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  • A calamidade que defronta todos os religionários do mundo
    A Sentinela — 1980 | 15 de novembro
    • meretriz está sentada, significam povos, e multidões, e nações, e línguas. E os dez chifres que viste, e a fera, estes odiarão a meretriz e a farão devastada e nua, e comerão as suas carnes e a queimarão completamente no fogo. Porque Deus pôs nos seus corações executarem o pensamento dele, sim, executarem um só pensamento deles por darem o seu reino à fera, até que se tenham efetuado as palavras de Deus.”

      13, 14. (a) Segundo a sua presciência, o que deixa Jeová que os elementos políticos façam à “meretriz”? (b) Logo depois, o que farão os vencedores dela com respeito às Testemunhas de Jeová, com que resultado para o seu proceder?

      13 Assim, conforme predito, as nações que se juntaram a ela deram primeiro à Liga das Nações e depois às suas sucessoras, as Nações Unidas, um poder repressivo para preservar a paz e a segurança mundiais. Jeová não as induziu a isso, mas, pensando à frente, expressou a sua presciência na sua Palavra escrita. Ele predisse também que essas nações, combinadas como “congregação”, se cansariam do fardo dessa intrometida internacional nos assuntos políticos, a meretriz Babilônia, a Grande. Quando ela for derrubada das costas dessa corporação internacional para a preservação da paz e ela for finalmente queimada em fogo, as testemunhas cristãs de Jeová não ficarão amedrontadas pela “calamidade” que ela sofre. Sabem à base da Palavra de Deus que representam na terra o celestial “Senhor dos senhores e Rei dos reis”, Jesus Cristo, e que, por este mesmíssimo motivo, os vencedores de Babilônia, a Grande, animados com a sua vitória, voltar-se-ão contra elas, como último obstáculo remanescente ao seu exercício da dominação global. As Testemunhas de Jeová recebem aviso antecipado disso na seguinte profecia de Revelação 17:13, 14:

      14 “Estes [elementos políticos representados nas Nações Unidas] têm um só pensamento, e assim dão o seu poder e autoridade à fera. Estes batalharão contra o Cordeiro, mas, porque ele é Senhor dos senhores e Rei dos reis, o Cordeiro os vencerá. Também o farão com ele os chamados, e escolhidos, e fiéis.”

      15, 16. (a) O que significará realmente este choque final por causa do domínio do mundo? (b) Que previsão deste evento nos fornece o apóstolo João, e com que resultado?

      15 Este conflito militar significa a “guerra do grande dia de Deus, o Todo-poderoso”, na situação mundial chamada Har-Magedon. (Rev. 16:13-16) Suas testemunhas na terra, sob a proteção de Jeová, presenciarão a “guerra” conforme descrita em Revelação 19:11-21. Numa previsão do choque final sobre as questões do domínio do mundo, o apóstolo cristão João descreveu o resultado da guerra, escrevendo:

      16 “Eu vi a fera e os reis da terra, e os seus exércitos, ajuntados para travar guerra com aquele que está sentado no cavalo [o marechal-de-campo de Jeová, Jesus Cristo] e com o seu exército [de anjos celestiais]. E a fera foi apanhada, e junto com ela o falso profeta [a Potência Mundial Anglo-Americana], que realizava na frente dela os sinais com que desencaminhava os que tinham recebido a marca da fera e os que prestavam adoração à sua imagem [as Nações Unidas]. Ambos, ainda vivos, foram lançados no lago ardente que queima com enxofre Mas os demais foram mortos com a longa espada daquele sentado no cavalo, espada que se estendia da sua boca. E todas as aves [mencionadas nos Rev. 19 versículos 17, 18] se saciaram das carnes deles.”

      17. O que terminará esta calamidade sobre os elementos políticos, ateus, e o que ocorrerá então com os elementos invisíveis?

      17 Esta destruição de todos os elementos ateus do atual sistema de coisas controlado pelo Diabo terminará a “grande tribulação” mencionada em Revelação 7:14. A isto seguir-se-á a amarração, e o lançamento no abismo, de Satanás, o Diabo, e de todos os seus anjos demoníacos durante os 1.000 anos seguintes. — Rev. 20:1-3.

