BIBLIOTECA ON-LINE da Torre de Vigia
BIBLIOTECA ON-LINE
da Torre de Vigia
Português (Brasil)
  • BÍBLIA
  • PUBLICAÇÕES
  • REUNIÕES
  • Perguntas Respondidas
    Nosso Ministério do Reino — 1973 | maio
    • Perguntas Respondidas

      ● Pode uma congregação com um ou dois anciãos obter a ajuda de anciãos de congregações vizinhas que tiverem muitos anciãos?

      Às vezes, os superintendentes de circuito observam que uma congregação tem muitos anciãos, ao passo que outra tem apenas um de modo que poderia usar de alguma ajuda. O superintendente de circuito poderá informar a congregação com muitos anciãos desta necessidade, mas daí em diante cabe ao corpo de anciãos considerar suas próprias necessidades, de anciãos dirigirem estudos e cuidarem das atividades da congregação. Não há motivo de que um ancião viaje para outro território se for necessário lá onde está. Se eles acharem que não causará dificuldades na sua congregação que um ancião vá trabalhar com outra congregação vizinha, poderão considerar o assunto entre si mesmos e ver se há entre eles alguém que queira viajar para a congregação vizinha.

      O ancião que pensar em prestar tal serviço deverá tomar em conta o que significará para ele em sentido espiritual e físico, e como afetará os interesses de sua família. Talvez queira verificar o que esta pensa sobre isso. Quanto tempo exigirá ir para lá e quais são as condições de condução e as despesas envolvidas em ir de seu lar para o território da congregação vizinha? Deve tomar em consideração as horas em que a outra congregação realiza suas reuniões. Será sábio dar a tal assunto sua consideração com oração.

      Se depois de se considerarem tais assuntos se achar alguém disponível para servir na congregação vizinha, o superintendente presidente poderá comunicar-se com a congregação vizinha para deixá-la saber que há um ancião disposto a servir com ela regularmente. Ao receberem a informação, se os irmãos que representam a congregação vizinha quiserem reunir-se e tratar do assunto com o ancião disponível, poderão fazer isso. Daí, se quiserem que ele sirva com eles, devem enviar sua recomendação do irmão ao Corpo Governante, pedindo que seja designado para servir como ancião na sua congregação, explicando a situação numa carta. Quando a recomendação for aprovada, o ancião poderá servir na nova congregação e seu nome será retirado da lista de anciãos da sua congregação anterior.

      ● Quando se precisa de fundos para ajudar irmãos em regiões de catástrofe ou para compras especiais que exigem mais dinheiro do que no momento se acha disponível, como deve o assunto ser tratado na congregação?

      Paulo deixou a congregação saber seu privilégio de ministrar materialmente aos seus irmãos em Jerusalém quando a fome ali se tornou séria, mas ele não especificou quanto se devia contribuir. — 1 Cor. 16:1-3; 2 Cor. 9:5-7.

      Em caso de catástrofe ou calamidade, os irmãos daquela região geral, por estarem perto, talvez queiram contribuir individualmente fundos, alimentos, roupa, etc., com a coordenação dos anciãos. Se os anciãos destas e de outras congregações acharem apropriado fazer uma contribuição e os fundos estiverem limitados, pode-se mencionar isso à congregação. Pode-se colocar uma caixa de contribuições especial para isso. Ou pode-se fazer a recomendação (a ser aprovada pela congregação) de que os fundos recebidos durante algumas reuniões na caixa de contribuições regular, descontadas as despesas regulares, sejam enviadas aos necessitados por meio da Sociedade.

      Se o circuito não tiver fundos suficientes para necessidades inesperadas quanto a compras especiais para o uso no circuito, o superintendente de assembléia poderá explicar isso aos outros anciãos. (Caso um assunto de distrito não possa esperar até a reunião de anciãos de outros circuitos numa assembléia de circuito, pode-se enviar uma carta a todos os superintendentes presidentes.) Os anciãos das congregações devem considerar o assunto e apresentar uma proposta para a aprovação da congregação. Poderão ajudar segundo as suas possibilidades.

  • Faça com que seu estudo familiar preencha a necessidade
    Nosso Ministério do Reino — 1973 | maio
    • Faça com que seu estudo familiar preencha a necessidade

      1 Pais, gostariam de ver seus filhos interessar-se mais no estudo bíblico familiar? Filhos, gostariam de aguardar com expectativa cada estudo familiar? Muito depende do assunto a ser estudado e de como o chefe da família encara o estudo.

