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Aceitar ou recusar transfusões de sangue?Despertai! — 1975 | 22 de novembro
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(Genesis — A Commentary, 1961) Lembre-se, também, que em Gênesis 9:3-6 a proibição sobre o sangue estava ligada à declaração de Deus sobre o homem ter ainda mais elevada consideração pela vida dos outros humanos. Observou o rabino Benno Jacob:
“As duas proibições são da mesma classe. . . . A permissão de se comer carne, mas sem seu sangue, e a proibição de derramar-se sangue humano indicam o lugar do homem dentro do mundo dos viventes . . . Em suma: a razão da proibição do sangue tem caráter moral. . . . Mais tarde, o judaísmo considerava este trecho como estabelecendo a ética fundamental para todo ser humano”. (Grifo acrescentado).
Isto é comprovado pela decisão do corpo governante cristão, registrada em Atos 15:19-29. Algumas pessoas afirmaram que se tratava de simples extensão temporária da lei mosaica recomendada para os cristãos, de modo a não ofender as sensibilidades judaicas. Mas, o corpo governante cristão mostrou claramente que a lei bíblica exigia que os cristãos continuassem a considerar o sangue como sagrado.
O que dizer se, numa emergência, parecer que uma transfusão de sangue oferece pelo que parece a melhor possibilidade de “salvar uma vida”? Certo médico indicou que um paciente
“em plena posse de suas faculdades tem o direito de aceitar ou de rejeitar qualquer forma particular de tratamento médico que lhe é oferecido. Este direito já é amplamente reconhecido no caso dos católicos romanos . . . Ademais, é difícil de compreender por que não se deveria conceder a uma Testemunha de Jeová a liberdade similar de recusar a transfusão de sangue. . . . Uma vez se admita o princípio de que a pessoa tem o direito de escolher por si mesma, então, qualquer ação que denegue tal direito é passível de se tornar a aresta de longa cunha. . . . O Estado assume gradualmente a função de fazer decisões para a pessoa. É deste modo que os países livres deixam de ser livres e se tornam totalitários.”
Virtualmente em todas as situações há tratamentos alternativos que podem ser usados se o sangue não estiver disponível ou for recusado. Até mesmo se este não fosse o caso, não seria o proceder de liberdade e de consideração pelos direitos de outros permitir que a pessoa escolha que tratamento pode aceitar? E isto é ainda mais vital se o cristão recusa um tratamento que viola seu entendimento da lei bíblica e a “ética fundamental” pela qual vive!
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Antigo método de detectaçãoDespertai! — 1975 | 22 de novembro
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Antigo método de detectação
● O exame eletrônico dos passageiros aéreos é comum hoje em dia. Seu propósito é detectar possíveis seqüestradores armados de aviões. Mas, os chineses já usavam similar método de detectação há cerca de vinte e três séculos atrás. No palácio imperial, próximo de Peiping (Pequim), a Porta da Lua foi feita de pedra-ímã, que dispõe de propriedades magnéticas que atraem o ferro. Por que se usou tal pedra? Afirma o Monthly Letter (Mensário) do “Royal Bank of Canadá”: “Fez-se isso para impedir que os assassinos entrassem na residência imperial transportando armas escondidas em suas roupas.”
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Educação inadequadaDespertai! — 1975 | 22 de novembro
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Educação inadequada
● F. L. Redefer, professor-emérito de educação superior da Universidade de Nova Iorque, não crê que as faculdades realmente preparem as pessoas para a vida. Por quê? Porque estas fazem com que tenham um ponto de vista estreito demais sobre a vida. “O que é novo a respeito dos problemas críticos da atualidade” escreve, “é que nenhum deles pode ser solucionado numa base nacional. . . . Antes de alguém se tornar advogado, médico, executivo comercial, ou professor, é preciso que seja um homem — que conheça a si mesmo e a outros, que pense por si mesmo como homem, antes de pensar em si mesmo como cidadão de qualquer país determinado . . . Precisa ser um homem preparado para viver e partilhar com outros o planeta terra.”
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