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  • A arqueologia e a terra apóiam a palavra da verdade
    A Sentinela — 1969 | 15 de março
    • hebreu bíblico, ela foi erigida pelo Rei Mesa, parcialmente para comemorar a sua revolta. Esta pedra foi encontrada em 1868 dentro do território de Moabe, aproximadamente a meio caminho ao longo do lado oriental do Mar Morto. O rei de Moabe mostrou ser adorador do deus Quemós. Ele menciona no seu relato o nome do Deus de Israel, Jeová. O deus falso, Quemós, não pôde salvar Moabe. O escrito de Mesa, na Pedra Moabita, não pôde encobrir a vitória de Jeová sobre Moabe. Disse Jeremias: “Pereceu o povo de Quemós.” E Sofonias profetizou: “A própria Moabe tornar-se-á como Sodoma e os filhos de Amom como Gomorra.” (Jer. 48:46; Sof. 2:9) Assim foi o caso de Mesa e de seu povo, os moabitas. A Pedra Moabita não só usa o Tetragrama em caracteres hebraico-fenícios, mas menciona quatorze lugares encontrados no registro bíblico. Esta pedra tem estado disponível por muito tempo aos pesquisadores da Bíblia.

      10. Onde jazem as ruínas de Sodoma e Gomorra, e isto segundo que autoridade?

      10 “A própria Moabe tornar-se-á como Sodoma e os filhos de Amom como Gomorra”, declarou Sofonias. Qual foi a sorte de Sodoma e Gomorra, e as cidades vizinhas da baixada? “Hoje podemos dizer com segurança que . . . o enigma da destruição das duas cidades foi solucionado”, declara Werner Keller. A solução é que estas cidades corrutas da baixada jazem em ruínas na região que atualmente está sob a superfície das águas da extremidade meridional do Mar Morto, cujas águas estão num nível mais elevado do que estavam antes da destruição destas cidades. De certo é verdade que, “desde . . . que Israel consolidou sua ocupação da . . . Palestina . . . a tradição bíblica é cada vez mais iluminada por material arqueológico e documentário de toda espécie”. “Em suma, podemos agora novamente tratar a Bíblia, do princípio ao fim, como documento autêntico de história religiosa”, diz o arqueólogo Albright.

      11. Mencione as “maravilhas” aqui alistadas e situe cada uma delas, conforme apresentada nos mapas acompanhantes.

      11 O cumprimento das declarações proféticas de Jeová sobre a destruição de seus inimigos, conforme se achavam concentrados nas diversas cidades do seu tempo, se mostra nas ruínas destas cidades. Tais ruínas são confirmações maravilhosas da exatidão das declarações dos profetas de Deus. Tais “maravilhas”, segundo alistadas por uma autoridade, incluem Tiro, Sídon, Batel, Samaria, Jerusalém, Babilônia e as nações do Egito, de Edom e dos filisteus. Locais que foram cenário de escavações para pesquisas arqueológicas incluem: Hazor, Corazim, Nazaré, Cesaréia, Samaria, Siquém, Silo, Betel, Jericó, Gibeão, Gibeá, Jerusalém, Qumram, BeteZur, Laquis, Debir e Ezion-Géber, e isto de modo algum completa a lista.

      12. O que foram Laquis e Aseca, onde estavam situadas e que apoio dão agora à Palavra de Deus?

      12 No grande mapa publicado neste número, encontrará Laquis, na Sefelá, perto da qual se achava Aseca. Escavaram-se as ruínas de ambas estas cidades. Destas escavações vieram tesouros arqueológicos que estabelecem uma multidão de pormenores em confirmação dos relatos bíblicos. Em 1935, nas ruínas da sala da guarda da casa do Portão Duplo, foram encontrados dezoito cacos de cerâmica com escrita. Estes resultaram ser várias cartas, e a coleção é agora conhecida como as “Cartas de Laquis”. Elas confirmam a menção bíblica de sinais de fogo, em Jeremias 6:1, e Laquis como cidade vizinha de Aseca, mencionada em Jeremias 34:7. Confirmam as Escrituras ao mencionarem Laquis e Aseca como as últimas duas cidades fortificadas que restavam. Confirmam o fato de que Judá desceu ao Egito em busca de ajuda, em violação das ordens de Jeová. Temos nas “Cartas de Laquis” o registro deste posto avançado militar resistindo a Nabucodonosor. Além disso, elas mostram que os judeus, naquele tempo, não tinham objeção a usar o nome de Jeová. As quatro letras hebraicas, o Tetragrama, do nome de Deus, Jeová, estão incluídas nas “Cartas de Laquis”.

      13. (a) Quais são alguns dos lugares encontrados atualmente em Samaria, que apóiam a Bíblia? (b) Que outros pontos pode o viajante ver hoje em dia? Onde estão situados no mapa?