      2 Seria bom que o chefe da família se perguntasse: “É a matéria do estudo apropriada para as necessidades de minha família?” Na realização do estudo em família é preciso tomar em consideração a idade e o interesse dos filhos. Considere estes fatores para que os filhos tomem verdadeiro interesse no estudo. Ou talvez se possa tomar por tema do estudo algum problema que surgiu na família.

      3 Alguns dos assuntos a ser considerados neste tempo poderiam ser os feriados que haverá. No caso das famílias com filhos em idade escolar, o estudo poderá tratar dos princípios envolvidos na continência à bandeira ou se poderá esclarecer o conceito correto para com os esportes e as más associações. Outro assunto bom seria considerar o que a Bíblia diz sobre o respeito para com os adultos e como os cristãos jovens devem comportar-se na escola e no Salão do Reino. Seria também muito útil ensinar aos filhos a aplicação dos princípios bíblicos a respeito do modo correto de se vestir e pentear e a respeito das modas. Os pais poderiam aproveitar o tempo para incutir nos filhos o conceito correto para com os encontros com alguém do sexo oposto e o uso de tóxicos.

      4 Em todos os casos é sábio planejar qual a matéria a estudar. Não adie as coisas, pensando que tudo se vai resolver sozinho no decorrer dos estudos. Um irmão disse a respeito do estudo familiar quando era jovem: “Costumávamos tomar um capítulo num livro, sem considerar qual fosse o assunto. Papai não o explicava em linguagem que pudéssemos entender, de modo que perdemos interesse no estudo por não podermos compreender a informação ou entender os princípios envolvidos.” De fato, requer previsão e bastante pesquisa da parte do chefe da família. Ele deve perguntar-se o que sua família necessita. Surgiu alguma situação na escola, um problema de recreação ou precisa-se de orientação sobre com quem associar-se? Reserve bastante tempo para explicar a matéria a ser considerada. Não é necessário abranger cada vez um capítulo inteiro ou todo um artigo.

      5 Nem sempre é possível aplicar cada estudo diretamente a cada pessoa. O que se aplica a alguém de dezoito anos de idade pode não se aplicar a alguém de oito anos, mas os princípios podem ser aplicados a todos, jovens e idosos, para manter o interesse no estudo. Pode-se fazer isso quer o assunto seja as associações, a aparência, a recreação, quer a conduta na escola ou no trabalho. O chefe da família deve informar a família de antemão sobre a matéria a ser considerada nas publicações da Sociedade. Talvez se possam propor algumas perguntas para criar interesse no próximo estudo. Isto dará a todos uma oportunidade de pensar no assunto e de se preparar para o próximo estudo.

      6 Visto que o estudo familiar se baseia na Bíblia, é importante usar a Bíblia bastante no estudo. Deixar cada membro da família ter a oportunidade de participar em procurar e ler textos em voz alta servirá de estímulo para eles e os familiarizará com o uso da Bíblia. Depois da leitura dos textos, faça um exame cabal deles. Raciocine sobre os pontos delineados nos textos e aplique-os. Isto dará ao estudo valor realmente prático para todos na família. É muito satisfatório ter a resposta certa quando preciso. No ministério de campo, na escola, na venda ou no trabalho, se souber o que dizer e se fizer isso na ocasião certa, sentirá grande satisfação. Muitos podem fazer isso por fazerem com que seu estudo preencha as necessidades de sua família.

      7 É verdade que em muitos lares cristãos um dos progenitores não está na verdade. Se o pai for crente e a mãe não, será mais fácil para o homem cristão tomar a liderança no estudo com seus filhos. Quando a mãe é crente e o pai não o é, haverá necessidade de discrição. Embora a esposa cristã precise estar em sujeição ao seu marido, embora ele não tema a Deus, contudo, tal sujeição não precisa impedir o treinamento dos filhos segundo os princípios bíblicos. Usando-se de discrição, a mãe poderá fazer muito para treinar seus filhos nas leis de Jeová numa ocasião durante o dia que melhor se preste para o estudo em família. Não importa qual a situação de sua família, é imperativo ter tal estudo familiar e fazê-lo preencher as necessidades.

Publicações em Português (1950-2026)
Sair
Login
  • Português (Brasil)
  • Compartilhar
  • Preferências
  • Copyright © 2025 Watch Tower Bible and Tract Society of Pennsylvania
  • Termos de Uso
  • Política de Privacidade
  • Configurações de Privacidade
  • JW.ORG
  • Login
Compartilhar