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  • Proclamam a paz enquanto se preparam para a guerra
    Despertai! — 1975 | 8 de maio
    • para mais do que obliterar o inimigo. Por que gastar todo o dinheiro em construir mais armas?’

      ‘Porque’, afirma o perito militar, ‘esta corrida armamentista é diferente’. Em que sentido? Afirmam que as armas mais novas são necessárias para lhes dar mais alternativas na guerra. As anteriores corridas armamentistas visavam a ‘destruição mútua garantida’. Uma ameaça de guerra, em outras palavras, significava então a guerra total, um holocausto internacional. Agora, contudo, os militares afirmam que desejam poder apertar os botões em guerras menores, pagando elas por elas. Assim, caso os russos atacassem uma base estadunidense, os EUA poderiam controlar sua resposta por arrasar um alvo russo similar. A corrida deve prosseguir, contendem, para obterem estas armas mais novas, mais sofisticadas.

      Mas, há outros motivos pelos quais a pesquisa e o aperfeiçoamento das armas prosseguem. As pessoas de per si — e não apenas as nações — estão envolvidas. Os líderes receiam tornar-se politicamente impopulares se parecerem estar enfraquecendo diante do inimigo ou desencorajando a produção de armas. Milhares de empregos para as pessoas comuns dependem do orçamento militar; frear ou cessar a produção delas seria financeiramente desastroso para tais pessoas em sentido pessoal.

      Todavia, que pessoa sensata deseja que ocorra um dos conflitos internacionais totais do homem? Ninguém. Todavia, a corrida armamentista prossegue, dirigindo de forma definitiva os homens em direção a tal conflito. Por quê? Poderia haver ainda uma fonte adicional que instigue os regentes da terra e seus seguidores a continuarem a armar-se? Isso pareceria lógico.

      Razão Mais Profunda

      A Bíblia aponta para essa outra força impulsionadora. Lemos sobre ela em Revelação 16:14, 16: “Expressões inspiradas por demônios . . . [conseguem] ajuntá-los para a guerra do grande dia de Deus, o Todo-poderoso . . . ao lugar que em hebraico se chama Har-Magedon.” Sim, atiçados pelos demônios invisíveis, “os reis da terra, e os seus exércitos” em realidade se armam para lutar contra Deus. — Rev. 19:11-13, 19.

      Homens de mentalidade mundana talvez duvidem que os demônios estejam deveras por trás das nações, reunindo-as para um conflito com Deus. Mas, quem dentre eles negará honestamente que, apesar de todas as conversações de paz, “os reis da terra e os seus exércitos” deveras se mobilizam para algo?

      Naturalmente, esta referência bíblica não poderia significar que todos os exércitos do mundo se ajuntam para o lugar literal chamado Megido, que antigamente dominava a passagem estratégica no Oriente Médio. Todos os exércitos não poderiam caber neste local. Então, o que significa o termo bíblico “Har-Magedon” ou “Armagedom”?

      Bem, antigamente Megido era o local de batalhas decisivas. Assim, o uso pela Bíblia desse termo indica que uma questão tem de estar envolvida — de outro modo não haveria guerra. Que questão, “Reis” regem sobre reinos. Tais reis, por conseguinte, desejam aparentemente preservar sua soberania. Mas Deus, também, tem um propósito para a terra inteira. A Bíblia mostra que se aproxima o tempo em que Ele, por meio de Jesus Cristo, se propõe a eliminar da terra todos os opositores de Sua regência justa.

      Parece-lhe lógico que as nações se disponham a entregar suas regências a Deus e a Cristo quando chegar a hora exata? O que existe em sua história que indique, mesmo remotamente tal proceder, Não estiveram sempre determinadas em sentido absoluto a apegar-se a cada milímetro de território que pudessem?

      Não é o caso de as nações planejarem conscientemente uma batalha contra Deus, contemplando tais possibilidades em seus ‘gabinetes de guerra’. Mas, os esforços determinados das nações em dominar os assuntos da terra de seu jeito, sem considerar o propósito declarado de Deus, tornam um confronto absolutamente necessário. Serão levadas até o ponto em que unidamente usam a força para tentar apegar-se a seu próprio modo de regência. Deus reagirá com uma força contrária. Com que conseqüências?

      Revelação, capítulo 19, descreve como Aquele (Jesus Cristo) que luta vitoriosamente por Deus derrota os ‘reis e comandantes militares’ da terra. Deus preservará tais pessoas que ele julga justas. Os demônios, que deram impulso adicional às tendências já naturais das nações de protegerem sua soberania, deleitar-se-iam de ver a terra como cinzas envenenadas, arruinadas. Mas, Deus não permitirá que isso aconteça. Antes, os próprios demônios serão tirados do caminho. — Rev. 12:12; 19:11-20:3.

      Todos os esforços correntes no sentido da distensão, portanto, não desmentem a verdade do assunto — que as nações empregarão a maior força que conseguirem acumular a fim de apegar-se às suas regências. Talvez proclamem a paz, mas a guerra é inevitável. Todavia, após a maior de todas as guerras, os reis da terra, e os seus exércitos desaparecerão para sempre. Apenas então a verdadeira paz prevalecerá sobre a terra.

  • Quando as igrejas recorrem aos jogos de azar para levantar fundos
    Despertai! — 1975 | 8 de maio
    • Quando as igrejas recorrem aos jogos de azar para levantar fundos

      “PRESAS 10 Pessoas Que Jogavam Numa Sinagoga de Brooklyn.” Assim rezava a manchete duma notícia publicada no Times de Nova Iorque, de 12 de agosto de 1974. Uma multidão e tanto estivera presente, dentre 250 a 300 jogadores, mas a polícia só prendeu aqueles que pareciam bancar os vários jogos. Um porta-voz da sinagoga disse: “Não compreendemos as razões da batida policial. Não fizemos nada que não seja feito por muitas outras igrejas e sinagogas. Por que visaram logo a nós?”

      Segundo um oficial de polícia, porém, as organizações religiosas haviam sido avisadas de que, se tais jogatinas não parassem, “nós vamos entrar e acabar com elas”. Esta batida, então, foi uma incursão policial contra a jogatina refinada conhecida como “Las Vegas Nites” (Noites de Las Vegas), que amiúde funcionam das 20 horas até às 6 da manhã seguinte. Ao passo que a polícia tinha sido indulgente quanto às igrejas operarem jogos ilegais, desde março de 1974 imaginava até que ponto membros do crime organizado operavam tais assuntos. Em agosto surgiu a evidência que a polícia não mais podia ignorar. Bem cedo em 4 de agosto, no porão duma sinagoga de Brooklyn, achava-se uma figura alegadamente notória do submundo, Steven

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