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  • Serão os seus dias “como os dias da árvore”?
    A Sentinela — 1973 | 1.° de agosto
    • romano, obteve sua informação de Teofrasto, repetindo o escritor anterior. Diz-se que Plínio “não possuía nem o temperamento para a investigação original, nem o tempo necessário para este fim.” — The Enciclopœdia Britannica, 11.ª edição, debaixo de “Pliny”.

      Portanto, devemos concluir disso que nenhum destes escritores antigos falava sobre oliveiras genuínas crescendo debaixo das águas do Mar Vermelho.

      Mas então, se não parece provável que árvores inteiras tenham sobrevivido ao Dilúvio, de que outro modo poderiam ter continuado a existir as árvores? Experiências modernas com inundações nos fornecem alguns indícios.

      Por exemplo, os cientistas verificaram que sementes de certas plantas e árvores sobrevivem quando imersas em água até trinta meses. Além disso, devesse observar que ainda não se entende plenamente o alcance dos efeitos desastrosos que diversas tensões ambientais exercem sobre plantas novas e mudas. Certa autoridade, Jacob Levitt, da Universidade de Missúri, observou:

      “Deve-se admitir que, apesar da muita informação acumulada pelos investigadores das tensões causadas pelas geadas, pelas secas e pelo calor, não se entende ainda plenamente o mecanismo do dano causado pela tensão, nem da resistência à tensão. No caso das outras tensões [inclusive o que ele chama de ‘dano por inundação’], sabe-se ainda muito menos.”

      Uma obra russa, Hibernação das Plantas (1956, em ingl.), de I. M. Vasil’yev, salienta este fator desconhecido:

      “A própria água excessiva não é prejudicial em si mesma . . . no caso duma inundação durante os degelo do inverno ou do princípio da primavera, antes de começar o crescimento e quando a respiração é comparativamente fraca — as plantas podem permanecer por longo tempo debaixo da água sem quaisquer efeitos posteriores, prejudiciais, visíveis visto que sua necessidade de oxigênio é reduzida e pode ser completamente suprida pelo oxigênio na água que envolve as plantas, especialmente se ela estiver correndo.”

      Toda esta evidência é admitidamente limitada. Mas, não demonstra o enorme potencial que diversas sementes de árvores, plantinhas e mudas têm para sobreviver a inundações?

      Naturalmente, depois do Dilúvio, quando árvores e outras plantas começaram a crescer de novo, muitas delas cresceram rapidamente. A teca atinge a altura de dezoito metros em apenas quinze anos e a musange pode atingir vinte e quatro metros em quatorze anos. A pequena ilha de Cracatoa, devastada por uma erupção vulcânica em 1883, menos de cinqüenta anos depois já estava reflorestada assim como a região malaia circunvizinha. Quanto ao raminho de oliveira trazido pela pomba a Noé, pode ter sido tirado dum rebento novo que surgiu depois do dilúvio.

      COMPREENSÃO DA ILUSTRAÇÃO DE ISAÍAS

      De qualquer modo, este breve estudo mostra que as árvores, pela sua longevidade e resistência, constituem uma ilustração apropriada dos “dias” de pessoas piedosas, em Isaías 65:22.

      Estas palavras proféticas, conforme mostra o restante do texto, cumpriram-se em certa medida nos judeus fiéis que voltaram do exílio babilônico, em 537 A. E. C. Sob os “novos céus” (ou a regência do Governador Zorobabel e do Sumo Sacerdote Josué), houve motivos para que uma sociedade restabelecida, ou a “nova terra”, se regozijasse com suas muitas bênçãos. (Isa. 65:17-25) Entre estas havia a propensa de longevidade. Cumpriu-se neles a Palavra de Deus, por aderirem às normas elevadas da lei mosaica: “Encherei o número dos teus dias.” Sim, Deus assegurou-lhes: “Que os teus dias se prolonguem sobre o solo.” No caso deles, tal ‘enchimento’ e ‘prolongamento’ dos dias foi aptamente comparado ao que no conceito do homem dura mais tempo, uma árvore. — Êxo. 23:26; 20:12; veja o Salmo 92:13-15.

      Mas esta profecia sobre os “dias da árvore” tem uma aplicação atual. Os apóstolos Pedro e João aludiram às palavras de Isaías, dizendo que os cristãos aguardam ‘novos céus e uma nova terra, nos quais há de morar a justiça’. Dentro em pouco, sob o reino celestial de Deus, após a destruição da iniqüidade, medrará uma sociedade humana purificada, ou uma “nova terra”. “Não haverá mais morte.” — 2 Ped. 3:13; Rev. 21:1-4.

      Gostaria de viver naquele tempo? Em caso afirmativo, deverá estar interessado nas palavras adicionais de Pedro: “Fazei o máximo para serdes finalmente achados por ele sem mancha nem mácula, e em paz.” Sim, exige agora a ação correta da nossa parte.

      A aplicação diligente dos princípios bíblicos à sua vida lhe assegurará a proteção de Deus durante a “grande tribulação” para entrar na Sua nova ordem. Mas também lhe poupará muitos sofrimentos e possivelmente uma abreviação desnecessária da vida no sistema atual.

      Por exemplo, ao evitar os apóstatas, não será desencaminhado pelas suas idéias deturpadas. De modo similar, por evitar associações erradas e imorais, e más práticas, é improvável que caia vítima da sífilis, da gonorréia e de outras formas determinadas de doenças. Sim, o proceder certo apresentado na Palavra de Deus já ajudou a muitos a alcançar o potencial máximo de seus anos de vida. — 2 Ped. 3:1-18.

      Além disso, há a maravilhosa perspectiva de se viver na nova ordem de Deus. Quando esta nova ordem for realidade, às árvores, naturalmente, continuarão a morrer. Mas a vida infindável dos homens justos será medida “como os dias da árvore”, em milhares de anos.

  • A passagem da infância para a idade viril
    A Sentinela — 1973 | 1.° de agosto
    • A passagem da infância para a idade viril

      Fatos úteis que os jovens precisam saber

      A PASSAGEM da infância para a idade viril é um processo gradual. Nenhum menino se deita à noite e acorda na manhã seguinte já feito homem. A transição leva anos. Não é o tempo mais fácil na vida dum jovem, mas é um período muitíssimo importante. Este período de transição é um campo de treinamento para responsabilidades futuras.

      Este período de transição da infância para a idade viril é assinalado pelo começo da “puberdade”, termo que vem duma palavra latina que significa “adulto”. Nos rapazes, este estágio da vida começa por volta da idade de quatorze anos mais ou menos, e a “adolescência”, ou o processo de amadurecimento, em geral continua até aproximadamente a idade de vinte a vinte e três anos.

      PROBLEMAS DA PUBERDADE

      Quais são alguns dos problemas que pode esperar neste estágio da puberdade? Em primeiro lugar, provavelmente atravessará um período em que parece estar meio desajeitado e até mesmo

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