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  • Azazel
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    • uma cesta duas sortes feitas de madeira de buxo, ou de ouro, uma em cada mão, e então colocá-las sobre a cabeça dos bodes, uma marcada “para Jeová” e a outra “para Azazel”. Diz-se que os rabinos do tempo em que Jesus Cristo estava na terra se certificavam de que o bode para Azazel morresse por fazerem com que fosse levado a um precipício rochoso, no limiar do deserto, e fosse então empurrado do penhasco, para morrer lá embaixo.

      Segundo sua derivação primitiva, a palavra “Azazel” tem sido considerada como significando quer “força de Deus” (se aplicada a um anjo bom), quer “poderoso contra Deus” (se aplicada a uma de tais criaturas espirituais que tivesse caído). O conceito de que “Azazel” seja um epíteto de Satanás, o Diabo, tem sido amplamente sustentado por muitos judeus, por cristãos nominais, tais como Orígenes, e por peritos dos tempos recentes. Satanás é o principal opositor de Deus e, por isso, é ‘forte contra Deus’. Naturalmente, deve-se compreender que o bode enviado para o deserto não era oferecido como propiciação ao Diabo. Ambos os bodes eram uma “oferta pelo pecado” oferecida a Deus. — Lev. 16:5.

      Dois bodes eram necessários no dia da expiação porque não seria possível matar o bode para Jeová como expiação e, ainda assim, conservá-lo vivo para cumprir um outro propósito. No dia da expiação, o bode vivo tornava-se o ‘bode para Azazel’, isto é, para o “poderoso contra Deus”, Satanás, o Diabo, que se profetizou machucaria o calcanhar do Descendente da “mulher” de Deus. — Gên. 3:15.

  • Azeca
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    • AZECA

      [talvez, solo trabalhado com enxada].

      Cidade na região da Sefelá, que guardava os limites superiores do vale de Elá. Libna, cerca de 8 km a O, nas planícies da Filístia, dominava a entrada do vale. O sitio é identificado como Tel ez-Zakariyeh.

      A primeira menção da cidade ocorre em Josué 10:5-11, com respeito ao ataque coligado de cinco reis cananeus contra Gibeão. Josué e seu exército, vindo em socorro de Gibeão, perseguiram os exércitos cananeus “até Azeca e Maquedá”, uma distância de mais de 32 km. Depois disso, a cidade foi designada à tribo de Judá. — Jos. 15:20, 35.

      Durante o reinado do Rei Saul (1117-1077 A.E.C.), os filisteus juntaram suas forças entre Sucote e Azeca, apresentando Golias como seu campeão. Quando os israelitas chegaram, os dois exércitos se depararam no vale de Elá, até que a vitória de surpresa de Davi sobre Golias pôs em fuga os filisteus. — 1 Sam. 17: 1-53.

      Com a divisão daquela nação, depois da morte de Salomão (997 A.E.C.), o Rei Roboão, de Judá, fortificou Azeca, junto com Laquis, e outras cidades estratégicas. ( 2 Crô. 11:5-10) As escavações feitas em Tel ez-Zakariyeh revelaram os restos de muros e torres e a evidência duma cidadela fortificada no ponto mais alto desse sítio.

      Quando as tropas babilônicas de Nabucodonosor derrotaram o reino de Judá (609-607 A.E.C.), Azeca e Laquis foram as duas últimas cidades fortificadas a cair, antes da derrota da própria Jerusalém. (Jer. 34:6, 7) A aparente confirmação disso foi revelada pela descoberta dos óstracos inscritos, chamados de “Carta de Laquis”, um deles contendo a seguinte mensagem, evidentemente dirigida por um posto militar avançado ao comandante militar de Laquis, que reza, em parte: “ . . . estamos vigiando as estações de transmissão de sinais de Laquis, segundo todos os sinais que meu senhor der, porque não vemos Azeca.” Se, como parece ser o caso, tal carta foi escrita no tempo do ataque babilônico, isto pareceria indicar que Azeca já havia caído, de modo que nenhum sinal era recebido dessa fortaleza.

      Depois do período de setenta anos de desolação da terra, Azeca foi uma das cidades repovoadas pelos exilados judeus que voltaram. — Nee. 11:25, 30.