      13 No capítulo oito de Josué, o relato diz que o monte Ebal foi o lugar onde Josué construiu um altar a Jeová, e o povo de Israel, seus anciãos, oficiais, juízes, sacerdotes, levitas, residentes forasteiros e nativos, todos se ajuntaram diante do monte Ebal e diante do monte Gerizim. Leram-se para Israel as bênçãos e as maldições. O monte Gerizim e o monte Ebal existem ali hoje em dia. Poderá visitá-los. Em 1963, centenas de testemunhas de Jeová foram visitar este local geográfico e outros locais na Terra da Promessa, e lá, na parte meridional da terra de Samaria, na vizinhança do monte Gerizim e do monte Ebal, muitas delas, assim como Jesus, beberam água da Fonte de Jacó, perto da aldeia de Sicar, onde ainda corre o frio e refrescante rio subterrâneo. O rio Jordão, o Mar da Galiléia, as cidades de Belém e Hébron, o vale de Hinom, junto com muitos e muitos outros locais geográficos, ainda se encontram ali e poderá vê-los. Qualquer um pode vê-los, e, tanto quanto ainda são observáveis, atualmente, eles apóiam a Palavra da verdade.

      14. Atualmente, que corresponde à vista que Jesus teve quando sentado no Monte das Oliveiras?

      14 Estes últimos exemplos mencionados são bastante óbvios, e o mesmo se dá com o seguinte, confirmando a exatidão do ambiente bíblico da grande profecia de Jesus. Marcos 13:3 diz: Jesus “estava sentado no Monte das Oliveiras, com o templo à vista”. O Monte das Oliveiras ainda existe ali hoje. Do seu alto pode olhar para o oeste, além do Jardim de Getsêmane, por cima do vale do Cédron para os muros orientais da atual cidade de Jerusalém, e pode ver o local onde, nos dias de Jesus, se erguia o maravilhoso templo, conforme representado no calendário de 1968 da Sociedade Tôrre de Vigia. O lugar antes ocupado pelo templo é agora ocupado por uma mesquita muçulmana, o Zimbório da Rocha. O lugar está ali, a terra está ali, a geografia confirma Marcos 13:3. Quando Jesus estava sentado no Monte das Oliveiras, ele tinha o templo à vista, e o local do templo está àvista hoje, de cima do Monte das Oliveiras.

      15. Além da Bíblia, que prova há da existência de Pôncio Pilatos? Onde foi encontrada?

      15 Pôncio Pilatos figurou no ministério de Jesus, quando este ministério se aproximava do seu fim, e foi bastante recente que Cesaréia, na planície costeira, contribuiu com um valioso achado arqueológico com referência a Pôncio Pilatos, governador romano de Jerusalém no tempo de Cristo Jesus. Pilatos era conhecido apenas pelo registro a seu respeito na Bíblia e nos escritos de antigos historiadores, especialmente Josefo, mas desconhecia-se qualquer evidência arqueológica a seu respeito. No entanto, em 1961, uma expedição arqueológica italiana, da Universidade de Milão, encontrou perto de Cesaréia uma placa de pedra, do tamanho de uns oitenta por sessenta centímetros, contendo escrita que inclui os nomes latinos de Pôncio Pilatos e Tibério. Isto constitui prova arqueológica da existência de Pilatos. As testemunhas de Jeová sabem que Pilatos existiu, por causa daquilo que se diz na Bíblia. Quanto aos que negam a Bíblia: que vão fazer com a inscrição referente a Pôncio Pilatos?

      16. De que proveito é para nós o apoio que a arqueologia dá à Bíblia?

      16 A relação do apoio da terra à Palavra da verdade prossegue, e apresentamos aqui apenas uma pequena porção dele. Que efeito deve tal conhecimento ter sobre nós? De que proveito é para nós? De que proveito é para nós o apoio à Bíblia dado pela arqueologia? Em que sentido é a maravilhosa dádiva que Jeová deu na forma da Terra da Promessa de ajuda para nós, nesta data tardia? O conhecimento da Bíblia e da terra, o apoio à Bíblia pela arqueologia e pela própria terra, devem aumentar nosso aprêço pela Palavra da verdade. Assim como a descoberta de manuscritos antigos ajudou a restabelecer o puro texto original da Bíblia, assim a descoberta da multidão de artefatos resultou numa confirmação convincente de que as coisas declaradas no texto bíblico são histórica, cronológica e geograficamente dignas de confiança, até nos mínimos detalhes.

      17, 18. (a) Qual é o conceito publicado do principal bibliotecário do Museu Britânico? (b) Do arqueólogo Glueck?

      17 A arqueologia confunde assim os críticos da Bíblia. Um famoso erudito britânico, diretor e principal bibliotecário do Museu Britânico, durante muitos anos, disse a respeito da Bíblia: “A evidência da arqueologia tem servido para restabelecer a sua autoridade e também para aumentar seu valor, por torná-la mais inteligível, através de um conhecimento mais pleno de seu fundo histórico e seu ambiente. A arqueologia ainda não disse a última palavra; mas os resultados já alcançados confirmam o que a fé sugere, que a Bíblia só pode ganhar com o aumento do conhecimento.”

      18 O arqueólogo Nelson Glueck, no seu livro Rivers in the Desert (Rios no Deserto; 1959, p. 31), diz: “Na realidade, porém, pode-se dizer categòricamente que nenhuma descoberta arqueológica refutou alguma vez qualquer referência bíblica.”

