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Bananas são saborosas e saudáveisDespertai! — 1971 | 22 de março
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em certas partes da terra. Mas, nos tempos mais modernos, foram negligenciadas, pelo menos nos países ocidentais, de modo que a World Book Encyclopedia alista a banana entre as “Frutas Desconhecidas Pelos Nossos Ancestrais”. Lá em 1912, o Journal of the American Medical Association continha um editorial intitulado: “A Subestimada Banana.” Atualmente, contudo, a banana torna-se cada vez mais valorizada, porque é uma fruta tanto saborosa como saudável.
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“Não deves assassinar”Despertai! — 1971 | 22 de março
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“A Tua Palavra É a Verdade”
“Não deves assassinar”
O MAIOR dano físico que alguém pode infligir a outrem é tirar-lhe a vida. Mui apropriadamente, portanto, o Sexto Mandamento do Decálogo reza: “Não deves assassinar.” E, sob a lei de Moisés, a pena do assassinato voluntário era a morte, a pena capital. Não obstante, havia misericordiosa provisão para os que acidentalmente matassem uma concriatura humana. — Êxo. 20:13; Núm. 35:6-34.
Esta lei não era nada de novo. A Bíblia mostra que Caim reconhecia que corria o perigo de ser morto por ter assassinado seu irmão Abel. (Gên. 4:14) Ademais, logo depois do Dilúvio, Jeová Deus forneceu explícito aviso quanto a qualquer homem ilicitamente tirar a vida de outrem. Naquela ocasião, Deus disse: “Quem derramar o sangue do homem, pelo homem será derramado o seu próprio sangue, pois à imagem de Deus fez ele o homem.” Essa lei se tem aplicado à toda a humanidade desde então, pois nada se acha contido quer no restante das Escrituras Hebraicas quer nas Escrituras Gregas Cristãs que pusesse fim a tal lei. — Gên. 9:5, 6.
Deve-se esperar, então, que o assassinato também seja proibido aos cristãos. Assim, o apóstolo Paulo escreveu que os “cheios de inveja, assassínio” e coisas semelhantes, ‘mereciam a morte’. E os escritos do apóstolo João mostram que o assassínio impedirá que o cristão obtenha a vida interminável, fará com que seja destruído na “segunda morte”. — Rom. 1:29, 32; 1 João 3:15; Rev. 21:8.
A questão tem sido suscitada quanto ao que é matar legalmente e o que é assassinato. Assim, certo aposentado general de brigada estadunidense que agora é professor de direito na Universidade de Colúmbia apresentou a questão de se existe “qualquer diferença significativa entre matar um bebê de colo de um avião ou com um tiro à queima-roupa de um soldado de infantaria”. Observou que “durante a Segunda Guerra Mundial, muitos milhares de bebês sofreram mortes ardentes em Berlim, Tóquio, Hamburgo e outras cidades inimigas, e estas foram certamente consideradas legítimas operações militares”. Daí, passou a diferençar a matança de bebês e outros civis por bombas lançadas de aviões e a matança causada à queima-roupa pelos soldados. — Times de Nova Iorque, de 10 de janeiro de 1970.
Mas, o que diz a Palavra de Deus? Não diferencia as duas coisas. É verdade que, nos tempos passados, a nação de Israel serviu como executora da parte de Deus para eliminar os cananeus perversos e depravados. Mas, que nação hoje pode mostrar qualquer mandado de Deus para servir qual Sua executora? Somente Jeová Deus, o Dador da vida, tem o direito de dizer sob que condições se pode tirar a vida humana.
Naturalmente, muitas pessoas jamais pensariam em usar uma espingarda ou em lançar uma bomba. Poderiam tais
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