      18. O que mostra a Palavra de Deus sobre se esta maior de todas as guerras deixará nossa terra inteiramente despovoada?

      18 Será que esta maior de todas as guerras, no Har-Magedon, deixará a terra totalmente despojada de toda a vida humana? O fim do mundo antigo nos dias de Noé, pelo dilúvio, não despovoou a terra, porque oito sobreviventes humanos passaram pelo dilúvio global. (2 Ped. 2:5) O Deus de Noé, Jeová, formara a terra “mesmo para ser habitada”. (Isa. 45:18) Por meio do profeta Isaías, Jeová predisse, por nome, o conquistador persa, Ciro, o Grande, e este libertador dos judeus exilados foi suscitado para retratar o Grande Libertador, Jesus Cristo. Na vindoura “guerra do grande dia de Deus, o Todo-poderoso”, no Har-Magedon, Jesus Cristo obterá a vitória sobre todos os inimigos terrestres de Jeová e de seu povo, exterminando esses inimigos do reino de Deus. Jesus Cristo não fará esta obra executora as custas de cada membro do restante dos seus seguidores gerados pelo espírito e ungidos ainda na terra, pois, neste caso, não haveria vitória completa do lado do reino de Deus. Além disso, que dizer da “grande multidão” dos companheiros fiéis desse restante ungido? Revelação 7:9-15 declara explicitamente que esta “grande multidão” sobreviverá à “grande tribulação” que culmina no Har-Magedon.

      DADO O AVISO SOBRE A IMINENTE “CALAMIDADE”

      19, 20. (a) Antes da calamidade mundial, a quem se precisa dar aviso? (b) Como ilustrou Jeová dar o aviso nos dias de Jeremias?

      19 É iminente uma calamidade mundial! É preciso avisar disso aquela figura dominadora do mundo, Babilônia, a Grande. Ser-lhe dado este aviso foi ilustrado lá nos dias do profeta Jeremias, sim, lá em 614 A. E. C. Ele nos fala sobre isso:

      20 “A palavra que Jeremias, o profeta, ordenou a Seraías, filho de Nerias, filho de Maséias, quando ele foi com Zedequias, Rei de Judá, a Babilônia, no quarto ano de este “ser rei, e Seraías era oficial intendente. E Jeremias passou a escrever num só livro toda a calamidade que viria sobre Babilônia, sim, todas estas palavras escritas contra Babilônia. Além disso, Jeremias disse a Seraías: ‘Assim que chegares a Babilônia e realmente a vires, também terás de ler alto todas estas palavras. E terás de dizer: “Ó Jeová, tu mesmo falaste contra este lugar, a fim de decepá-lo para que não venha a haver nele nenhum habitante, nem homem nem mesmo animal doméstico, mas para que ela se torne meros baldios desolados por tempo indefinido.” E terá de acontecer que, quando tiveres completado a leitura deste livro, atarás a ele uma pedra e terás de lançá-lo no meio do Eufrates. E terás de dizer: “Assim afundará Babilônia e nunca mais se levantará por causa da calamidade que trago sobre ela; e eles certamente se cansarão.”’” — Jer. 51:59-64.

      21, 22. Como foi imitada profeticamente a ação de Seraías, no livro de Revelação, e com que palavras acompanhantes?

      21 O que se ordenou a Seraías, irmão de Baruque, filho de Nerias, para ilustrar a derrubada da antiga Babilônia, foi copiado no livro de Revelação. O escritor, o apóstolo cristão João, primeiro descreve a destruição da “meretriz” religiosa, internacional, Babilônia, a Grande, e depois passa a dizer:

      22 “E um anjo forte levantou uma pedra semelhante a uma grande mó e lançou-a no mar, dizendo: ‘Assim, com um lance rápido, Babilônia, a grande cidade, será lançada para baixo, e ela nunca mais será achada. . . . jamais se ouvirá de novo em ti a voz de noivo e de noiva; porque os teus comerciantes viajantes eram os dignitários da terra, pois todas as nações foram desencaminhadas pelas tuas práticas espíritas. Sim, nela se achou o sangue dos profetas, e dos santos, e de todos os que foram mortos na terra.’” — Rev. 18:21-24.

      23. (a) Por que será de curta duração a alegria dos conquistadores ateus de Babilônia, a Grande? (b) Portanto, o que tentarão fazer então esses ateus, e com que conseqüências?