      19. (a) O que é confirmado pela arqueologia? (b) Como nos podemos familiarizar com a Terra da Promessa?

      19 Enumeremos ou reenumeremos os benefícios trazidos à causa da verdade e à Palavra de Deus pelos fatos da arqueologia. A arqueologia: confirma as narrativas patriarcais, a regência de Saul, o reinado de Davi, ajuda na localização de lugares geográficos, ajuda em fixar a cronologia de eventos bíblicos, informa-nos sobre os costumes e a cultura dos tempos bíblicos, apresenta o fundo histórico da Bíblia e auxilia na compreensão do significado de algumas palavras bíblicas. Inegavelmente, a terra da Palavra da verdade existe; está ali. Portanto, vamos familiarizar-nos com ela tanto quanto podemos? Quando num relato bíblico ou em nosso estudo da Palavra de Deus se mencionam lugares e regiões, vamos consultar os mapas que temos em nossas Bíblias, ou outros mapas, e localizar tais lugares? Queremos aumentar nossa compreensão do que lemos na Bíblia? Certamente que queremos. Ter uma visão da geografia aumenta nossa compreensão da palavra escrita (algo que devemos desejar). Podemos aos poucos familiarizar-nos com a Terra da Promessa e assim ficar mais familiarizados com a própria Bíblia.

      20. Como devemos corresponder à dádiva da terra e da Palavra feita por Jeová?

      20 A terra enaltece seu Criador. Alegramo-nos com o seu enaltecimento. A dádiva vindica o Dador. Regozijamo-nos com a vindicação de Jeová, amamos e apreciamos a dádiva da Palavra de Deus. Dizemos, com o Salmo 119:130, 140: “A própria exposição das tuas palavras dá luz, fazendo que os inexperientes entendam. Tua declaração é muitíssima refinada e teu próprio servo a ama.” Somos servos de Jeová. Amamos a sua Palavra da verdade!

      21. De que significação é para nós Josué 23:14?

      21 Os críticos e os que contradizem a Palavra de Deus não têm nada para oferecer senão falsidade, dúvidas, perplexidade e deturpação. Isto não é para nós. Antes, as testemunhas de Jeová reconhecem a verdade expressa por Josué, a quem se juntam em dizer: ‘Nós bem sabemos, de todo o nosso coração e de toda a nossa alma, que não falhou nem uma única de todas as boas palavras que Jeová, nosso Deus, nos falou. Todas elas se cumpriram para conosco. Nem uma única palavra delas falhou.’ — Jos. 23:14.

  • Resultados de repetidas visitas a uma casa
    A Sentinela — 1969 | 15 de março
    • Resultados de repetidas visitas a uma casa

      É notável que um ministro cristão visitasse quase que de contínuo, durante cerca de quinze anos, uma casa para dirigir estudos bíblicos com os moradores dela. No entanto, em Akron, Ohio, EUA, foi isto que aconteceu, conforme se explica:

      “Há cerca de quinze anos, quando pregava de casa em casa, coloquei o compêndio bíblico ‘Seja Deus Verdadeiro’ com uma senhora. Logo comecei um estudo bíblico domiciliar com ela, e, depois de dois anos, ela se batizou em símbolo de sua dedicação para servir a Jeová Deus. No entanto, com o tempo, esta senhora se mudou daquela casa.

      “Tempos depois, de novo eu fazia visitas ministeriais nessa vizinhança quando encontrei os novos inquilinos. Estes incluíam um senhor, sua esposa e seus filhos. Esta família, também, concordou em receber um estudo bíblico, e de novo usamos o compêndio ‘Seja Deus Verdadeiro’. Progrediram em conhecimento bíblico, e, mais tarde, o senhor dedicou a vida a servir a Deus. Mas, isto não é tudo.

      “Depois de algum tempo, pude iniciar um estudo bíblico com diversos jovens que se mudaram para tal casa. A mensagem caiu em corações receptivos, porque dois dos rapazes por fim simbolizaram sua dedicação a Jeová Deus pelo batismo em água. Um deles por fim se tornou ministro pioneiro de tempo integral.

      “Talvez pense que possivelmente não poderia haver mais nenhuma acolhida naquela casa. Não obstante, novos inquilinos se mudaram para lá, e, em certo domingo de manhã eu fazia visitas ministeriais na vizinhança, junto com minha filha. Eu disse a ela: ‘Se alguém me convidar a entrar, creio que iniciarei um estudo bíblico.’ A senhora da casa nos convidou a entrar, dizendo que desejava ver na Bíblia o nome de Jeová. Foi iniciado um estudo bíblico no livro ‘Seja Deus Verdadeiro’, e os moradores progrediram ao ponto de dedicar suas vidas a Deus e foram batizados em 1966.

      “Ainda, isto não é tudo. Sabe, há novos inquilinos agora morando naquela casa. E, recentemente, quando fazia visitas ministeriais na vizinhança, coloquei o compêndio bíblico ‘Coisas em Que É Impossível Que Deus Minta’ com os moradores, um senhor e sua esposa. Realizo agora um estudo bíblico domiciliar com eles.”

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