  • Azeda (Azedinha)
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    • AZEDA (AZEDINHA)

      Qualquer dentre várias plantas que possuem sabor ácido devido à presença de ácido oxálico em suas suculentas folhas e hastes. As folhas radiculares da azedinha comum crescem trifoliadas. Tendo um formato de flecha na base, as folhas um tanto ovaladas medem cerca de 10 cm de comprimento. As hastes florais podem atingir uma altura de cerca de 60 cm ou mais. Antigamente, os israelitas misturavam a azeda (azedinha) na forragem para seus bois e jumentos. — Isa. 30:24.

  • Azeite (Óleo)
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    • AZEITE (ÓLEO)

      O líquido gorduroso com que os hebreus estavam mais familiarizados era o obtido de azeitonas. Azeitonas pretas, bem maduras, forneciam o máximo de azeite, embora as ainda verdes, que já começavam a mudar de cor, produzissem o azeite da melhor qualidade. Depois de os frutos serem retirados cuidadosamente dos pés, e se separarem os raminhos e as folhas das azeitonas, estas eram levadas para o lagar.

      A polpa da azeitona madura é constituída, em cerca da metade, de azeite, que varia em qualidade, conforme o método de processamento da polpa. O melhor azeite, chamado de “azeite puro de oliveira, batido” era produzido por um processo simples, antes de as azeitonas serem colocadas no lagar. (Lev. 24:2) Primeiro, as azeitonas eram colocadas num pilão e trituradas até ficarem bem pisadas, ou eram, às vezes, pisadas com os pés. (Miq. 6:15) Em seguida, os frutos pisados eram transferidos para cestas coadoras, onde “sangrava” óleo até que se soltasse o azeite “virgem”, ou “primeiro espremido”. O azeite puro, virgem, era estocado em jarros de barro e a polpa era levada para o lagar.

      Um azeite de qualidade comum era preparado por se triturar cabalmente as azeitonas em um pilão ou moinho manual. Depois que o azeite escorria da polpa, permitia-se sua clarificação em jarros de barro ou tonéis.

      O azeite da mais baixa qualidade era o extraído do bagaço, num lagar de azeite ou de vinho, depois da trituração. A massa triturada da polpa era colocada em cestos e empilhada entre as duas colunas verticais do lagar de azeite. Submetia-se a pilha de cestos a uma alavanca com peso, para retirar sob pressão o azeite, que era então canalizado para grandes reservatórios, para clarificação. Ali o azeite subia à tona, separando-se dos pedaços de polpa e da água abaixo dele, antes de ser retirado e colocado em grandes jarros de barro ou em cisternas especiais de estocagem. — Compare com 2 Crônicas 32:27, 28; veja LAGAR.

      SÍMBOLO DE PROSPERIDADE

      Ao se referir aos ‘tanques de lagar transbordantes de azeite’ (Joel 2:24) indicava-se grande prosperidade. O sofredor Jó ansiava os dias anteriores de abundância, quando “a rocha despejava correntes de azeite” para ele. (Jó 29:1, 2, 6) Jeová fez com que “Jacó”, ou os israelitas, sugassem figuradamente “azeite duma rocha de pederneira”, pelo que parece, de oliveiras que cresciam em terreno rochoso. (Deut. 32:9, 13) Moisés declarou que Aser tornar-se-ia “alguém que mergulha seu pé em azeite”, indicando que esta tribo usufruiria bênçãos materiais. — Deut. 33:24.

      IMPORTANTE ITEM COMERCIAL E COMESTÍVEL

      O azeite de oliva se tornou importante item comercial na Palestina, graças à sua abundância ali. Anualmente, Salomão dava ao Rei Hirão, de Tiro, “vinte coros [4.400 litros] de azeite batido” (virgem), como parte do pagamento dos materiais de construção do templo. (1 Reis 5:10, 11) Judá e Israel eram, certa vez, “negociantes” com Tiro para o azeite. (Eze. 27:2, 17) Óleo perfumado e azeite de oliveira acham-se também entre os itens comprados dos “comerciantes viajantes” da terra pela mística Babilônia, a Grande. — Rev. 18:11-13.

