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  • Chipre
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    • ricas reservas de cobre, e o nome da ilha se tornou sinônimo deste metal.

      A evidência histórica aponta principalmente para Chipre como sendo a “Quitim” das Escrituras Hebraicas. (Isa. 23:1, 12; Dan. 11:30) A ilha era renomada não só pelo seu cobre, mas também por sua madeira excelente, em especial o cipreste, como o que era exportado para Tiro, na costa fenícia, para ser usado na construção de navios. — Eze. 27:2, 6.

      HISTÓRIA

      Tutmés III, do Egito, afirmou ter conquistado Chipre, sendo talvez a primeira referência à ilha na história secular. Séculos mais tarde, na primeira parte do primeiro milênio A.E.C., os fenícios parecem ter estabelecido colônias ali, embora a população continuasse a mostrar grande afinidade com a Grécia. Os imperadores assírios, Sargão II, Senaqueribe e Esar-Hadom (contemporâneos dos Reis Ezequias e Manassés) jactaram-se todos de seu domínio sobre tal ilha. Após o colapso do Império Assírio, o Egito reafirmou seu controle sobre ela. Quando Ciro, o Grande, avançou contra o Império Babilônio, relata-se que Chipre lhe deu apoio, assim granjeando o privilégio de ter seus próprios reis, durante a regência persa. Chipre foi incluída numa satrapia persa, junto com a Síria e a Fenícia, e é alistada como fornecendo 150 navios tripulados para a marinha imperial persa durante o reinado de Xerxes.

      Os reis das cidades-estados de Chipre ficaram sob a regência grega depois da vitória de Alexandre Magno na Batalha de Isso, em 333 A.E.C. Após a morte de Alexandre, a dinastia ptolemaica, do Egito, assumiu o controle, e Chipre continuou no domínio egípcio até 58 A.E.C., quando foi anexada por Roma.

      CRISTIANISMO

      A perseguição aos cristãos que se seguiu ao martírio de Estêvão, e a subseqüente dispersão deles, resultou em alguns discípulos irem para Chipre, onde testemunharam aos judeus ali residentes. Certos cristãos cipriotas foram à cidade de Antioquia, em frente a Chipre, na costa síria, e pregaram com muito êxito entre as pessoas que, iguais a eles, falavam grego. (Atos 11:19, 20) Quando Paulo e Barnabé, acompanhados de João Marcos, foram enviados de Antioquia em sua primeira viagem missionária (47-48 E.C.), seu território inicial foi a ilha natal de Barnabé, Chipre. Chegando à importante cidade comercial de Salamina, na costa E de Chipre, encontraram ali mais de uma sinagoga, indicando que havia uma população judaica de certas dimensões. Depois de ali anunciarem a Palavra de Deus, cruzaram toda a ilha até Pafos, na costa O, que era então a capital provincial romana. Aqui ocorreu o encontro com o procônsul interessado, Sérgio Paulo, e o feiticeiro, opositor, Elimas (Barjesus). — Atos 13:1-12.

      Do porto de Pafos, Paulo e seus companheiros velejaram para a Panfília, na costa da Ásia Menor. (Atos 13:13) Cerca de dois anos depois, Barnabé retornou à sua terra natal junto com João Marcos, para continuar sua obra de fazer discípulos, ao passo que Paulo partiu em sua segunda viagem missionária através da Ásia Menor (c. 49 E.C.). (Atos 15:36-41) No fim da terceira viagem de Paulo (c. 56 E.C.), quando velejava de Pátara, na costa SO da Ásia Menor, a caminho da Fenícia, o apóstolo chegou a avistar Chipre, mas ‘deixou-a atrás, pela esquerda’, evidentemente passando pelo extremo SO da ilha, à medida que o navio se dirigia para Tiro. (Atos 21:1-3) Não muito tempo depois disso, ao chegar a Jerusalém, Paulo se hospedou na casa de Mnáson, o qual, assim como Barnabé, era natural de Chipre. (Atos 21:15, 16) Na viagem de Paulo para Roma, seu navio velejou “sob o abrigo de Chipre, porque os ventos eram contrários”. Visto que os ventos prevalecentes naquela época do ano são do O e do NO, isto impediría a travessia do mar aberto, e evidentemente obrigou o navio a velejar em torno do extremo E de Chipre, seguindo então ao longo da costa da Ásia Menor, onde as brisas terrestres o ajudariam a seguir seu rumo para o oeste. — Atos 27: 4, 5, 9, 12.

  • Choupos
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    • CHOUPOS

      [Heb., ‘aravím (plural)]. O nome hebraico desta árvore corresponde ao árabe gharab, que continua a ser usado para o choupo do Eufrates. Assim, embora o choupo e o salgueiro sejam do mesmo gênero de árvores, tendo aparência similar e ambos sendo comuns no Oriente Médio, os lexicógrafos modernos são a favor do choupo (Populus euphratica) na tradução. — Veja Lexicon in Veteris Testamenti Libros (Léxico dos Livros do Velho Testamento), de Koehler-Baumgartner, p. 733; A Hebrew and English Lexicon of the Old Testament (Léxico Hebraico-Inglês do Velho Testamento), p. 788, de Brown-Driver-Briggs; The Westminster Dictionary of the Bible (Dicionário Bíblico de Westminster), p. 639.

      O choupo é muito comum às margens do Eufrates (ao passo que o salgueiro é comparativamente raro ali), e, assim, ajusta-se bem à referência do Salmo 137:1, 2, que descreve os lamuriosos cativos judeus pendurando suas harpas nos choupos. As folhas pequenas, viçosas, em forma de coração, dos choupos do Eufrates (também chamado álamo) se apresentam em hastes achatadas que ficam penduradas obliquamente do caule principal, e isto resulta em serem agitadas de um lado para o outro pela menor brisa, movimento que poderia sugerir o balanço emocional de pessoas chorando de pesar.

