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  • Um estudante da Bíblia visita o Luvre
    Despertai! — 1970 | 22 de março
    • contém um documento cuneiforme, chamada de Tábua Esagila (3.º século A. E. C.) Esta fornece a única descrição pormenorizada já descoberta do zigurate em Babilônia (uma das diversas de tais torres) que foi reconstruída por Nabopolassar e Nabucodonosor.

      Antes de sair da Sala IV, uma espiada nos outros mostruários de parede, exibindo pequenas estátuas de terracota e alabastro das lascivas sacerdotisas de Babilônia, o convencerão de que esta antiga cidade é símbolo apropriado da “mãe das meretrizes”, Babilônia, a Grande. — Rev. 17:3-5.

      O Castelo de Susã

      Passará agora para uma série de salas que recriaram a decoração que Mordecai e Ester conheciam em Susã ou Susã, o castelo, uma das capitais da Pérsia. (Ester 1:2) A Sala V (107) tem grandes mostruários de vidro no meio, contendo vasos pintados de Susã. Muitas vasilhas e pratos contêm inscrições de cruzes e até mesmo desenhos de suástica, provando que tais símbolos eram usados entre os pagãos milhares de anos antes de a cristandade e o nazismo os terem adotado. Sobre as paredes desta sala acham-se painéis de tijolos do palácio de Susã, representando touros e leões alados.

      Na Sala VI (108), um mostruário de vidro sobre uma base à direita contém um modelo em bronze de um alto, que data do século doze A. E. C., e é chamado de Sit Shamshi (Nascer do Sol). Embora encontrado em Susã, tal modelo é considerado como sendo a representação mais completa já encontrada do tipo de alto pagão que existia em Canaã no tempo dos israelitas. Mostra dois adoradores nus entre os pilares sagrados, postes sagrados, altares e outras representações pagãs. Bem ilustra Deuteronômio 12:2, 3 e; 1 Reis 14:23.

      Na Sala VII (109), verá uma coluna-capitel maciça do palácio de Dario I, o Persa, pai de Xerxes ou Assuero, marido de Ester. As salas seguintes contêm notável coleção de painéis vitralizados de tijolos em verde, turquesa, laranja e amarelo, mostrando procissões de arqueiros-lanceiros, leões, touros e grifos alados e chifrudos, todos os quais adornavam o palácio em que Ester arriscou a vida para servir a seu Deus, Jeová, e para salvar seu povo. Também são de interesse as coleções de sinetes e selos cilíndricos com suas impressões em argila. Estes fazem o estudante da Bíblia lembrar-se de Ester 8:2, 10-12.

      Deixando o mundo de Susã, descerá uma escadaria para a Cripta de Marengo. Na segunda alcova para a esquerda, verá grande pedra de basalto negro em forma de caixão, chamada de Sarcófago de Eshmunazar, rei de Sídon. Traz uma inscrição de 22 linhas de escrita cuneiforme que data de fins do quarto ou de princípios do terceiro século A. E. C. Este é o mais longo texto fenício antigo, depois da Pedra Moabita.

      Baais e Astartés

      Subindo os degraus que levam à Cripta Marengo, ver-se-á confrontado com imagens e estátuas de deuses e deusas pagãs, tais como os mencionados em Juízes 10:6. Erguendo-se junto à parede da Sala XVI (116), à direita quando deixa a escada, acha-se a Estela Amrit, com um baixo-relevo de Melkart, o Baal de Tiro. Notará que está sendo carregado por um leão. No mostruário de vidro à direita desta estela, há uma estatueta de uma deusa nua, também sendo carregada, desta vez, por dois leões.

      A Sala XVIII (117) exibe grande coleção de Baais e Astartés encontrada em Ras Shamra, o local da antiga cidade fenícia de Ugarit. Ao olhar as imagens de Baal e Astarté ou Astorete nos mostruários de vidro colocados no meio desta sala, notará como se dava ênfase à adoração do sexo ou fertilidade e à violência. Ver estas coisas o ajudará a entender a sabedoria e a necessidade da condenação feita pela Bíblia à idolatria, e uma das razões pelas quais Jeová chamou a estes deuses de ‘coisas repugnantes’. — 2 Reis 23:13-15.

