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  • É a verdadeira felicidade um sonho impossível?
    Despertai! — 1978 | 8 de janeiro
    • em especial os jovens. Um psicólogo infantil da Universidade de Washington, EUA, calcula que a criança estadunidense mediana já viu 18.000 homicídios na televisão quando chega a formar-se do segundo ciclo! Isso certamente não ajudará a criar o espírito de felicidade nas mentes juvenis.

      Bem, então, pode-se esperar que haja verdadeira felicidade num mundo em que milhões são mortos, em cada geração, pelas guerras, assassínios e acidentes, em que o crime aumenta vertiginosamente, em que os ódios raciais e nacionais persistem, e em que a doença, a velhice e a morte sobrevêm a todos? É a felicidade uma possibilidade realística agora, ou poderá alguma vez vir a sê-la no futuro?

      Embora pareça estranho no hodierno mundo atribulado, a resposta a tais indagações é Sim. Certa medida de genuína felicidade é possível até mesmo agora, e a felicidade total pode ser uma realidade no futuro. Mas, como? Onde? Sob que condições?

  • Como se pode obter genuína felicidade?
    Despertai! — 1978 | 8 de janeiro
    • Como se pode obter genuína felicidade?

      Quais São os Ingredientes Básicos Para a Felicidade Agora?

      É POSSÍVEL obter-se boa medida de genuína felicidade agora, e, com certeza, muito maior felicidade no futuro próximo.

      Não se trata de algum devaneio. Baseia-se naquilo que já é uma realidade, hoje, na vida de muitas centenas de milhares de pessoas em todo o mundo, e também naquilo que o futuro definitivamente reserva para a humanidade.

      Quais são os ingredientes básicos para a felicidade agora? As respostas podem variar muito, dependendo de quem tece a observação. Por exemplo, alguns acham que não existe nenhum mal, e, assim, imaginam poder achar alegria em quase tudo. Mas, trata-se de uma autodelusão, visto que há muitas coisas neste mundo que são péssimas.

      Alguns vão ao outro extremo. Dificilmente acham algo bom em qualquer coisa ou alguém; por isso, não há razão para felicidade. Têm quase a mesma perspectiva que o antigo poeta grego, Sófocles, que disse: “Não considere nenhum homem feliz, exceto o que está morto.”

      Mas tais conceitos são extremados. Em algum lugar do meio há um conceito equilibrado do que conduz à felicidade. E, em geral, a maioria das autoridades no assunto concordam quanto a diversos ingredientes básicos que são grandemente necessários.

      Todavia, ao mesmo tempo, quase todos esses observadores ignoram o ingrediente mais importante para a felicidade! E, quando este é ignorado, as outras partes começam a falhar com o tempo.

      Primeiro, observemos alguns fatores básicos que podem contribuir para uma vida mais feliz até mesmo agora, neste mundo atribulado. Daí, identifiquemos o ingrediente mais importante do que qualquer outro, e vejamos como se relaciona a uma felicidade muito maior no futuro.

      Ter Apreço Pelo Que Temos

      Por certo, em nossa vida diária, confronta-nos muita coisa que é ruim. Mas, inversamente, há coisas pelas quais podemos ser gratos, coisas que nos trazem alguma felicidade, se apenas tomarmos tempo para refletir sobre elas.

      Um modo simples em que poderíamos apreciar melhor que podemos usufruir certa medida de felicidade agora é considerar as alternativas. Quase todos nós podemos imaginar alguma tragédia que diminuiria a felicidade que gozamos neste momento. Sendo assim, isso significa que deveras usufruímos certa medida de felicidade agora, sem que tais tragédias tenham acontecido. Assim, ao passo que talvez não nos sintamos muito felizes com nossa situação na vida, isso nos ajuda a compreender que usualmente estamos em melhor situação do que imaginávamos.

      Ter apreço pelo que temos certamente incluiria o apreço pela própria vida. Ao passo que talvez tenha muitos problemas que podem ser deprimentes, ainda assim prefere estar vivo a estar morto, não prefere? Apenas as pessoas mentalmente desequilibradas cometem suicídio. Sim, a vida é “agradável”, e apegamo-nos a ela ao máximo possível.

      A alternativa da vida é a morte, na qual não se goza coisa alguma. Como diz a Bíblia: “Os mortos, porém, não estão cônscios de absolutamente nada.” (Ecl. 9:5) É por isso que o versículo anterior observa: “Melhor está o cão vivo do que o leão morto.” (Ecl. 9:4) Estar vivo, e ser humano, é muito superior a ser uma pedra, ou uma árvore, ou um animal — ou estar morto. Podemos ficar felizes de que estamos vivos como humanos, se apenas tomarmos o tempo para refletir sobre isso.

      Também, com o ponto de vista correto, muitas das coisas simples da vida podem dar-nos maior felicidade. Um agradável dia ensolarado é uma delícia. Também o é a criação natural, tais como as árvores, flores, animais, montanhas, rios e lagos. Até mesmo numa cidade apinhada, há dias lindos que podemos usufruir e áreas agradáveis que podem constituir uma fonte de refrigério.

      É dotado de visão? Alguns não são, sendo cegos. Pergunte a um cego se ficaria feliz de ver restaurada sua visão! Ou, feche os olhos por um instante e tente executar suas tarefas diárias. Apreciará melhor quão preciosa dádiva é sua visão.

      O mesmo ocorre com os sentidos do paladar e do olfato. Talvez tenha comido certo prato favorito por centenas de vezes em sua vida, mas, quando sente o cheiro de que está sendo preparado de novo, fica feliz.

      Sim, fomos feitos de tal modo que jamais nos cansamos das coisas realmente boas da vida. Se ‘contarmos nossas bênçãos’, nós as apreciaremos mais, e seremos mais felizes.

      Prazer no Trabalho

      A felicidade exige atividade. Ficaremos mais contentes com a vida se tivermos algo útil a fazer. O trabalho realmente é uma bênção para nós.

      Ao passo que talvez pareça desejável não ter de trabalhar de forma alguma, isso realmente não acontece. Se tudo fosse, de algum modo, feito milagrosamente para nós, a vida seria incrivelmente enfadonha. A razão é que fomos feitos para vicejar na quantidade adequada de atividade.

      Ao passo que o trabalho que realiza talvez pareça desinteressante ou sem importância, não contribui o mesmo para sua existência — para pagar suas contas? Então ele lhe é importante. E é importante para a sociedade em geral, pois se todas as tarefas aparentemente rotineiras ou “enfadonhas” fossem eliminadas, por quanto tempo poderia a sociedade continuar a funcionar?

      Na verdade, seu trabalho talvez não seja tão desejável quanto o de outrem. Mas quase sempre faz alguma contribuição, não só para o seu próprio bem-estar, mas também o de outros. Se o encarar dessa forma, poderá derivar alguma satisfação em tentar realizar bem o seu trabalho. Como a carta

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