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  • O identificador “sinal” dos nossos tempos
    Despertai! — 1974 | 22 de abril
    • A predita “ANGÚSTIA DAS NAÇÕES” já chegou. Os líderes mundiais obviamente não ‘sabem o que fazer’ para resolver os prementes problemas e manifestam crescente confusão. Cada vez mais pessoas mergulham em empreendimentos materialistas, procurando fechar os olhos à evidência de que o mundo ruma para o desastre.

      Sim, talvez a evidência mais forte de todas, de que estamos agora no predito tempo crítico, seja observada nas próprias pessoas. Compare estas palavras do apóstolo inspirado com o que o leitor mesmo observa hoje:

      “Fica ciente, aliás, de que nos últimos dias virão momentos difíceis. Os homens, com efeito, serão egoístas, amigos do dinheiro, pretensiosos, soberbos, detratores rebeldes para com os pais, ingratos, ímpios, sem afeição, sem espírito de união, caluniadores, intemperantes, rudes, inimigos do bem, traidores, insolentes, cegos de orgulho, mais amigos dos prazeres que de Deus; conservando aparência de piedade, mas renegando sua verdadeira força. — 2 Tim. 3:1-5, “Liga de Estudos Bíblicos”, editora Herder.

      Por certo, aquelas palavras se enquadram na geração que vive na terra desde 1914 como em nenhuma outra geração da história. Nem devíamos esperar uma inversão dessa tendência. Antes, podemos estar certos de que, como avisa esta mesma profecia, tais pessoas “progredirão no mal cada vez mais, enganando e sendo enganados”. — 2 Tim. 3:13, Herder.

      O que nossos próprios olhos vêem e nossos próprios ouvidos ouvem dá testemunho a nós de que vivemos nos “últimos dias”. Últimos dias do quê? Não os últimos dias desta terra, nem de toda a humanidade, mas os últimos dias para a presente ordem mundial e todos os que a preferem e que continuam com ela em seu proceder para o abismo.

      O profético sinal identificador de nossos tempos, portanto, acha-se visível em toda a terra. Os fatos que explicitamente o cumprem estão bem à nossa frente. Surgiram exatamente no tempo predito, e da forma predita. Os líderes mundiais não conseguem explicar por que o mundo se acha em seu atual curso atribulado ou exatamente para onde leva a todos. Por que, então, não considera seriamente a esclarecedora visão que a Bíblia fornece do que se acha logo adiante de nós?

  • Poderá sobreviver à vindoura colisão
    Despertai! — 1974 | 22 de abril
    • Poderá sobreviver à vindoura colisão

      O MUNDO caminha em acelerada velocidade para a colisão — colisão esta que em breve destroçará por completo a atual ordem mundial. Todavia, haverá sobreviventes dessa colisão, e eles continuarão a viver numa nova ordem mundial.

      Virá tal destroçamento duma guerra nuclear total? ou dum desastre ecológico global? ou dum colapso financeiro internacional? Não, nenhum desses perigos atuais será a causa da violenta colisão. Isto se torna certo segundo a fonte que predisse com exatidão o atual curso dos eventos mundiais, a saber, a Bíblia, a inspirada Palavra de Deus.

      As condições que previu já surgiram, atingindo-nos, ameaçando-nos, tornando-se cada dia mais complexas e aflitivas. Por certo, então, não devemos fechar os olhos ao que mostra essa Palavra profética que está logo adiante.

      Segundo a Bíblia, a vindoura colisão será um choque entre governos — mas não apenas outra guerra entre nações. O choque se dá devido à questão do domínio mundial. Os contendedores são, de um lado, todos os governos humanos da terra inteira e, do outro lado, o próprio governo de Deus, seu reino prometido por seu Filho, Cristo Jesus. Sobre tal governo e os nossos tempos, o inspirado profeta há muito escreveu:

      “Nos dias daqueles reis o Deus do céu estabelecerá um reino que jamais será arruinado. E o próprio reino não passará a qualquer outro povo. Esmiuçará e porá termo a todos estes reinos, e ele mesmo ficará estabelecido por tempo indefinido.” — Dan. 2:44.

      Mas, por que deve haver tal colisão? Por que tem de resultar no destroçamento completo da inteira ordem mundial da atualidade? O que se seguirá?

      Por Que É Inevitável a Colisão

      A situação é bem parecida à dum homem que é dono de lindo terreno. Permite que outros morem nesse terreno, gratuitamente, até mesmo fornecendo-lhes suas necessidades básicas, permitindo que usem todas as coisas que o terreno produza em seu próprio benefício. Corretamente espera deles, contudo, que usem o terreno de modo apropriado, não com intuitos criminosos ou imorais; que o mantenham limpo e trabalhem para seu aprimoramento. Sim, tendo tais pessoas aceito a generosidade dele, ele espera corretamente que sejam gratas por terem os interesses dele na mente e no coração.