      Num mostruário achatado de vidro à esquerda se acham algumas tabuinhas de argila encontradas em Ras Shamra. Crê-se que datam do décimo quarto e décimo terceiro séculos A. E. C., e são de interesse porque representam exemplos primitivos da escrita alfabética cuneiforme (diferente da escrita silábica) e contêm pormenorizada descrição da religião pervertida de Canaã.

      À esquerda da porta situada à direita, que dá para a Sala XIX (118) acha-se grande estela de pedra que representa Baal como o deus da tempestade. Na Sala XX (120), poderá ver o deus da tempestade sírio chamado Hadade. Sua estela se acha à esquerda desta sala semelhante a um corredor, e é representado como sendo carregado por um touro. Junto dele se acha a estela de Ishtar, a deusa-mãe babilônica, também sendo levada por um animal, um leão.

      Deixando os Baais e Astartés, em seguida se achará envolvido na atmosfera do Império Assírio, a segunda potência mundial da história bíblica. Na Sala XXI (121) verá, à esquerda, dois mostruários achatados contendo peças de marfim encontradas no posto avançado assírio de Arslan Tash. A primeira mostra o trabalho em marfim do leito de Hazael, rei da Síria, e a segunda mostra uma peça de marfim realmente inscrita com o nome de Hazael em aramaico. Este nome, “Hazael”, faz lembrar ao estudante da Bíblia o relato de 2 Reis, capítulos 8-10, 12, 13.

      Sua visita ao Luvre findará no meio dos ornamentos que decoravam o palácio do Rei Sargão II em Corsabade, a nordeste de Nínive. Todos estes artefatos são de particular interesse para o estudante da Bíblia, porque, durante anos, a Bíblia era o único documento histórico conhecido que mencionava este imperador assírio. (Isa. 20:1) Verá, à esquerda, imensos painéis de pedra que representam troncos de cedros do Líbano sendo feitos flutuar pela costa fenícia.

      Sargão II era o pai de Senaqueribe, que foi assassinado depois de se ver miraculosamente frustrado em sua tentativa de tomar Jerusalém. Senaqueribe foi sucedido pelo seu filho, Esar-Hadom, mencionado em 2 Reis 19:37. Poderá ver este rei posterior ser representado numa placa de bronze, acompanhado por sua mãe, Naqi’a-Zakutu. Isto se acha num mostruário de vidro à direita, na Sala XXI (121).

      Passando para a Sala XXII (122), ficará impressionado pelos colossais touros-alados com cabeças humanas que decoravam o palácio de Sargão. Ver estas antigüidades assírias ajuda a pessoa a compreender por que a Bíblia falou do “rei da Assíria e toda a sua glória”, e profetizou à infiel Judá que “terá de ocorrer o esticamento de suas asas para encher a largura da tua terra”. — Isa. 8:7, 8.

      Naturalmente, há muito mais a se ver no Luvre. A seleção acima representa, aproximadamente, uma visita de duas horas. Há uma saída do museu logo por trás das escadas que saem da próxima Cripta de S. Germain l’Auxerrois. O leitor se encontrará frente a frente com a igreja católica de S. Germain l’Auxerrois, cujos sinos deram o sinal para o horrível massacre da noite de S. Bartolomeu contra os protestantes franceses em 1572. Mas, essa é outra estória.

  • A substância mais dura
    Despertai! — 1970 | 22 de março
    • A substância mais dura

      ● O diamante é a substância natural mais dura conhecida pelo homem. A maioria dos diamantes — cerca de 80 por cento — não são adequados para serem usados em jóias, mas são usados em peças industriais para cortar, esmerilhar e perfurar.

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