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  • Eles lhes vendem atmosfera
    Despertai! — 1972 | 8 de novembro
    • dando-lhe a mesma espécie de comida como em casa, e fazendo-o sentir-se em ambientes conhecidos. Isto era caro e não teve muito êxito. Agora, o objetivo é fazer com que os visitantes conheçam o país — sua reserva de aves, seu lago de asfalto, sua floresta tropical, e seu povo de muitas origens nacionais. Que vejam algumas das atividades e artes locais. Que ouçam uma banda de tambores de gasolina, observem a dança do limbo, ouçam uns calipsos. Ao invés de bife com cebolas, que provem um pouco de siris e calalu, ou um pouco de salada de palmito ou pelau de galinha. Desta forma, o visitante compreende que não está em casa, mas conhece algo em primeira mão sobre como seus vizinhos vivem em outros países. Isto já tem certa medida de êxito com muitos turistas, que afirmam ter-se enamorado da ilha.

      Para os que desejam afastar-se ou que desejam mudar de ritmo por algum tempo, as juntas de turismo têm algo a vender. É algo que traz benefícios à economia e à população locais. E o freguês obtêm uma atmosfera que pode ser suavizante e deleitosa.

  • A maior estrela
    Despertai! — 1972 | 8 de novembro
    • A maior estrela

      ● Em nossa galáxia, Antares é a maior estrela conhecida, tendo um diâmetro 330 vezes maior do que o do nosso sol.

  • Corte o cabelo ou perca o emprego!
    Despertai! — 1972 | 8 de novembro
    • Corte o cabelo ou perca o emprego!

      NO MUNDO comercial altamente competitivo, cada vez mais firmas de boa reputação estão dando a seus empregados o que eqüivale a um ultimato: ‘Melhore sua aparência ou rua!’

      Por exemplo: a “National Cash Register Company”, uma firma internacional com mais de duzentos e cinqüenta escritórios de venda nos EUA, enviou uma ordem executiva entitulada “A Imagem Corporativa da NCR”. Afirma, em parte: “Muitos fregueses são contra se fazer negócio com uma firma cujos representantes não estão bem penteados. Sendo tão competitivo e difícil hoje arranjar novos negócios, dificilmente podemos nos dar ao luxo de repelir os fregueses por qualquer motivo.” O código da firma para os empregados varões é então delineado:

      “O cabelo deve ser cortado e penteado com bom gosto. O comprimento do cabelo deve ir até o colarinho e não se estender sobre as orelhas. As costeletas não se estenderão a mais do que o lóbulo da orelha, e não se ampliarão ou estenderão nas pontas inferiores em mais de uns 3 centímetros. São aceitáveis os bigodes pequenos e de bom gosto. Bigodes com caracóis nas pontas, do tipo Fu-Man-Chu ou de tipo escova e barbas compridas não são aceitáveis. Ternos e camisas para negócios têm de ser do tipo social, com gravata. O equilíbrio na vestimenta deve ser asseado e limpo de modo a apresentar uma aparência bem arranjada, do tipo comercial.”

      A diretriz da NCR também estipulava vestidos e enfeites apropriados para suas funcionárias.

      É interessante notar, neste respeito, que a Junta de Recursos de Seguros de Desemprego da Califórnia, EUA, recentemente fez uma decisão que estipulava que, em certa área em que os empregadores geralmente recusavam contratar homens com cabelos longos, então tais pessoas não fazem jus a benefícios de desemprego. Também, em janeiro de 1972, o Supremo Tribunal dos EUA declarou que os direitos constitucionais de certo ginasiano não foram violados quando uma junta escolar exigiu que ele cortasse seus cabelos longos.

      É interessante que a questão de penteado e da aparência adequados, inclusive o cabelo da pessoa, comentado na Bíblia em relação com os ministros cristãos. Sob inspiração, o apóstolo Paulo recomendou “modéstia e bom juízo” com respeito a roupa e indicou que o cabelo incomumente longo seria uma “desonra” para o homem. (1 Tim. 2:9; 1 Cor. 11:14, 15) Também sublinhou que o proceder da pessoa poderia ter efeito sobre outros, para o bem ou para o mal. Assim, delineou o conceito maduro para os ministros de Deus no comentário: “De modo algum damos qualquer causa para tropeço, para que não se ache falta no nosso ministério; mas, recomendamo-nos de todo modo como ministros de Deus.” — 2 Cor. 6:3, 4.

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