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  • Acautele-se contra a má associação
    A Sentinela — 1966 | 15 de julho
    • “Quando ofereceres um almoço ou uma refeição noturna, não chames os teus amigos, nem teus irmãos, nem teus parentes, nem teus ricos vizinhos. Talvez êles por sua vez te convidem também e isso se torne para ti uma restituição. Mas, quando ofereceres uma festa, convida os pobres, os aleijados, os coxos, os cegos; e serás feliz, porque eles não têm nada com que te pagar de volta.” (Luc. 14:12-14) É verdade, estar em companhia de irmãos maduros nos beneficiará espiritualmente, mas, por fazermos o esforço de nos associar com os irmãos retraídos, novos ou fracos, poderemos incentivá-los e fortalecê-los, muito embora não possam retribuir muita coisa. Devíamos querer estar com eles pela mesma razão que Paulo estava ansioso de visitar os irmãos romanos, dizendo: “Porque anseio ver-vos, para vos conferir algum dom espiritual, a fim de que sejais firmados; ou, antes, para que haja um intercâmbio de encorajamento entre vós, cada um por intermédio da fé que o outro tem, tanto a vossa como a minha.” — Rom. 1:11, 12.

      MANTENHA O DIVERTIMENTO NO NÍVEL TEOCRÁTICO

      15. (a) De que se deve precaver nas reuniões sociais dos cristãos? (b) Se a conduta de alguém for ofensiva, o que podíamos fazer a respeito disso?

      15 Não há feriado cristão quanto à conversa saudável e a conduta excelente. Por conseguinte, há constante necessidade de se cuidar de nossa conduta e linguagem quando estivermos em associação social com nossos irmãos cristãos. Não usaríamos a ocasião para contar histórias ou piadas vulgares e inconvenientes, mas seríamos cuidadosos, como o salmista admoestou: “Guarda a tua língua do mal, e os teus lábios de falarem enganosamente.” (Sal. 34:13, Al) Nem ninguém usaria a atmosfera amigável e à vontade para tomar liberdades com membros do sexo oposto, sob o fingimento de que um beijo ou abraço dado era apenas fraternal. Se a conduta de alguém for ofensiva, seria um ato de amor fraternal dirigir-se a tal pessoa e lhe dizer que sua conversa ou suas ações não eram apreciadas e não se harmonizavam com a conduta cristã. Paulo declara: “Persisti em certificar-vos do que é aceitável para o Senhor; e cessai de compartilhar com eles nas obras infrutíferas que pertencem à escuridão, mas, antes, até mesmo as repreendei.” (Efé. 5:10, 11) Se o conselho bíblico não produzir os resultados desejados, então, certamente não temos de nos associar com tal pessoa de forma social.

      16. Períodos de distração devem ser ocasiões para o quê, e quem deve estabelecer o andamento duma reunião cristã?

      16 Os cristãos se certificarão de que tais períodos de distração sejam ocasiões para estímulo e encorajamento espirituais. Muitas vezes podemos vencer preconceitos, antipatias e atitudes introvertidas em tais períodos. Quando estivermos com nossos irmãos, desejaremos manter nosso divertimento em nível teocrático, tendo presente a admoestação de Paulo: “Portanto, quer comais, quer bebais, quer façais qualquer outra coisa, fazei todas as coisas para a glória de Deus.” (1 Cor. 10:31) Assim, jamais devemos perder tempo com conversa vã e imprestável. É a responsabilidade do anfitrião estabelecer o andamento da reunião cristã. As testemunhas de Jeová não são parciais; há lugar para expressões de bom humor e para comida e bebida apreciáveis. Pode haver palestra séria e conversação mais leve, mas jamais conduta vergonhosa, piadas obscenas ou conversa tola. — Pro. 10:14.

      ESCOLHA A ASSOCIAÇÃO CORRETA

      17, 18. Como pode a pessoa ter associação com Jeová Deus e Cristo Jesus?