      Os choupos do Eufrates também podem ser encontrados ao longo das margens dos rios e das correntes da Síria até a Palestina, e, especialmente, no vale do rio Jordão. Ali, junto com as tamargueiras, amiúde formam densos matagais, ao passo que, em outras partes, podem crescer até uma altura de 9 a 14 m. Em todas as referências bíblicas, estes choupos são ligados a cursos d’água ou ‘vales de torrentes’. Acham-se incluídos entre as árvores cujos raminhos eram usados na Festividade das Barracas (Lev. 23:40); forneciam abrigo para o poderoso ‘beemote’ (hipopótamo) ao longo do rio (Jó 40:15, 22); e a facilidade com que germinam ao longo de lugares bem regados é usada em Isaías 44:3, 4, para descrever o rápido crescimento e aumento resultantes das bênçãos e do espírito derramados de Jeová.

  • Choupos, Vale Da Torrente Dos
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    • CHOUPOS, VALE DA TORRENTE DOS

      Em Isaías 15:7, o profeta descreve os fugitivos moabitas como escapando, com seus bens, através do “vale da torrente dos choupos”. Se sua fuga foi para o S, como parece provável, este vale da torrente pareceria referir-se ao “vale da torrente de Zerede” (Núm. 21:12; Deut. 2:13), que atuava qual fronteira entre Moabe e Edom, ao S. O vale da torrente de Zerede é geralmente identificado com o uádi el-Hesa, que flui para o extremo S do mar Morto. Em seu curso inferior, é chamado Seil el-Qurahi, e, como tal, atravessa pequena planície que é um tanto pantanosa em certos lugares, e poderia, assim, ser um lugar adequado para o crescimento dos choupos. — Veja Zerede, Vale da Torrente de.

  • Chumbo
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    • CHUMBO

      Um dos elementos metálicos mais pesados, tendo uma densidade de 11, 34. Foi com entendimento, portanto, que Moisés cantou poeticamente, em triunfo, que os egípcios “afundaram como chumbo” no mar Vermelho. (Êxo. 15:10) Esse metal cinza-prateado era útil como peso nas linhas de pesca e nas redes, e como pesadas tampas ou coberturas. A palavra hebraica traduzida “prumo” em Amós 7:7, 8 pode significar “chumbo” ou “estanho”. A palavra grega para “sondagem”, em Atos 27:28, provém duma raiz que significa “içar o chumbo”. Com fins de durabilidade e de legibilidade, às vezes se derramava chumbo líquido sobre entalhes em pedra — prática que data pelo menos dos dias de Jó. (Jó 19:23, 24) A “soldadura” (Heb. , déveq) é mencionada em Isaías 41:7 em conexão com a fabricação de ídolos, mas não se sabe se a solda era feita com chumbo e estanho, como atualmente.

      A fonte mais comum do chumbo era a galena, um minério composto de sulfeto de chumbo. Era extraída no Arabá, entre a ponta S do mar Morto e o golfo de Acaba. Társis (Espanha) era outra fonte de suprimento. (Eze. 27:12) O minério de chumbo tinha de ser fundido num forno, como os minérios de outros metais. (Jer. 6:29; Eze. 22:18-20; compare com Números 31:22, 23.) O primeiro passo no processo de refino transformava o sulfeto de chumbo em óxido de chumbo, que era às vezes utilizado como esmalte vitrificado para cerâmica, segundo evidenciado pelas ruínas encontradas no Egito e em Nínive. — Veja REFINO, REFINADOR.

  • Chuva
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    • CHUVA

      A chuva é uma parte vital do ciclo por meio do qual a água que ascende do solo e das superfícies aquosas do globo para a atmosfera, em forma de vapor, mais tarde se condensa e cai ao solo, provendo assim a umidade necessária para a vida vegetal e animal. A Bíblia menciona a chuva em relação a esse ciclo sabiamente delineado e fidedigno. — Jó 36:27, 28; Ecl. 1:7; Isa. 55:10.

      Num ponto inicial da história da preparação da terra, “Deus não fizera chover sobre a terra”, mas “uma neblina subia da terra e regava toda a superfície do solo”. O tempo aqui mencionado é, evidentemente, o início do terceiro “dia” criativo, antes de surgir a vegetação. (Gên. 2:5, 6; 1:9-13) O primeiro caso no registro bíblico em que se menciona especificamente a caída da chuva acha-se no relato sobre o Dilúvio. Então, “abriram-se as comportas dos céus”, e “o aguaceiro sobre a terra continuou por quarenta dias e quarenta noites”. — Gên. 7:11, 12; 8:2.

      FORMAÇÃO

      Entre as perguntas que Jeová submeteu a Jó, destacando o entendimento limitado do homem sobre as forças e as leis da criação e da terra, achava-se a seguinte: “Acaso existe um pai para a chuva?” (Jó 38:28) Embora os meteorologistas tenham estudado extensivamente a formação da chuva, o volume The World We Live In (O Mundo em Que Vivemos; 1955, p. 79) observa: “Os processos pelos quais uma nuvem fabrica chuva permanecem obscuros; parece que vários mecanismos podem operar.”

      JEOVÁ COMO FONTE

      Jeová não era um simples “deus da chuva” para Israel. Não era como Baal, a quem os cananeus julgavam que trazia a estação chuvosa, com seu despertar à vida. Os israelitas fiéis reconheciam que Jeová, e não Baal, podia reter a preciosa chuva. Isto foi claramente ilustrado quando Jeová trouxe uma seca em

Publicações em Português (1950-2026)
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