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A perturbação no sol simbólico traz angústia à terraA Sentinela — 1967 | 1.° de abril
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deixou desde então de abrasar o povo. Pelo contrário, tem piorado. Terrível perseguição foi movida contra as testemunhas de Jeová da parte de Hitler, pior do que a que ele infligiu aos judeus. Veio então a Segunda Guerra Mundial, que se provou muitas vezes mais destrutiva que a Primeira Guerra Mundial. Atingiu o clímax com a explosão das bombas atômicas sobre o Japão. Agora, o flagelo comunista e o temor que este traz, junto com a possibilidade da guerra nuclear, que os cientistas temem que varra da terra a humanidade, faz que muitas pessoas fiquem pensando por quanto tempo a pessoa poderá suportar o calor abrassador do “sol” do mundo.
26. Como é o povo de Jeová confortado pelo verdadeiro “sol”, mas, qual é a situação daqueles que se voltam para o “sol” do mundo?
26 As testemunhas de Jeová, por outro lado, continuam a aumentar tanto em paz como em números, pois muitas pessoas vêem que elas possuem a verdadeira luz da Palavra de Deus, que o salmista chamou de “lâmpada para o meu pé . . . e luz para o meu caminho”. (Sal. 119:105) Assim como Jeová Deus, em sua bondade imerecida e em seu amor pela humanidade, criou para ela todas as coisas, para o seu conforto, inclusive o sol, que provê a energia para a vida do homem, bem como a luz para sua orientação, assim também proveu o “sol da justiça” simbólico para o esclarecimento, vida e bênção eternos da humanidade. Centenas de milhares têm esperança de alcançar o cumprimento da promessa de Deus: “Para vós, que temeis ao meu nome, certamente brilhará o sol da justiça, com a cura em suas asas.” (Mal. 4:2) De maneira oposta, os homens que continuam a se voltar para o “sol” deste mundo, que estão sendo horrivelmente abrasados, tornam-se cada vez mais blasfemos e irados contra o nome de Deus. Não se arrependem, de forma a lhe dar glória. A praga continuará sobre eles até que sejam removidos, junto com o “sol” do mundo, na batalha do Armagedom.
Para a consideração das três pragas restantes de Revelação, capítulo 16, vejam-se os próximos números de A Sentinela, ou o livro “Caiu Babilônia, a Grande!” O Reino de Deus já Domina!, em inglês, da Sociedade Torre de Vigia de Bíblias e Tratados, Brooklyn, Nova Iorque, EUA.
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A Bíblia – “pessoas reais e eventos reais”A Sentinela — 1967 | 1.° de abril
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A Bíblia — “pessoas reais e eventos reais”
Com referência aos projetos arqueológicos em Siquém e em outras cidades mencionadas na Bíblia, o Dr. G. Ernest Wright, arqueólogo e conservador do Museu Semítico da Universidade de Harvard, afirmou: “Não estamos procurando monumentos ou tesouros. Naquilo que os arqueólogos do passado talvez considerassem como fragmentos, estamos ajuntando os verdadeiros fatos de nosso passado — a vida do dia conforme foi vivida há cinco mil anos atrás. E é estimulante e recompensador verificar que a Bíblia não é mero testamento de fé, mas um testamento que surgiu em relação com pessoas reais e eventos reais num pais que é a ponte entre a Ásia e a África.” — Popular Mechanics, abril de 1984, página 230.
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