulou enorme riqueza por meio de intercessões similares a favor dos mortos. Além da renda constante proveniente de operários e lavradores ansiosos de aliviar a retribuição divina, muitos membros da nobreza e da classe superior dotaram mosteiros e igrejas sob a condição de que se fizessem orações diárias a favor das almas de seus defuntos.” — Pág. 17, 18.

      6. Que conceito formam muitos sobre o que os mortos podem fazer aos vivos?

      6 É também ampla a crença de que os vivos precisam ser protegidos contra os mortos. Em muitas partes da África, quando a doença ataca uma família, quando morre um filho, quando um negócio fracassa ou ocorre qualquer outro infortúnio, a pessoa consulta depressa um sacerdote de juju (feiticeiro). O sacerdote costuma dizer-lhe que um membro falecido da família foi ofendido. Consulta-se o oráculo e prescrevem-se sacrifícios. Naturalmente, o sacerdote cobra muito dinheiro por isso. Recebe também a carne do animal ofertado em sacrifício.

      7, 8. O que revela a Bíblia a respeito da condição dos mortos?

      7 A verdade da Palavra de Deus liberta de tais falsidades escravizadoras. A Bíblia mostra claramente que a alma morre e que nada sobrevive ao corpo para continuar uma existência consciente. (Eze. 18:4, 20) Não há motivo para temer os mortos. Eclesiastes 9:6 diz a respeito deles: “Seu amor, e seu ódio, e seu ciúme já pereceram, e por tempo indefinido eles não têm mais parte em nada do que se terá de fazer debaixo do sol.”

      8 Por motivos similares, os mortos não podem ser ajudados pelos vivos. Voltaram ao pó sem vida. (Gên. 3:19; Sal. 104:29) Estando sem vida, inconscientes, simplesmente não podem estar num lugar de tormento permanente ou temporário. A Palavra de Deus diz claramente em Romanos 6:7: “Aquele que morreu foi absolvido do seu pecado.” Isto não se daria se continuasse a ser punido após a morte pelos seus pecados. Em vez de ser absolvido, ainda estaria pagando pelos seus pecados.

      9, 10. Que admissão fazem os teólogos da cristandade a respeito da alma humana, o inferno e o purgatório?

      9 Os eruditos da cristandade sabem o que a Bíblia ensina sobre a condição dos mortos. Admitem na sua literatura teológica que as Escrituras não ensinam a imortalidade da alma humana e que esta e outras doutrinas são produto da filosofia grega pagã. “A teologia cristã”, escreveu o Professor Douglas T. Holden, “ficou tão fundida com a filosofia grega, que criou pessoas que são uma mistura

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