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  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1985
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A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1985
w85 15/1 p. 32

Por dentro das notícias

Ameaça do “Apocalipse”

De acordo com a teoria do inverno nuclear, se bombas equivalentes a 5 bilhões de toneladas de TNT fossem detonadas numa guerra nuclear, a fumaça e a fuligem resultantes — especialmente das grandes cidades — mergulhariam o hemisfério setentrional em meses de escuridão e de condições climáticas congelantes e ameaçadoras à vida. “Se a análise for correta”, declarou na revista Science Herbert A. Simon, Prêmio Nobel, “então nenhuma nação poderá fazer um ataque nuclear de grandes proporções, nem mesmo contra um oponente desarmado, sem cometer suicídio”.

Muitos peritos acham que se, esta teoria ficar provada, será um grande incentivo para o desarmamento nuclear. “O reconhecimento do problema do inverno nuclear, terrível como seja, parece ser um formidável achado de última hora”, escreveu Thomas Powers na revista The Atlantic. Mas, poria isso fim à corrida armamentista? Dificilmente. Powers sustenta que as superpotências se sentiriam compelidas a construir “uma inteira nova geração de armas” com “um número muito maior de armas bem menores e extremamente exatas que permitiriam destruir alvos em cidades sem eliminar as cidades em volta deles”. Concluiu que o problema do inverno nuclear “não elimina a possibilidade duma grande guerra . . . , mas impulsiona os planejadores numa nova direção, que não o apocalipse”.

Em vez de oferecer esperança, a ameaça dum inverno nuclear simplesmente suscita novos temores. Não seria mais provável as superpotências instalarem em pontos estratégicos armas “à prova de suicídio” para resolver seus confrontos? Em desespero, será que nações em guerra não usariam ainda armas nucleares, correndo o risco do suicídio para evitar a derrota? As estratégias militares egoístas que as nações empregam fornecem ainda outro motivo para o Deus Todo-poderoso trazer a Sua guerra do Har-Magedon. Ele fará isso em breve, e a Sua Palavra nos assegura de que “nenhum rei é salvo pela abundância das forças militares”. — Salmo 33:16; Revelação 16:14, 16.

O Armagedom — O Que É?

Num debate televisionado, Ronald Reagan, presidente dos EUA, disse que ninguém sabe se as profecias da Bíblia querem dizer “que o Armagedom ocorrerá daqui a mil anos ou depois de amanhã”. Mas, resumindo algumas das declarações de Reagan, Andrew Lang, diretor de pesquisas do Instituto Crístico, centro ecumênico de orientação pública, diz: “O que temos é uma série de repetições de que o Armagedom poderá ocorrer durante a nossa geração, de que o Armagedom poderá ocorrer no Oriente Médio e de que o Armagedom poderá envolver as forças soviéticas.”

A Bíblia indica que os “reis de toda a terra habitada” serão ajuntados no Armagedom para a destruição, embora uma “grande multidão”, que tem o favor de Deus, sobreviverá. (Revelação 7:14, 15; 16:14, 16; 19:19-21) O Armagedom (do hebraico “Har-Magedon”, que significa “Monte de Megido”) não é um local real do Oriente Médio. Tampouco poderiam os exércitos das nações comprimir-se na área que cerca Megido, antiga cidade bíblica. O Armagedom é, portanto, uma situação, isto é, o ato de o mundo se reunir ou se enfileirar em oposição a Jeová Deus. Essa situação se seguirá ao “sinal”, o qual testemunhamos atualmente. O Armagedom ocorrerá mesmo durante a nossa geração. — Mateus 24:3-15, 21, 34.

Gravidez de Adolescentes

“Há forte tendência, entre aqueles de nós que ficam alarmados diante do aumento da gravidez e do dar à luz entre adolescentes negras, de procurar resolver o problema por focalizar o lado pragmático deste”, escreveu o colunista negro William Raspberry. O que queria dizer com isso? Diz-se às adolescentes para não terem bebê, “porque isso interrompe sua educação, compromete suas perspectivas de carreira e prejudica suas oportunidades na vida. Seus bebês provavelmente nascerão com pouco peso e estarão sujeitos a incapacidades de aprendizagem”. Mas, disse Raspberry, “o que me fascina e me espanta é quão raramente a questão da moralidade entra nessas palestras”.

Deveras, os adolescentes precisam ser ensinados de que a promiscuidade, que amiúde resulta em gravidez, viola as leis de moral da Bíblia. (Gálatas 5:19-23) Devem-se-lhes ensinar também princípios da Palavra de Deus pertinentes ao casamento e à criação de filhos. O apóstolo Paulo indica que os cristãos devem cultivar o autodomínio e aguardar até ‘estarem além da flor da juventude’, que é a fase quando os desejos sexuais começam a se manifestar ou se tornam fortes, para se casarem. (1 Coríntios 7:8, 9, 36) Estudos modernos, que indicam que pessoas maduras se tornam os melhores pais, confirmam essas leis e esses princípios de moral.

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