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  • Onde obteve Moisés as suas informações?
    A Sentinela — 1971 | 1.° de dezembro
    • início muito antes do Dilúvio. (Gên. 4:17, 21, 22) Portanto, é razoável que os homens tivessem pouca dificuldade em desenvolver um método de escrita. E a evidência arqueológica indica que a escrita existia por bastante tempo antes do tempo de Moisés. Precisa-se reconhecer, porém, que falta um testemunho direto a respeito da existência de escrita antediluviana.

      É verdade que o rei assírio Assurbanipal falou em ler “inscrições em pedra desde o tempo antes do dilúvio”. Mas estas inscrições talvez só precedessem a uma inundação local de consideráveis proporções ou podem ter sido narrativas que supostamente se relacionavam com acontecimentos anteriores ao Dilúvio. Por exemplo, o que se conhece como “As Listas de Reis Sumerianos”, depois de mencionar que oito reis reinaram durante 241.000 anos, declara: “(Então) o Dilúvio arrasou (a terra).” É evidente que este registro não é autêntico.

      Segundo a cronologia bíblica, o dilúvio global dos dias de Noé ocorreu em 2370 A. E. C. Os arqueólogos atribuíram datas anteriores a esta a numerosas tabuinhas de argila, que escavaram. Mas estas tabuinhas de argila não são documentos datados. Portanto, as datas que lhes atribuíram são apenas conjeturas e não fornecem base sólida para se estabelecer uma relação no tempo com o dilúvio bíblico. Não se sabe definitivamente de nenhum dos artefatos escavados que remontem aos tempos antediluvianos. Os arqueólogos que atribuíram objetos ao período antediluviano fizeram isso baseados em achados que, no melhor dos casos, só podem ser interpretados como evidenciando um grande dilúvio local.

      De modo que não há maneira para se determinar definitivamente que Moisés obteve parte de suas informações de registros antediluvianos e pós-diluvianos. Tampouco há qualquer fundamento para se refutar que as tenha obtido assim, pois a escrita já esteve por muito tempo em uso, para transmitir informações. Não obstante, a fonte das informações de Moisés não precisava ter sido registros escritos, anteriores. É evidente que alguém teve de obter informações por revelação divina a respeito dos eventos anteriores à criação do homem. De modo que Moisés pôde ter obtido esta matéria, bem como a restante, por revelação direta de Deus. Mas, se ela foi revelada a outra pessoa, sem ser Moisés, esta informação e a base para a parte remanescente do livro de Gênesis podiam ter sido transmitidas a Moisés por tradição oral. Devido à longa duração da vida dos homens daquele período, a informação podia ter sido transmitida desde o primeiro homem Adão até Moisés por intermédio de apenas cinco elos humanos, a saber, Metusalém, Sem, Isaque, Levi e Anrão. Isto, naturalmente, teria exigido que o último elo tradicional, Anrão, tivesse todo o livro de Gênesis na cabeça.

      No momento não se pode chegar a nenhuma conclusão definitiva quanto à fonte direta da qual Moisés obteve as informações que registrou. Ele as pôde ter recebido por revelação direta, por tradição oral ou por registros escritos. Talvez as três fontes estivessem envolvidas. Deve ser lembrado, porém, que o importante não é a fonte direta, mas que Jeová Deus, por meio de seu espírito, orientou o profeta Moisés a escrever a narrativa fidedigna preservada no registro de Gênesis.

  • O que a rejeição de Gênesis significaria
    A Sentinela — 1971 | 1.° de dezembro
    • O que a rejeição de Gênesis significaria

      “Os que rejeitam a narrativa de Gênesis talvez não se dêem conta de que, ao fazerem isso, estão rejeitando o cristianismo. Por quê? Porque o sacrifício resgatador de Jesus Cristo tornou-se necessário em resultado do que o próprio Adão fez.” — É a Bíblia Realmente a Palavra de Deus?, página 34.

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