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Encontrando alegria em servir a DeusA Sentinela — 1964 | 15 de fevereiro
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se envolvia na Segunda Guerra Mundial. Veio então violenta e cruel ocupação pelas tropas alemãs nazistas. Fomos cortados de todo o contato com a matriz da Sociedade Torre de Vigia em Brooklyn, Nova Iorque. Não obstante as perseguições, veio o aumento. Sob a proscrição, envidamos maior esforço. No fim da guerra, tínhamos cerca de sete vezes mais em número do que antes de começar a guerra.
ORGANIZAÇÃO E TREINAMENTO
Entramos novamente em contato com a matriz da Sociedade Torre de Vigia nos Estados Unidos. Grande foi a nossa alegria quando, em 1946, dois dos formados de Gileade vieram organizar-nos teocraticamente. Regozijamo-nos com a afeição e interesse vital que a organização de Jeová nos demonstrou. Recebi privilégios adicionais, primeiro qual “servo aos irmãos”, daí qual servo da filial. Eram muitos os problemas e as dificuldades, mas também eram muitas as bênçãos.
Veio então o ano de 1950 e a Assembléia do Aumento da Teocracia, na cidade de Nova Iorque, juntamente com o treinamento especial na matriz do Betel de Brooklyn. À minha chegada em Nova Iorque, tive uma experiência incomum; pelo menos foi incomum para mim. As autoridades da imigração vieram a bordo do navio e me prenderam juntamente com alguns outros. Fomos então levados à ilha Ellis. Depois de longo interrogatório, fomos postos em liberdade no dia seguinte. Fiquei sem saber por algum tempo se iríamos realmente ver a América e assistir ao congresso cristão. Isto, naturalmente, aconteceu quando a guerra coreana estava em progresso e as autoridades norte-americanas vigiavam de perto as pessoas que vinham ao país. De modo que a nossa detenção foi uma medida de precaução, o que é bem entendido.
As assembléias seguintes em 1953 e 1958, na cidade de Nova Iorque, juntamente com o treinamento acompanhante, foram grandes ocasiões na minha vida. Poderia acrescentar, também, que as visitas do irmão Knorr a Atenas e a sua permissão de construir um belo edifício de três andares, para abrigar a família de Betel na Grécia, foram ocasiões emocionantes. Temos agora nesse edifício uma tipografia e escritórios.
Há uma fase da minha vida particular que gostaria de mencionar. Em 1953, tive o privilégio de tomar como esposa a irmã Phyllis, uma moça excelente. De modo que agora na minha vida cristã, tenho uma preciosa companheira. Usufruímos juntos o serviço de tempo integral a Jeová.
Foi em 1924 que me pus no caminho de Jeová. Desde então me tenho empenhado a trabalhar em íntima cooperação com a sua organização teocrática. Durante todos estes muitos anos da minha vida, tenho sentido a mão amorosa e orientadora de Jeová. Experimentei as Suas grandes misericórdias, proteção e amor. Tem sido uma vida rica, cheia de alegria. O que mais poderei dizer? Seja este também o seu quinhão feliz.
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O mordomo da cidadeA Sentinela — 1964 | 15 de fevereiro
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O mordomo da cidade
◆ Em Romanos 16:23 o apóstolo Paulo, escrevendo de Corinto, mandou saudações de alguns dos seus companheiros de trabalho; por exemplo: “Erasto, o mordomo da cidade, vos cumprimenta.” Aparentemente, Erasto cuidava das questões financeiras da cidade. Nas escavações de Corinto, em 1929, o Professor T. L. Shear descobriu um pavimento ou uma pedra de pavimentação com a seguinte inscrição: “ERASTVS PRO: AED: S: P: STRAVIT” (“Erasto, procurador e edil, colocou este pavimento à sua própria custa”). Não se sabe se o Erasto mencionado nesta inscrição era o mesmo mencionado por Paulo, mas crê-se que o pavimento seja do primeiro século E. C. — Biblical Archaeology de G. Ernest Wright, pás. 262.
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