      17 Não devia sempre ser necessário os cristãos estarem em companhia de outros. Certo rei disse uma vez: “Para tudo há um tempo designado, sim, há tempo para todo negócio debaixo dos céus.” (Ecl. 3:1) Assim, é bom separar algum tempo para ficarmos sozinhos e procurarmos a associação de Jeová Deus em estudo, meditação e oração, como fez Cristo Jesus em várias oportunidades quando estava na terra. — Luc. 4:42; Mat. 14:13.

      18 Muito embora Cristo Jesus não ande mais na carne sobre a terra, como fez há 1.900 anos atrás, isso não significa que não podemos andar com ele. Ler regularmente as suas palavras de sabedoria nas Escrituras nos leva à íntima associação com ele. Por seguirmos o exemplo de devoção piedosa que ele deu, podemos andar com ele como seu seguidor. Pedro disse: “De fato, fostes chamados para este proceder, porque até mesmo Cristo sofreu por vós, deixando-vos uma norma para seguirdes de perto os seus passos.” — 1 Ped. 2:21.

      19, 20. (a) Que desculpa pode usar alguém para ter ocasião de se associar com os de fora da verdade? (b) Que excelente exemplo deram Noé e sua família neste respeito?

      19 Pode haver alguns cristãos, jovens e idosos, que achem que os princípios bíblicos sobre associações os restringem demais; assim, como desculpa para se associarem com pessoas não-dedicadas ou se casarem com elas, dirão: “Nossa congregação é tão pequena que não há rapazes ou moças com quem eu me possa associar.” Outros dirão: “Na nossa congregação não há material casadoiro disponível do grupo da minha idade.” Assim, procuram associação fora da família da fé.

      20 Será que Noé e sua família se dispersaram entre as pessoas iníquas porque eram as únicas famílias na verdade então? Por ser pequena a sua congregação, limitada a oito pessoas, talvez se sentissem restritos em sua associação, mas, como poderiam ter ampliado sua associação por incluir pessoas daquele mundo que nada tinham em comum com eles? Teria sido perigoso para eles ter associação social com pessoas que preferiam a iniqüidade antes que a justiça. Não assemelhou Jesus as pessoas que não estão na verdade hoje àquelas que viviam na terra nos tempos de Noé? “Pois assim como eram os dias de Noé, assim será a presença do Filho do homem. Porque assim como eles eram naqueles dias antes do dilúvio, comendo e bebendo, os homens casando-se e as mulheres sendo dadas em casamento, até o dia em que Noé entrou na arca; e não fizeram caso, até que veio o dilúvio e os varreu a todos, assim será a presença, do Filho do homem.” — Mat. 24:37-39.

      21. O que torna tão valiosa a associação social com nossos irmãos?

      21 É muito melhor ter apenas poucos companheiros sociais que amam a Jeová do que associar-se com muitas pessoas que talvez o desviem de Deus. Contente-se com a companhia de seus irmãos cristãos, quer sejam poucos quer muitos em número, ricos ou pobres, porque os leitores são boa influência uns para com os outros, fazendo que as ocasiões em que se associam sejam para o louvor, honra e glória de Jeová Deus, bem como bênção e proteção para o seu bem-estar eterno.

  • Tu, que pregas: “Não furtes”, furtas?
    A Sentinela — 1966 | 15 de julho
    • Tu, que pregas: “Não furtes”, furtas?

      Quão eficaz acha que seria um sermão sobre ser errado roubar se, no dia seguinte mesmo, a igreja sancionasse o roubo de propriedade e de bens, a fim de vendê-los de novo a seus donos no esforço de obter “contribuições involuntárias”? Este é o método imaginado por uma igreja católica num subúrbio de Manágua, Nicarágua, a fim de obrigar todas as pessoas de sua vizinhança, não importa que religião professem ter, a contribuir para a igreja durante a “Semana Santa”. Qualquer coisa que os “ladrões santos” possam pegar é carregado até à igreja somente para ser resgatado depois de ser dada uma contribuição. Isto, por certo, tem dado oportunidade a muitos “ladrões não tão santos assim” a levarem bens pessoais também.

      Não é de se admirar que a Igreja Católica não se tenha provado uma força contra o roubo, pois, como disse o apóstolo Paulo: “O nome de Deus está sendo blasfemado entre as nações por causa de vós.” — Rom. 2:21-24.

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