      O azeite de oliveira, alimento altamente energético e uma das gorduras mais digeríveis, era um dos principais alimentos da dieta israelita, provavelmente tomando o lugar da manteiga à mesa, em muitos casos, e também para fins culinários. (Deut. 7:13; Jer. 41:8; Eze. 16:13) Era um combustível comum das lâmpadas (Mat. 25:1-9), e queimava-se “azeite puro de oliveira, batido”, nas lâmpadas do candelabro de ouro da tenda da reunião. (Êxo. 27:20, 21; 25:31, 37) Usava-se o azeite em conexão com as ofertas de cereais apresentadas a Jeová. (Lev. 2:1-7) Como cosmético, era aplicado ao corpo após o banho. (Rute 3:3; 2 Sam. 12:20) Considerava-se um ato hospitaleiro untar com óleo a cabeça dum hóspede. (Luc. 7:44-46) Empregava-se também o azeite para amolecer e mitigar contusões e ferimentos (Isa. 1:6), às vezes junto com vinho. — Luc. 10:33, 34.

      USO E SIGNIFICADO RELIGIOSOS

      Jeová ordenou a Moisés que preparasse um “óleo de santa unção”, que continha azeite de oliveira e outros ingredientes. Com ele, Moisés ungiu o tabernáculo, a arca do testemunho, os vários utensílios e o mobiliário do santuário. Moisés também o usou para ungir Arão e seus filhos, para santificá-los como sacerdotes de Jeová. (Êxo. 30:22-33; Lev. 8:10-12) Ungiam-se os reis com azeite, como no caso em que Samuel, ao ungir Saul, “tomou . . . o frasco de óleo [azeite] e o despejou sobre a sua cabeça”. (1 Sam. 10:1) Um chifre de azeite foi usado ao se ungir Salomão. — 1 Reis 1:39.

      Predizendo os efeitos alegres do ministério terrestre de Jesus Cristo, disse-se que ele daria “aos que pranteiam por Sião . . . o óleo de exultação em vez de luto”. (Isa. 61:1-3; Luc. 4:16-21) Também foi profetizado que Jesus seria pessoalmente ungido por Jeová com o “óleo de exultação”, mais do que seus associados, indicando que sentiria maior alegria do que seus predecessores da dinastia davídica. — Sal. 45:7; Heb. 1:8, 9.

      Assim como a aplicação de azeite literal à cabeça da pessoa é tranquilizante e revigorante, assim também é a aplicação da Palavra de Deus a uma pessoa espiritualmente enferma para tranqüilizá-la, corrigi-la, confortá-la e curá-la. Desta forma, os anciãos da congregação cristã são admoestados a orar a favor de tal homem, figuradamente “untando-o com óleo em nome de Jeová”, uma medida essencial para conseguir a sua recuperação espiritual. — Tia. 5:13-15; compare com Salmo 141:5.

  • Baal
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    • BAAL

      [mestre, dono].

      Nas Escrituras, a palavra hebraica bá‘al é empregada com referência (1) a um marido, como dono de sua esposa (Gên. 20:3), (2) aos proprietários (ou donos) de terra (Jos. 24:11), (3) aos “donos das nações” (Isa. 16:8), (4) aos confederados (literalmente, “donos de um pacto”) (Gên. 14:13), (5) aos donos ou possuidores de bens corpóreos (Êxo. 21:28, 34; 22:8; 2 Reis 1:8), (6) às pessoas ou às coisas que possuem algo característico de sua natureza, maneira, ocupação ou coisa, semelhante; por exemplo, um arqueiro (literalmente “dono de flechas”) (Gên. 49:23), o “credor de [uma] dívida” (literalmente, “dono de [uma] dívida”) (Deut. 15:2), “dado à ira” (literalmente, “dono da ira”) (Pro. 22:24), “meu adversário em juízo” (literalmente, “dono de meu julgamento”) (Isa. 50:8), “[que tinha] dois chifres” (literalmente, “dono dos dois chifres”) (Dan. 8:6), (7) a Jeová (Osé. 2:16), (8) aos deuses falsos. — Juí. 2:11, 13.

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