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  • Balança
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    • exatidão ao se usar a balança (Lev. 19:35, 36), pois lhe era detestável a balança fraudulenta. (Pro. 11:1; 16:11; Eze. 45:10) Pode-se fazer com que a balança se torne inexata por meio de braços de tamanhos diferentes, ou pode-se torná-la menos sensível por meio de braços relativamente curtos, ou por fazer com que o travessão seja mais grosso e mais pesado. Às vezes os israelitas utilizavam fraudulentamente a balança (Osé. 12:7; Amós 8:5), e multiplicavam o engano por usarem pesos (massas) inexatos, um conjunto para compras e outro para vendas. — Pro. 20:23.

  • Balaque
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    • BALAQUE

      [devastador]. Rei de Moabe, adorador de Baal, do século quinze A.E.C.; filho de Zipor. O povo de Balaque estava atemorizado e cheio dum “pavor mórbido” quando viu o que Israel fizera com os amorreus. Coligado com Midiã, Balaque mandou buscar Balaão, no povoado de Petor, junto ao rio Eufrates, para que viesse da Mesopotâmia e amaldiçoasse Israel com “poder mágico”, esperando, destarte, obter vantagem militar. “Eis que”, disse Balaque a Balaão, “[os israelitas] cobriram a terra até onde se pode ver e estão morando bem defronte de mim”. De início, Balaão declinou de ir, mas, depois que Balaque enviou uma delegação mais honrosa de príncipes, e aumentou sua oferta, o ganancioso profeta finalmente aceitou ir, com a permissão de Jeová. Ao chegar à margem do rio Árnon, Balaque ralhou com ele: “Por que não vieste a mim [desde o início]? Não sou real e verdadeiramente capaz de te honrar?” — Núm. 22:2-37.

      Balaque levou Balaão a três pontos de observação, dos quais podería ver a hoste de Israel. Em cada ponto, seguiu-se o mesmo proceder sacrificial; Balaque foi orientado a construir sete altares sobre os quais foram sacrificados sete touros e sete carneiros. No entanto, em cada lugar, ao invés de amaldiçoar Israel, Balaão o abençoou. — Núm. 22:41 a 24:9; Miq. 6:5.

      Bem, diante deste desenrolar dos eventos, “se acendeu a ira de Balaque contra Balaão”. Batendo palmas de raiva, exclamou: “Foi para maldizer meus inimigos que te chamei, e eis que estas três vezes os tens abençoado até o limite. E agora corre depressa para o teu lugar.” Mas, antes de este profeta de Petor ter partido, ele predisse a “estrela” messiânica, que viria pela descendência de Jacó. — Núm. 24:10-17; Jos. 24:9, 10; Juí. 11:25.

      Os eventos subseqüentes mostram que Balaão também “foi ensinar a Balaque a pôr uma pedra de tropeço diante dos filhos de Israel, para que comessem de coisas sacrificadas a ídolos e cometessem fornicação”. — Rev. 2:14; Núm. 25:1-18.

  • Bálsamo, Bálsamo De Gileade
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    • BÁLSAMO, BÁLSAMO DE GILEADE

      [Heb., bésem ou bósem; tsorí]. O termo bálsamo aplica-se a qualquer das muitas plantas, arbustos e árvores que produzem uma substância aromática, e, comumente, oleosa e resinosa. Há árvores balsamíferas dentre os abetos, os espruces, os choupos e outras famílias de árvores. O óleo balsâmico é usado medicinalmente (em geral contém ácido benzóico ou cinâmico) e como perfume.

      Plantas e árvores balsâmicas eram sempre altamente prezadas pelos povos do Oriente. A primeira menção do óleo de bálsamo ocorre em Êxodo 25:6, referindo-se ao seu uso como ingrediente no óleo de santa unção do tabernáculo. (Também Êxodo 35:8.) A palavra hebraica usada aqui (bésem) deriva-se duma raiz (basám) que significa “ser fragrante” ou “ter um doce odor”, e, por isso, às vezes é traduzida “perfume”, “fragrante” ou “especiarias”, segundo o contexto. (Êxo. 30:23; Cân. 4:10, 14, 16; 5:13; 6:2; 8:14) Em Isaías 3:24, sua fragrância aromática é contrastada com “cheiro de mofo”.