      O que aconteceria, então, se tais pessoas continuamente transformassem o terreno numa lixeira virtual, empenhando-se em lutas amargas e em violência sanguinolenta, junto com conduta lasciva? E, quando o dono lhes enviasse representantes para instar com elas que corrigissem seu proceder, elas maltratassem tais porta-vozes, até mesmo matando alguns deles? Deveria o dono permitir que continuassem a usar o terreno? Ou deveria expulsá-las, à força, se necessário? Se deixasse que elas continuassem ali, não partilharia da responsabilidade pela conduta corrompida delas? Poderia seu nome manter boa reputação perante outros, e poderia ele merecer o respeito dos outros se deixasse de agir?

      Esta é a situação que agora existe. Esta terra, vista das regiões áridas da lua, foi descrita pelos astronautas como linda “jóia no espaço”. Tudo que o homem conseguiu aprender sobre o universo testifica que este planeta é ímpar — seus maravilhosos sistemas e condições de vida são corretamente descritos pelos cientistas como “miraculosos”. A terra, obviamente, tem um Criador e Dono, e a Bíblia identifica a tal como sendo Jeová Deus, “aquele que fez o céu e a terra, o mar e tudo o que neles há, aquele que mantém a veracidade por tempo indefinido”. — Sal. 146:5, 6

      Pela tolerância de Deus, os homens imperfeitos dominam esta terra segundo sua própria vontade na maior parte dos 6.000 anos até agora. Deus tem permitido que cheguem até o limite em seus esforços de realizar seus planos e satisfazer suas ambições. O que mostra o registro que edificaram até agora?

      Mostra que os homens usaram com torpeza a terra e ignoraram ou voluntariamente rejeitaram a vontade de Deus relativa à terra. Na verdade, muitos deles oraram: “Seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu.” Todavia, os fatos mostram que a humanidade em geral assumiu, não só o proceder de independência para com Deus, mas também o proceder de desafio para com Ele e para com seus propósitos anunciados para com a terra. Mas, como pode ser isso, quando se presta tanta adoração religiosa a ele, por parte de tantos milhões em toda a terra?

      Base Para a Expulsão

      As palavras do inspirado apóstolo Paulo bem descrevem a situação, ao dizer: “Declaram publicamente que conhecem a Deus, mas repudiam-no pelas suas obras.” — Tito 1:16.

      Sim, a evidência mostra que grande parte da religião do mundo tem sido hipócrita. Tremenda quantidade de sangue humano macula a terra, e grande parte dele foi derramado em nome da religião. A violência e a crueldade das várias Cruzadas, da Guerra dos Trinta Anos, da Inquisição espanhola, constituem História. Assim como histórico é o apoio religioso dado às nações beligerantes na Primeira e na Segunda Guerra Mundiais — os clérigos de lados opostos instando com seus exércitos nacionais a que continuassem a matança mútua, com as garantias do favor de Deus. Conforme declara um artigo na revista católica St. Anthony Messenger, de maio de 1973:

      “As igrejas cristãs amiúde transmitem a impressão de que abençoarão qualquer guerra ou aventura em que os líderes do estado decidam lançar-se.”

      A taxa de mortes do século vinte, e os milhões de mortos, moveram os editores de certa revista inglesa a afirmar que tal matança constitui ‘uma denúncia contra o direito de nossa própria espécie ocupar este setor do universo’. Sim, a destruição brutal levada a efeito pelos homens em sua luta pelo poder político e comercial tem causado grave vitupério ao Dono celeste desta terra. É razão mais do que suficiente para que os varra daqui.

      Todavia, o mundo continua na maior corrida armamentista que já existiu, inventando armas para mais maciça matança e destruição de propriedades. O que o profeta Isaías escreveu sobre o povo apóstata de Israel se aplica com igual vigor à humanidade em geral hoje em dia:

      “Seus pensamentos são pensamentos prejudiciais; a assolação e o desmoronamento estão nas suas estradas principais. Desconheceram o caminho da paz e não há juízo nos seus trilhos. Suas sendas eles perverteram para si mesmos. Absolutamente ninguém que pisar nelas conhecerá realmente a paz.” — Isa. 59:7, 8.

      Lenta, mas seguramente, este mundo transforma este planeta numa vasta lixeira. Enquanto era secretário-geral das Nações Unidas, U Thant foi movido a avisar que a poluição mundial atingira o ponto em que, a menos que fossem dados passos imediatos para corrigir a situação, “põe-se em dúvida a própria capacidade do planeta de sustentar a vida humana”. Todavia, a ânsia de riqueza move os homens e as nações a continuar poluindo os lagos, os rios e oceanos, a envenenar o solo e a conspurcar o ar — bem parecido a um inquilino que não se importa nem um pouquinho em proteger a propriedade de seu senhorio. Jeová Deus, portanto, declarou sua determinação de arruinar os que arruínam a terra”. — Rev. 11:18.

