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  • Considere que maravilha é uma árvore!
    Despertai! — 1978 | 22 de janeiro
    • Considere que maravilha é uma árvore!

      PENSE sobre uma árvore, apenas por um instante. Seus ramos fornecem sombra. Seus frutos sustentam a vida. As florestas abrigam criaturas selvagens, impedem enchentes e protegem a terra que produz alimentos.

      Realmente, desde a criação da humanidade, os homens têm-se maravilhado diante da força e pacificidade das árvores. A Bíblia se refere aos cedros do Líbano, árvores que atingiam uma altura de 37 metros, e tinham troncos com 12 metros de circunferência. (1 Reis 5:6) Todavia, há árvores ainda bem maiores.

      A árvore Banyan (Ficus benghalensis), da Índia, inclui centenas de raízes nutridoras e fixadoras, e pode abranger quase meio hectare de solo. Um cipreste de Montezuma, no estado de Oaxaca, México, tem 35 metros de circunferência e 12 metros de diâmetro. Calculou-se certa vez sua idade como sendo de “10.000 anos”. Mas, imagina-se agora que se trata de vários troncos que cresceram juntos, tendo uma idade respeitável, porém mais razoável, de talvez 500 anos.

      Entre as árvores elevadas, o eucalipto australiano ergue-se bem alto. Há um século, noticiou-se um que media 132 metros até o ponto em que seu topo tinha sido quebrado. Embora, hoje, duvide-se da exatidão dessa medição, não resta dúvida que os eucaliptos australianos acham-se entre as árvores mais altas do mundo.

      Pensa-se que as mais altas das árvores presentemente vivas sejam as sequóias gigantes (Sequoia sempervirens) da costa dos EUA, que atingem excepcional altura nos vales neblinosos da costa do norte da Califórnia, EUA. Colunas aflautadas e sombreadas dessas graciosas árvores erguem-se perfeitamente eretas por até 60 metros antes que os primeiros ramos laterais se estendam para formar alta abóbada verde sobre o solo pacífico da floresta. A mais alta sequóia de que se tem registro, descoberta somente em 1963, ergue-se à altura de 112 metros.

      Em notável contraste, há as vizinhas florestas-anãs, em que um adulto pode curvar-se para tocar nos topos de árvores que já cresciam antes que ele nascesse. Ao visitar os majestosos bosques de sequóias, poderá parar para ver a floresta-anã no Parque estadual de “Russian Gulch”, a cerca de 193 quilômetros ao norte de São Francisco, EUA. Ali, o solo cerceou o crescimento das árvores a tal ponto que pinheiros e ciprestes de 15 anos só têm de 15 a 25 centímetros de altura. Árvores que se imagina terem um século de idade são menores do que um homem adulto. As árvores mais largas (embora não sejam as mais altas) do mundo se encontram a cerca de 193 quilômetros mais para o interior, situando-se nas Montanhas da Serra Nevada, da Califórnia, EUA.

      Que maravilhosas provisões variadas foram incorporadas nas primeiras árvores! O salmista bíblico disse que coisas tais como “árvores frutíferas e todos os cedros” deveriam louvar a Deus. (Sal. 148:7, 9) Nós mesmos fomos criados com a tendência de apreciar o vigor delas Assim, refletir sobre tais maravilhas da criação nos deve tornar ainda mais gratos pela sabedoria de seu grande Criador.

  • É correto chamar os homens por seus títulos?
    Despertai! — 1978 | 22 de janeiro
    • Qual é o Conceito da Bíblia

      É correto chamar os homens por seus títulos?

      DIRIGINDO suas palavras primariamente para o sofredor Jó o jovem Eliú disse: “Por favor, não mostre eu parcialidade para com um homem; e não darei título a um homem terreno; pois certamente não sei como posso dar título; Aquele que me fez carregaria facilmente comigo.” (Jó 32:21, 22) Devemos concluir disso que é errado usar títulos quando nos dirigimos aos homens? Ou, é apropriado o uso de títulos, sob certas circunstâncias?

      Deve-se notar que Eliú ligou a concessão dum título com a demonstração de parcialidade. Em seus comentários feitos a Jó portanto, não recorreu a qualquer forma de lisonja. Nem permitiu que a pessoa do aflito Jó desviasse o que dizia. Eliú observou o princípio da Lei que foi dada depois a Israel: “Quanto ao de condição humilde, não deves mostrar preferência numa controvérsia sua.” (Êxo. 23:3) Também, embora jovem, Eliú não tomou o lado dos companheiros de Jó por considerar a idade e posição deles. Ele apresentou os assuntos como eram realmente, não lisonjeando os companheiros de Jó por lhes dar um título e então permitir que isto influenciasse sua linguagem.

      O exemplo de Eliú bem ilustra que seria errado dar origem a títulos lisonjeadores. Tal tratamento parcial resulta em se agir injustamente e incorre no desfavor de Deus. Eliú reconheceu isto, como se evidencia de suas palavras: “Aquele que me fez carregaria facilmente comigo”, isto é, em sua ira. — Jó 32:22.

      Visto que a congregação cristã é uma ‘associação de irmãos’, qualquer título que elevasse um cristão acima de outro seria totalmente despropositado. (1 Ped. 2:17) Ademais, a congregação só possui um cabeça designado por Deus, Jesus Cristo. O Filho de Deus disse a seus discípulos: “Vós, não sejais chamados Rabi, pois um só é o vosso instrutor, ao passo que todos vós sois irmãos. Além disso, não chameis a ninguém na terra de vosso pai, pois um só é o vosso Pai, o Celestial Tampouco sejais chamados ‘líderes’, pois o vosso Líder é um só o Cristo.” — Mat. 23:8-10.

      Estas palavras de Jesus têm sido, em geral, ignoradas pelos clérigos da cristandade. No entanto, nem todos têm sido tão intrépidos a ponto de assumir títulos para si mesmos. O bem-conhecido comentarista bíblico, Albert Barnes, para exemplificar, rejeitou pessoalmente o título de “Doutor (ou Mestre) de Divindade” como sendo contrário ao ensino de Cristo. Escreveu ele: “Jesus proibiu seus discípulos de procurar tais títulos de distinção. A razão que ele deu era que ele próprio era seu Amo e Instrutor. Eles estavam num mesmo nível; deveriam ter igual autoridade; eram irmãos; e não deviam nem cobiçar nem receber um título que subentendesse quer uma elevação de um sobre outro, quer parecesse infringir o direito absoluto de Salvador de ser seu único Instrutor e Amo. . . . [O] título [Rabi] corresponde ao título ‘Doutor (ou Mestre) de Divindade’ segundo aplicado a ministros do evangelho; e, ao ponto que possa ver, o espírito da ordem do Salvador

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