      O bálsamo usado para o serviço do tabernáculo no deserto evidentemente provinha de fora da Palestina, talvez do Egito. Durante o reinado do Rei Salomão, a preciosidade do óleo de bálsamo motivou sua classificação, junto com o ouro e as pedras preciosas, dentre os tesouros que a rainha de Sabá trouxe quais presentes, bem como no tributo pago pelos reis de muitas terras ao sábio rei em Jerusalém. (1 Reis 10:2, 10, 25; 2 Crô. 9:1, 9, 24) Achava-se dentre as coisas preciosas estocadas na casa do tesouro do rei que Ezequias insensatamente mostrou aos emissários de Babilônia. (2 Reis 20:13; 2 Crô. 32:27; Isa. 39:2) Foi usado na embalsamação (embora não do modo egípcio) do corpo do Rei Asa (2 Crô. 16:14), e é interessante que nossa palavra portuguesa “embalsamar” poderia ter-se originalmente derivado do hebraico basám. Ester foi massageada com óleo de bálsamo aromático durante o período final de seis meses anterior à sua apresentação ao Rei Assuero. — Ester 2:12.

      O “bálsamo [Heb., tsorí] em Gileade” parece ter sido de qualidade ímpar e ter possuído propriedades medicinais especiais. (Jer. 8:22; 46:11) A palavra hebraica usada provém de uma raiz que significa “sangrar”, talvez indicando o processo pelo qual o óleo ou goma era extraído ou “sangrado” da planta balsamífera. Tal bálsamo é primeiramente mencionado como estando entre os artigos levados pela caravana de ismaelitas que provinha da região transjordaniana de Gileade e à qual José foi subseqüentemente vendido. (Gên. 37:25-28) Jacó mais tarde incluiu-o nos “produtos mais excelentes do país”, quando enviou uma dádiva para o Egito por meio de seus filhos que voltavam. (Gên. 43:11) De acordo com Ezequiel 27:17, os ricos mercadores de Tiro o importavam do reino de Judá.

      A identificação das plantas ou árvores específicas representadas pelas palavras hebraicas bésem e tsorí não é definitiva. O nome de Gileade tem sido aplicado a uma sempre-verde arbustiva, chamada opobalsameira (Balsamodendron opobalsamum ou gileadense). Sua resina oleosa, verde-amarelada, é juntada por meio de incisões feitas no caule e nos ramos, e as pequenas bolotas de seiva que se formam são então coletadas. Ao passo que esta árvore específica é encontrada mormente no S da Arábia, e não cresce atualmente em território da Palestina, o historiador judeu, Josefo, indica que era cultivada ao redor de Jerico no tempo de Salomão, ao passo que Estrabão, geógrafo grego, registra que, nos tempos romanos, também crescia junto ao mar da Galiléia.

      Outra planta balsâmica sugerida é uma sempre-verde chamada lentisco (Pistacia lentiscus), que produz uma goma fragrante, amarelo-clara, chamada “mástique”, como também um óleo usado para fins medicinais, obtido da casca, das folhas e dos frutos ou drupas. O mástique continua a ser usado pelos árabes como agente aromatizante no café e em doces. A árvore é comum na Palestina e seu nome, em árabe, é muito similar ao tsorí hebraico.

  • Baltasar
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    • BALTASAR

      Veja BELSAZAR.

  • Banco, Banqueiro
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    • BANCO, BANQUEIRO

      Nas parábolas dos talentos e das minas, de Jesus, ele se referiu aos banqueiros e a um banco como pagando juros para o dinheiro depositado com eles. (Mat. 25:27; Luc. 19:23) Bem parecida à palavra portuguesa “banco” (que se deriva da palavra italiana [banca] para mesa, aparador), a palavra grega traduzida banco (trápeza) significava literalmente uma mesa (Mat. 15:27), ou, quando associada a operações financeiras, como no caso dos cambistas, referia-se a um balcão para dinheiro. — Mat. 21:12; Mar. 11:15; João 2:15.