      Apesar do anúncio feito sobre a própria escolha, feita por Deus, dum governo para administrar os assuntos da terra, os homens teimosamente persistem em seus esforços de reger a terra independentemente de Deus. Tentaram todo tipo imaginável de governo. Os regentes têm mudado vez após vez; os cidadãos repetidas vezes substituíram um conjunto de homens no poder por outro conjunto. Todavia, a maioria reconhece que seus problemas não foram solvidos, antes, porém, se agravaram. E as pessoas admitem comumente que os governos políticos amiúde têm sido crivados de corrupção, desonestidade e opressão. Foi, com efeito, o ex-presidente dos EUA, Harry Truman, que escreveu que, para sair-se bem como regente, o homem “não pode viver segundo o Sermão do Monte”, mas “tem de ser um Maquiavel, Luís XI de França, um César, um Bórgia . . . um mentiroso, um traidor, um herói, e não sei mais o que, para ter êxito”.

      Todavia, a maioria da população terrestre hoje em dia faz ouvidos de mercador aos que lhes proclamam as boas novas do reino prometido de Deus, ou, pior ainda, maltratam e até mesmo perseguem tais anunciadores do Reino. Ao mesmo tempo, os líderes mundiais, religiosos, políticos e outros, erguem-se e profetizam coisas brilhantes para o mundo no futuro. E, embora toda a evidência mostre que tais predições são crassa falsidade, o povo “amou-o assim”. (Jer. 5:31; também Isa. 30:9-11.) Visto que escolheram este proceder e teimosamente se apegam a ele, Deus não tem alternativa, senão a de ‘trazer o procedimento deles sobre a sua própria cabeça’. — Eze. 9:9, 10.

      Sim, a regência humana da terra, independente de Deus, resultou miserável fracasso. As palavras de Jesus sobre os líderes religiosos de seus dias bem se enquadram a todos os líderes do mundo em nossos tempos: “Deixai-os. Guias cegos é o que eles são. Se, pois, um cego guiar outro cego, ambos cairão numa cova.” (Mat. 15:14) Seu emprego errado da terra resultará numa colisão frontal com o único governo capaz de realizar a vontade de Deus para esta terra, seu reino por meio de seu Filho.

      A colisão é certa, porque Deus jamais abandonará seus princípios justos, de modo a evitar este violento confronto. Tal colisão esmagará em pedacinhos este inteiro sistema mundial, conforme há muito foi predito na profecia de Daniel 2:34, 35, 44, 45. Daí, o próprio governo de Deus assumirá a direção de todos os assuntos da terra para o bem duradouro de todos que então viverem.

      Como poderá sobreviver a essa vindoura colisão? Só por tomar sua posição, leal e firmemente agora, ao lado desse governo justo. Dessa forma mostrará que realmente é sincero ao orar a Deus: “Venha o teu reino. Realize-se a tua vontade, como no céu, assim também na terra.” — Mat. 6:10.

      Daí, aplicar-se-lhe-ão as palavras do salmista: “Mil cairão ao teu próprio lado e dez mil à tua direita; não se aproximará de ti. Apenas estarás olhando com os teus olhos e estarás vendo a própria retribuição feita aos iníquos. Visto que disseste: ‘Jeová é meu refúgio’, fizeste do próprio Altíssimo a tua habitação; nenhuma calamidade te acontecerá.” — Sal. 91:7-10.

      Considere agora as emocionantes oportunidades que se abrirão a toda a humanidade obediente nessa vindoura nova ordem.

  • A vereda para a vida em verdadeira felicidade
    Despertai! — 1974 | 22 de abril
    • A vereda para a vida em verdadeira felicidade

      AS CONDIÇÕES em toda a terra devem mudar por completo no futuro próximo. A magnífica mudança que ocorrerá em breve é resultado do novo início que Deus dará à humanidade.

      Mas, obviamente, o gênero humano precisa de ajuda a fim de ter este novo início. Quão verazes as palavras de Jeremias 10:23 resultaram ser: “Não é do homem terreno o seu caminho. Não é do homem que anda o dirigir o seu passo.”

      Como ajudará Deus ao homem a sair de seu dilema? Não por remodelar ou reformar a atual ordem mundial. Disse o filho de Deus: “Ninguém corta um remendo duma nova roupa exterior e o costura numa velha roupa exterior; mas, se o fizer, então, tanto o remendo novo se arrancará como o remendo da roupa nova não combinará com a velha.” (Luc. 5:36-38) A nova ordem, que a Palavra de Deus prediz, não será apenas um ‘remendo

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