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  • Salamandra
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    • a Lei mosaica. (Lev. 11:29, 30) A salamandra listrada da Ásia Menor e da Síria se diferencia por uma faixa negra ao longo de cada lado do corpo. Nascida na água, ela vive em terra seca por dois ou três anos depois de perder suas guelras, dai, retorna à água para viver o restante de sua vida.

  • Salamina
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    • SALAMINA

      Importante cidade de Chipre. Paulo, Barnabé e João Marcos ‘publicaram a palavra de Deus’ ali, perto do início da primeira viagem missionária de Paulo, em 47 EC. Não se declara por quanto tempo permaneceram na cidade. Pelo visto, havia uma grande população judaica em Salamina, uma vez que havia mais de uma sinagoga ali. — Atos 13:2-5.

      Salamina é geralmente identificada com as ruínas encontradas c. 5 km ao N da moderna cidade da Famagusta. Isto a colocaria na ponta E duma grande planície fértil, logo ao N do rio Pedias (Pediaeus). Salamina distaria assim c. 209 km a O-SO da Selêucia, do outro lado do Mediterrâneo, de onde Paulo tinha partido da Síria. Embora a Bíblia não declare especificamente que o navio em que Paulo viajava ancorou num porto em Salamina, a cidade possuía, outrora, um bom porto que se acha agora assoreado.

      Parece que Salamina estava ligada com Pafos por pelo menos uma estrada, Pafos estando situada no outro extremo da ilha. Isto poderia ter facilitado a viagem para Paulo e seus associados, ao pregarem por “toda a ilha até Pafos”. — Atos 13:4, 6.

      Barnabé e João Marcos provavelmente visitaram de novo Salamina por volta de 49 EC. — Atos 15:36-39.

  • Salário
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    • SALÁRIO

      Veja PAGA, SALÁRIO.

  • Salém
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    • SALÉM

      [paz]. Uma cidade antiga em que Melquisedeque era rei e sacerdote. (Gên. 14:18) A grafia hebraica de “Salém” sugere uma forma dual e, por conseguinte, tal palavra pode ser definida como “paz dupla”. Que o nome significa “paz” é confirmado pelas palavras inspiradas em Hebreus 7:2.

      A antiga tradição judaica identifica Salém com Jerusalém, e a evidência bíblica apóia isto. Abraão encontrou-se com o rei de Sodoma e com Melquisedeque na “Baixada do rei”. Visto que foi ali que Absalão, filho do Rei Davi, alguns séculos depois erigiu um monumento, esta baixada tinha de estar localizada perto de Jerusalém, a capital do reino. (Gên. 14:17, 18; 2 Sam. 18:18) A palavra “Salém” acha-se, com efeito, incorporada no nome “Jerusalém”, e o salmista a empregou como paralelo de “Sião”. (Sal. 76:2) Também, teria sido apropriado que Melquisedeque fosse rei e sacerdote no próprio local em que, mais tarde, os reis da linhagem davídica e o sacerdócio levítico serviram, e onde Jesus Cristo, aquele escolhido para ser rei e sacerdote “à maneira de Melquisedeque”, foi oferecido em sacrifício. — Heb. 3:1; 7:1-3, 15-17.

  • Salgado, Mar
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • SALGADO, MAR

      Veja MAR SALGADO.

  • Salgueiro
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    • SALGUEIRO

      [Heb., tsaphtsapháh].

      O nome desta árvore em hebraico corresponde ao árabe safsaf, que é aplicado ao salgueiro. Há quatro tipos de salgueiros que crescem na Palestina, um deles sendo designado pelo termo botânico Salix safsaf, porém o mais comum é o Salix acmophylla. A palavra hebraica só ocorre uma vez, em Ezequiel 17:5, onde a simbólica “semente da terra”, evidentemente referindo-se a Zedequias, é plantada figuradamente pelo rei de Babilônia qual “salgueiro junto a vastas águas”. Os salgueiros são encontrados ao longo das margens dos rios e de correntes rasas, e em outros lugares úmidos, onde brotam rapidamente de mudinhas ou por estaquia, e crescem celeremente. Jamais alcançam a altura dos choupos, mas crescem como arbustos ou pequenas árvores, e, com frequência, formam arvoredos ao longo dos cursos d’água. Sua beleza acha-se em suas longas folhas delgadas, que se dependuram graciosamente dos ramos e dos raminhos delgados.

  • Saliva (Cuspida; Escarro)
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    • SALIVA (CUSPIDA; ESCARRO)

      Cuspir sobre uma pessoa ou em seu rosto era um ato de extremo desprezo, inimizade ou indignação, humilhando a vítima. (Núm. 12:14) Jó, em sua adversidade, foi objeto de tal demonstração de desprezo. (Jó 17:6; 30:10) Como humilhação pública do homem em Israel que se recusasse a celebrar o casamento com o cunhado, sob a Lei mosaica, a viúva rejeitada devia tirar a sandália do pé de tal homem e cuspir-lhe na face, na presença dos anciãos da cidade dele. — Deut. 25:7-10.

      Jesus Cristo recebeu cusparadas durante sua apresentação perante o Sinédrio (Mat. 26:59-68; Mar. 14:65), e da parte dos soldados romanos, depois de ser julgado por Pilatos. (Mat. 27:27-30; Mar. 15:19) Jesus havia predito que passaria por tal tratamento desprezível (Mar. 10:32-34; Luc. 18:31, 32), e isto cumpria as palavras proféticas: “Não escondi a minha face de coisas humilhantes e do escarro.” — Isa. 50:6.

      Em contraste, em três ocasiões no registro bíblico, Jesus Cristo empregou sua saliva quando curava miraculosamente as pessoas. (Mar. 7:31-37; 8:22-26; João 9:1-7) Visto que os resultados obtidos por Jesus eram milagrosos e os milagres de Jesus eram feitos sob o poder do espírito de Deus, a utilização, por parte de Cristo, de sua própria saliva nestes casos não constituía a simples aplicação eficaz dum agente curativo natural.

  • Salma
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    • SALMA

      Veja SALMOM.

  • Salmã
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    • SALMÃ

      O despojador da casa de Arbel, a quem Oséias menciona quando profetiza contra o infiel reino setentrional de Israel. Embora nem Salmã, nem Arbel, sejam de outro modo mencionados na Bíblia, a referência incidental, porém enfática, feita por Oséias a

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