      A referência de Jesus aos “banqueiros” (Gr. , trapezítes [singular]) como aceitando depósitos e pagando juros, indica tratar-se de uma operação maior do que a geralmente realizada pelos corretores de dinheiro (Gr. , kermatistés [singular], de kermatízo, trocar em moedas miúdas), ou cambistas (kollybistés [singular], de kóllybos, pequena moeda ou taxa de câmbio), cujas operações principais eram trocar moedas estrangeiras por moeda local, e fornecer moedas de menor valor em troca das de maior valor, recebendo certa taxa para cada um de tais serviços. (Veja CAMBISTA). Alguns desses homens talvez também atuassem como banqueiros, aceitando depósitos e fazendo empréstimos, ao passo que, em outros casos, essas transações financeiras eram realizadas por homens ricos, tais como mercadores e donos de grandes propriedades. A evidência de tais atividades bancárias remonta, pelo que parece, à época de Abraão, pois os antigos sumérios das planícies de Sinear, segundo se afirma, mantinham “um sistema surpreendentemente complexo de empréstimos concedidos, empréstimos tomados, depósitos de dinheiro, e o fornecimento de cartas de crédito . . .”. — The Encyclopedia Americana, ed. 1956, Vol. 3, p. 152.

  • Banho
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    • BANHO

      Veja LIMPO (PURO), LIMPEZA.

  • Baraque
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    • BARAQUE

      [lampejo do relâmpago]. Filho de Abinoão, de Quedes, no território de Naftali. Durante um período inicial da época dos juízes, os israelitas desviaram-se da adoração verdadeira e assim, por vinte anos, Deus permitiu que fossem oprimidos por Jabim, o rei de Canaã. Eles clamaram a Jeová por alívio, e foi então que Baraque se tornou seu líder designado por Deus. (Juí. 4:1-3) Ao passo que os opressores cananeus dos israelitas estavam fortemente armados, “não se via nem escudo nem lança no meio de quarenta mil em Israel”. (Juí. 5:8) No entanto, nos dias de Baraque, Jeová deu a Israel a vitória sobre seus inimigos, triunfo este que não foi esquecido. (Sal. 83:9) Os dois relatos destes assuntos em Juízes (cap. 4, e no cântico exultante de Débora e Baraque, no cap. 5) complementam-se um ao outro, e pintam vivído quadro do que ocorreu naquele tempo.

      A profetisa Débora, que estava então julgando Israel, incentiva Baraque a tomar a iniciativa de libertar seu povo. Baraque consente, mas sob a condição de que Débora o acompanhe. Ela concorda, embora diga a Baraque que Jeová entregará Sísera, chefe das forças de Jabim, às mãos duma mulher. — Juí. 4:4-9.

      Baraque recruta 10.000 homens de Naftali, Zebulão e de outras tribos de Israel (Juí. 5:9-18) e sobe ao monte Tabor. Ouvindo isto, Sísera e suas forças, equipadas de 900 carros que têm grandes foices de ferro, avançam sobre os israelitas ao longo do leito seco do vale da torrente de Quisom (a área geralmente conhecida como a planície do Esdrelom, também estando perto de Megido). Com Baraque na liderança, o exército israelita, estando apenas pouco equipado, desce corajosamente do monte Tabor, pronto para a refrega com os cananeus plenamente armados. No entanto, o Quisom torna-se uma torrente devastadora, imobilizando os carros inimigos. Deveras, “desde o céu lutaram as estrelas, desde as suas órbitas lutaram contra Sísera. A torrente de Quisom os arrastou”. Baraque e seus homens aproveitam sua vantagem, e o relato declara: “Todo o acampamento de Sísera caiu ao fio da espada. Não restou nem seguer um.” — Juí. 5:20-22; 4:10-16.

      O próprio Sísera, tendo abandonado seu carro e seu exército assediado, foge e se refugia na tenda de Jael, a esposa de Héber, um queneu que está em paz com Jabim. Jael mostra hospitalidade para com Sísera, mas, enquanto ele dorme, ela o mata por cravar-lhe nas têmporas uma estaca de tenda, que é fincada no solo. Quando Baraque chega, Jael o convida a entrar na tenda, onde ele vê que a palavra de Jeová se cumpriu; Sísera fora realmente vendido às mãos duma mulher. (Juí. 4:17-22; 5:24-27) Depois disso, a mão dos israelitas vitoriosos “ficou cada vez mais dura contra Jabim, rei de Canaã, até que tinham decepado a Jabim”. Por conseguinte, essa área de Israel “teve sossego por quarenta anos”. — Juí. 4:23, 24; 5:31.

      Baraque pode ser o “Bedã” de 1 Samuel 12:11 (caso se sigam a LXX e a Versão Pesito,

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