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  • g84 22/11 pp. 10-11
  • Combater os sintomas, ignorar as curas

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  • Combater os sintomas, ignorar as curas
  • Despertai! — 1984
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Despertai! — 1984
g84 22/11 pp. 10-11

Combater os sintomas, ignorar as curas

“Está diminuindo em toda a parte a segurança e a sacralidade da vida humana?

“Acham-se os governos sob ainda menor restrição moral do que antes?

“Possuem os líderes dos Estados Unidos e da União Soviética suficiente senso comum, e preocupação quanto ao futuro, a fim de evitarem o emprego de armas nucleares e negociarem um entendimento, de modo a assegurar a sobrevivência da vida na terra?”

ESTAS TRÊS PERGUNTAS foram suscitadas no periódico US Trends (Tendências nos EUA), em seu informe de 8 de dezembro de 1983. As respostas são auto-evidentes. Os noticiários diários mostram que a consideração pela sacralidade da vida está diminuindo. Certas restrições morais estão diminuindo tanto a nível individual como governamental. E acontecimentos recentes aceleram os temores quanto ao senso comum e a preocupação dos Estados Unidos e da Rússia com respeito às armas nucleares.

Em novembro de 1983, cientistas tanto da Rússia como dos Estados Unidos participaram duma conferência sobre “O Mundo Após a Guerra Nuclear”. Certo cientista russo, da Academia de Ciências, disse: “Artefatos nucleares não deviam ser considerados como meio de travar guerra ou conduzir certa política. Trata-se duma arma de suicídio.” Outro russo da Academia declarou: “Uma guerra nuclear de qualquer escopo significaria quer o desaparecimento da humanidade, quer sua degradação a um nível abaixo do pré-histórico.” — Science News, 24 e 31 de dezembro de 1983.

As conclusões unânimes da conferência foram: O tributo em mortos dos efeitos de bombas lançadas diretamente foi projetado como sendo de mais de dois bilhões — a metade da população do mundo. As temperaturas cairiam bem abaixo do ponto de congelamento e permaneceriam ali por muitos meses. A escuridão predominaria ao meio-dia. A luz seria insuficiente para sustentar a fotossíntese, e as plantas sucumbiriam. A maioria dos animais pereceria. O alimento seria escasso. O acordo foi unânime de que “não poderíamos excluir a extinção do Homo sapiens”. — Science News, 12 de novembro de 1983, páginas 314-7.

Avisos similares apareceram em Science, revista oficial da Associação Americana para o Progresso da Ciência. O editorial nessa edição suscitava o seguinte ponto crucial: “Resta a pergunta sobre quem está escutando, e quão profundamente estes avisos penetram e aderem ao pensamento desta nação. Por alguns dias, as notícias de uma catástrofe biológica em potencial e o destaque dos veículos noticiosos, apenas para ser rapidamente substituído pela catástrofe seguinte.” — Science, 23 de dezembro de 1983, páginas 1281-1300.

Obviamente, as superpotências não estão escutando, o senso comum não opera, e é insuficiente a preocupação com as armas nucleares suicidas e globicidas.

A ameaça dum holocausto nuclear é aterradora, mas outras calamidades já engolfam a humanidade. Guerra, fome, colapso moral, ruptura familiar, cobiça, violência, crime, assassínio, terrorismo, euismo — para citar apenas algumas.

Em realidade, todas estas coisas são sintomas. Um sintoma, segundo o dicionário Webster, é “algo que indica a existência de outra coisa”. Tais condições revelam a existência de outra coisa, a saber, corações moralmente doentios. Despende-se muito esforço em combater os sintomas, mas faz-se muito pouco para curar o coração.

Uma vez que o coração físico está bem no íntimo do corpo, é empregado de forma figurativa para representar aquilo que uma pessoa realmente é no íntimo. Assim é que a Bíblia fala da “pessoa secreta do coração”, e que Deus não contempla a aparência externa, mas “vê o que o coração é”. Jesus afirmou: “Do coração vêm raciocínios iníquos, assassínios, adultérios, fornicações, ladroagens, falsos testemunhos, blasfêmias. Estas são as coisas que aviltam o homem.” — 1 Pedro 3:4; 1 Samuel 16:7; Mateus 15:19, 20.

Curar Corações Doentios

A propaganda deste mundo enche as mentes e os corações de lixo. Por meio da imprensa, de filmes, da televisão e de peças teatrais, menosprezam-se os verdadeiros valores, enquanto que a decadência e o pecado são glorificados. A mensagem veiculada é: Aqueles que evitam a imoralidade são bem-comportadinhos; os que a praticam são normais. Assim como se deu numa época antiga de decadência moral, em toda a parte, hoje, há os “que dizem que o bom é mau e que o mau é bom, os que põem a escuridão por luz e a luz por escuridão, os que colocam o amargo pelo doce e o doce pelo amargo!” — Isaías 5:20.

É tempo para que os de coração honesto pensem na cura. É tempo para ‘transformar a sua mente’. É tempo para ‘fazer para si um novo coração e um novo espírito, pois, porque deve morrer?’ (Romanos 12:2; Ezequiel 18:31) Isso mesmo — morrer. Mesmo agora, milhares morrem a cada hora devido a evitáveis calamidades geradas no coração dos homens. Se ocorrer uma guerra nuclear, a raça humana poderia perecer.

Isso não precisa acontecer. A cura é simples. Jesus disse, há muito: ‘Ame o próximo.’ De imediato, ergue-se o clamor: ‘Isso não é tão simples assim, isto é ser simplista demais! Não é prático. As pessoas não o farão! Não dará certo!’ Jamais foi experimentado. E, é verdade — nem todos farão isso. Mas, e se fizessem? Não haveria exércitos, nenhum armamento, nenhuma guerra. Nenhum roubo, nenhuma apropriação indébita, nenhuma violência. Nenhum estupro, nem assassínio, nenhum crime. Isso significaria que não haveria nenhuma polícia, nenhum tribunal de justiça criminal, nenhuma prisão. Tudo seria muito prático.

Sim, ‘faça para si um novo coração’. “Deveis pôr de lado a velha personalidade . . . e . . . vos deveis revestir da nova personalidade, que foi criada segundo a vontade de Deus, em verdadeira justiça e lealdade.” (Efésios 4:22-24) Fazendo isto, poderá ser um dos que permanecerão na terra, depois de ela ser purificada. — Salmo 37:10, 11, 29.

Sim, ela será purificada. Os sintomas ruins que agora afligem o mundo desaparecerão. Não só são sintomas de corações moralmente falidos, mas constituem um sinal dos últimos dias do atual sistema de coisas decadente. E a poluição da Terra, que agora ocorre pela primeira vez na História, não terá êxito em devastar totalmente a Terra, nem se permitirá que o temido holocausto nuclear extermine a raça humana. Jeová Deus não o permitirá. Ele prometeu “arruinar os que arruínam a terra”. — Revelação 11:18.

“Quando seu país e o meu concordarem com base nos ensinos de Cristo neste Sermão do Monte, teremos solucionado os problemas não só de nossos países, mas do mundo inteiro.” — Gandhi, falando ao lorde Irwin, ex-vice-rei da Índia.

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