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  • É a Bíblia realmente veraz?
    Despertai! — 1984 | 8 de janeiro
    • Senaqueribe, ou Prisma de Taylor. Em escrita cuneiforme ele apresenta a versão de Senaqueribe sobre suas proezas. Menciona-se Ezequias? Fala algo sobre o tributo? Uma tradução diz:

      “Quanto a Ezequias, o judeu, que não se submeteu a meu jugo, 46 de suas cidades fortes, muradas, bem como as cidadezinhas vicinais, . . . eu sitiei e capturei.” O relato continua: “Ele mesmo, como pássaro engaiolado, eu confinei em Jerusalém, sua cidade real.” Queira notar que Senaqueribe não afirma ter conquistado Jerusalém, o que se harmoniza com o relato bíblico. Mas, que dizer do tributo? “Eu majorei o tributo anterior, e impus-lhe que efetuassem como pagamento anual, um imposto . . . 30 talentos de ouro e 800 talentos de prata . . . [e] todo tipo de tesouros valiosos.” A versão bíblica se harmoniza claramente com o Prisma de Senaqueribe, exceto no valor do tributo em prata. Deve isso nos fazer duvidar da exatidão da Bíblia? Por que deveríamos crer na versão jactanciosa de Senaqueribe, em vez de no relato bíblico de estilo modesto?

      No relato do Prisma de Senaqueribe ele também afirma que levou 200.150 prisioneiros de Judá, ao passo que o registro bíblico mostra que ele mesmo sofreu uma terrível perda de 185.000 soldados numa só noite. (2 Reis 18:13 a 19:36) Como podemos explicar estas diferenças?

      Em seu livro Luz do Passado Remoto (em inglês), o professor Jack Finegan fala do “tom geral de jactância que permeia as inscrições dos reis assírios”. O professor Olmstead, em Historiografia Assíria (em inglês), dá esta opinião: “Quando Senaqueribe nos diz que tomou de . . . Judá nada menos do que 200.150 prisioneiros, e isso apesar do fato de que a própria Jerusalém não foi capturada, podemos descontar os 200.000 como fruto da fantasia exuberante do escriba assírio e aceitar os 150 como algo mais próximo do número real capturado.”

      Evidentemente, informes de guerra exagerados não são peculiares ao século 20! E deixar de reconhecer uma fragorosa derrota em anais oficiais não é nada novo. Mas o ponto é que a inscrição no Prisma de Taylor denota a exatidão da Bíblia!

      4. Tomemos mais um exemplo de história bíblica confirmada. Quando os israelitas ocuparam a Terra Prometida mais de 3.400 anos atrás, a tribo de Dã ocupou território ao norte da Galiléia. O registro bíblico diz:

      “E os filhos de Dã passaram a subir e a guerrear contra [a cidade cananéia de] Lesem [Laís], e passaram a capturá-la . . . e começaram a chamar Lesem [pelo nome] de Dã, de acordo com o nome de Dã, seu antepassado.” — Josué 19:47; Juízes 18:29.

      Existiu realmente esta cidade? Foi alguma vez chamada Dã? Em Tel-el-Quadi, em 1976, o arqueólogo Avraham Biran descobriu uma placa de calcário com uma inscrição em grego e aramaico. O texto grego refere-se a uma pessoa chamada Zoilos, que fez um voto ao “deus que está em Dã”. Assim, os arqueólogos sabem que estão trabalhando no sítio arqueológico da antiga cidade israelita de Dã, antes conhecida como Laís ou Lesem. De novo a Bíblia revela ser exata. Isto poderia ser ilustrado adicionalmente com muitos outros exemplos de achados arqueológicos, se o espaço permitisse.

      É a Bíblia Uma Base Confiável?

      Na verdade, vez após vez a Bíblia tem sido usada pelos arqueólogos para estabelecer a localização geográfica de muitos antigos sítios arqueológicos. O valor da Bíblia neste respeito é acentuado pelo arqueólogo Yohanan Aharoni, que escreveu: “A Bíblia continua sendo a principal fonte de geografia histórica da Palestina no período israelita. Suas narrativas e descrições refletem seu meio ambiente geográfico bem como os eventos históricos que ocorreram. Ela contém referências a uns 475 nomes geográficos locais, muitos deles em contextos que suprem detalhes pertinentes sobre a natureza, a localização e a história do lugar.” Isto se dá apesar de “a Bíblia não ser nem compêndio de geografia nem enciclopédia”.

      Quanto mais a pessoa se aprofunda no estudo dos fatos e artefatos (restos antigos) relacionados com a Bíblia, tanto mais forte se torna seu apreço pela sua exatidão. Mas, fatos e artefatos são uma coisa. Interpretações, teorias e especulações são outra. São os arqueólogos sempre unânimes em suas interpretações? São sempre absolutamente objetivos? Devem suas teorias ser preferidas, em detrimento do relato histórico da Bíblia?

  • Deve a arqueologia fazê-lo duvidar da Bíblia?
    Despertai! — 1984 | 8 de janeiro
    • Deve a arqueologia fazê-lo duvidar da Bíblia?

      POR QUE interessa hoje a arqueologia? Porque ela é um valioso instrumento na investigação do passado do homem. Por exemplo, por meio dela elucidam-se a geografia e a história das terras bíblicas e seus povos. Depende muito das ciências exatas e aspira alcançar o padrão de exatidão destas. Mas, existe um fator fundamental que age contrário a essa consecução — o fator humano. Todo arqueólogo tem crenças, quer seja ateísta, agnóstico, cristão, judeu ou muçulmano. Até que ponto tais crenças ou idéias preconcebidas influenciam suas interpretações? Pode isso impedi-lo de chegar a conclusões corretas?

      A pesquisa arqueológica é uma espécie de trabalho de detetive. Escava-se evidência circunstancial, em forma de artefatos

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