BIBLIOTECA ON-LINE da Torre de Vigia
BIBLIOTECA ON-LINE
da Torre de Vigia
Português (Brasil)
  • BÍBLIA
  • PUBLICAÇÕES
  • REUNIÕES
  • w77 15/3 p. 171
  • Por dentro das notícias

Nenhum vídeo disponível para o trecho selecionado.

Desculpe, ocorreu um erro ao carregar o vídeo.

  • Por dentro das notícias
  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1977
  • Subtítulos
  • Brinquedos de Guerra Prejudicam as Crianças
  • A Fidelidade É Superior
  • Corroborada a História Bíblica
A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1977
w77 15/3 p. 171

Por dentro das notícias

Brinquedos de Guerra Prejudicam as Crianças

● Numa convenção internacional de peritos em puericultura, em Salônica, na Grécia, foi salientado que as brincadeiras das crianças não são apenas alguma atividade inocente, sem objetivo; são também uma manifestação da existência humana. Permitem à criança aprender normas de comportamento e comunicar seus sentimentos ao mundo que a rodeia.

Deu-se ênfase especial aos aspectos negativos de dar às crianças, como brinquedos, imitações de armas de guerra. Houve consenso no sentido de que tais brinquedos de guerra cultivam a tendência de agressão nas crianças. Por este motivo, fez-se a proposta de que os governos imponham controles às indústrias que fabricam tais brinquedos.

Os pais que respeitam a vida e as leis de Deus observam que a Palavra dele lhes diz que devem “forjar das suas espadas relhas de arado, e das suas lanças, podadeiras. . . . Nem aprenderão mais a guerra.” (Isa. 2:4) A Palavra de Deus aconselha também: “Empenhemo-nos pelas coisas que produzem paz e pelas coisas que são para a edificação mútua.” (Rom. 14:19) Por isso, os pais conscienciosos não permitirão que seus filhos usem brinquedos que desenvolvam a hostilidade e o desrespeito pelo dom da vida dado por Deus.

A Fidelidade É Superior

● Atualmente, em todo o mundo, as normas de moral estão em declínio. São cada vez mais os casados que mantêm relações sexuais fora do vínculo matrimonial. Contudo, os estudos mostram que a maioria daqueles que cometem adultério não encontram felicidade.

O Professor de Sociologia C. B. Broderick, da Universidade do Sul da Califórnia, declarou que as seculares proibições morais, nos “milhares de sociedades que têm condenado a infidelidade”, estão bem fundadas. Ele disse: “Estas tradicionais proibições morais baseiam-se em certas [verdades] fundamentais referentes às relações humanas. Entre estas encontra-se o princípio de que nenhuma sociedade pode funcionar sem a expectativa de que se honram os contratos sociais e que nenhum contrato social é de qualquer valor, a menos que se exija a fidelidade dos sócios ao contrato.”

Este sociólogo observou que sujeitar-se a um “princípio básico, tal como a Regra Áurea, parece impedir qualquer ato [tal como o adultério] que pode potencialmente devastar outra pessoa. Embora eu tenha observado a angústia que a infidelidade pode causar, nunca vi ninguém ser destruído pela fidelidade”.

Depois de citar vários pontos em corroboração, ele concluiu: “Por todos estes motivos, considero a fidelidade marital de grande valor para as pessoas, para casais, para famílias e para toda a estrutura social.” Este conceito harmoniza-se com o do originador do casamento, Jeová Deus, que declarou: “O matrimônio seja honroso entre todos e o leito conjugal imaculado, porque Deus julgará os fornicadores e os adúlteros.” — Heb. 13:4; Pro. 5:1-23.

Corroborada a História Bíblica

● Dois recentes achados arqueológicos fornecem uma interessante corroboração do registro histórico da Bíblia. Uma antiga fortaleza judaica no deserto do Sinai possuía inscrições hebraicas e fenícias, noticiou o Jornal “Times” de Nova Iorque, as quais são “consideradas duplamente significativas, porque várias delas mencionam ‘Jeová’, o nome tradicional de Deus”.

Em adição a isso, cerca de 15.000 tabuinhas de argila foram encontradas no lugar da antiga cidade cananéia de Ebla, agora na parte norte da Síria. Calcula-se que elas sejam de mais de 2.000 anos A. E. C. Essas tabuinhas contêm muitos nomes e lugares bíblicos contemporâneos, inclusive “Urusalima” (Jerusalém), dos quais se diz que são mais antigas, em centenas de anos do que as outras referências a Jerusalém. Os investigadores ficaram espantados com as similaridades das tabuinhas com o antigo hebraico.

Os eruditos esperam também que esses registros revelem algo sobre o motivo de a religião de Israel ter sido tão drasticamente diferente das religiões politeístas, imorais, vizinhas. O arqueólogo David Freedman, da Universidade de Michigan, EUA, observou que a adoração dos hebreus era “uma grande mutação de todas as religiões que a precederam”. A explicação, porém, não está na investigação da história dos cananeus politeístas. A religião de Israel não era apenas outra religião folclórica, adquirida. Apenas uma religião de fonte externa podia ser tão completamente diferente. A Bíblia mostra que essa fonte era Deus. — Jos. 24:14, 15.

    Publicações em Português (1950-2026)
    Sair
    Login
    • Português (Brasil)
    • Compartilhar
    • Preferências
    • Copyright © 2025 Watch Tower Bible and Tract Society of Pennsylvania
    • Termos de Uso
    • Política de Privacidade
    • Configurações de Privacidade
    • JW.ORG
    • Login
    Compartilhar