      23 A alegria a que se entregarão os “reis” ou governantes políticos ateus, após lançarem Babilônia, a Grande, no mar da destruição, será de curta duração. Ainda se verão confrontados com os muitos adoradores sobreviventes do Deus vivente, Jeová, os quais são o restante ungido da classe de Jeremias e também os companheiros leais deste, os da “grande multidão” prevista pelo apóstolo João. Terão de lidar com estes. Quando os governantes políticos tentarem obliterar da terra toda a adoração por tocarem no restante e nos companheiros deste, isso será como se tocassem no Amo celestial destes, Jesus Cristo, o Ciro Maior. Significará guerra com ele no Har-Magedon. A guerra que então irromperá excederá em muito a guerra radiológica que as nações procuram agora impedir entre si, porque Jesus Cristo e seu exército de anjos celestiais, desde o domínio invisível, lançarão a destruição sobre estes presunçosos atacantes das Testemunhas de Jeová.

      24. Quem terá o privilégio de serem testemunhas oculares desse “guerra do grande dia”, sem terem participação nela, mas com que reação?

      24 Quão grandioso será o privilégio de ser testemunha ocular dessa “guerra do grande dia de Deus, o Todo-poderoso”, no Har-Magedon! Sob a proteção dele, e sem terem de tomar parte na luta, os do restante da classe de Jeremias e seus companheiros devotados terão este privilégio aqui mesmo, na terra, que será o campo de batalha. Serão assim amplamente recompensados por terem proclamado “o dia de vingança da parte de nosso Deus”; não terá sido em vão. (Isa. 61:2) Quem pode agora medir a extensão de seu júbilo então, junto com o de todos os santos anjos do céu, sob Cristo?

      25. (a) Que oportunidade receberá a “grande multidão” de sobreviventes após a “guerra”? (b) A perspectiva de tais coisas grandiosas deve dar agora que incentivo ao povo de Jeová?

      25 Radiantes de alegria, estes exemplos vivos do poder preservador de Jeová avançarão para o Seu novo sistema de coisas na terra purificada. Apresentar-se-á então a oportunidade de começar a reconstrução do paraíso global, a ser usufruído para todo o sempre pela “grande multidão” fiel. Que incentivo deve dar a perspectiva de todas essas coisas grandiosas a todos os que agora desejam ser contados entre os do “meu povo”, o povo de Jeová? O incentivo de obedecer à sua ordem ressoante de ‘sair’ da presunçosa Babilônia, a Grande, sem mais demora, apegando-se então à neutralidade cristã para com todos os amantes políticos dela e defendendo, sem transigência, o reino de Jeová por Cristo até o dia glorioso de vitória!

      (Com isto se encerra a série de estudos da profecia de Jeremias.)

  • Quem é “Apolion”?
    A Sentinela — 1980 | 15 de novembro
    • Quem é “Apolion”?

      O NOME grego “Apolion” é usado pelo apóstolo João para traduzir a palavra hebraica “Abadon”, em Revelação 9:11. Apolion significa “Destruidor”, e é mencionado como sendo o nome do “anjo do abismo”. Embora a maioria das obras de referência apliquem este nome a uma personagem ou força malévola, todo o contexto da visão apocalíptica indica o contrário, visto que constantemente retrata anjos como sendo usados por Deus para trazer calamidade aos Seus inimigos.

      O uso do verbo relacionado, apóllymi, ilustra isso, como em Tiago 4:12, que diz a respeito de Deus: “Há um que é legislador e juiz, aquele que é capaz de salvar e de destruir.” (Veja Mateus 10:28.) O espírito imundo expulso dum homem por Jesus, na sinagoga de Cafarnaum, reconheceu a Jesus como agente de Deus e disse: “Que temos nós contigo, Jesus, nazareno? Vieste destruir-nos?” (Mar. 1:24; Luc 4:34) Jesus advertiu os opositores impenitentes entre seus ouvintes sobre o perigo de serem destruídos. (Luc. 13:3-5; 20:16) Estes e outros textos indicam que o glorificado Cristo Jesus é mais provavelmente o mencionado por este título. — Veja Revelação 19:11-16; Lucas 8:31. Tirado de Ajuda ao Entendimento da Bíblia, p. 90; veja também “Quem É Abadon?” na Sentinela de 1.º de junho de 1978, p. 27.

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