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  • A história desastrosa de Masada
    A Sentinela — 1966 | 15 de outubro
    • de quase 23 metros e uma torre de sítio de mais de 27 metros, por meio da qual atacariam as muralhas.

      Quando os romanos demoliram as muralhas de pedra, encararam uma muralha construída às pressas, composta de duas fileiras de vigas de madeira, com terra no meio. Visto que dar de encontro a ela apenas aumentaria a força desta muralha, os romanos a incendiaram. Cônscios de que no dia seguinte a fortaleza seria tomada, os soldados romanos se retiraram para passar a noite. Dentro, os judeus viram que sua luta era insana. Seu comandante, Eleazar, convenceu os homens de que a morte era melhor do que a escravidão. Todo homem casado dirigiu-se à sua família, disse adeus choroso à esposa e filhos e então os matou. Dez homens escolhidos por sorte passaram a matar o resto e foram, por sua vez, mortos até que só restou um homem. Depois de atear fogo à fortaleza, ele se transpassou com sua espada, culminando o desastre de Masada.

      Os romanos retornaram na manhã, esperando enfrentar uma luta árdua, mas só acharam vivas duas mulheres e cinco crianças que se tinham escondido numa caverna e assim sobreviveram para descrever o massacre suicida de 960 homens, mulheres e crianças. A história desastrosa de Masada sublinha tràgicamente a veracidade das palavras de Jesus a respeito dos “dias para se executar a justiça” que deveriam sobrevir aos judeus que se recusaram a dar ouvidos ao seu aviso profético.

  • Perguntas dos Leitores
    A Sentinela — 1966 | 15 de outubro
    • Perguntas dos Leitores

      ● No livro ‘Coisas em Que É Impossível que Deus Minta’, por que se menciona que o planeta Plutão foi descoberto por causa de seus efeitos sobre os planetas Urano e Saturno? Não está Netuno mais perto de Plutão do que Saturno? — L. P., E. U. A.

      Este não é um ponto considerado na Bíblia, mas o compêndio bíblico acima-mencionado simplesmente o usa para ilustrar que a existência de algo não visível ao olho humano pode ser provada pelos efeitos que isso causa.

      No livro ‘Coisas em Que É Impossível que Deus Minta’ se menciona a respeito de Plutão, na página 11: “Foi descoberto pela primeira vez no ano de 1930. Todavia, já em 1905 se suspeitava da existência de Plutão. Por quê? Por causa da sua Influência, que produzia certos efeitos nos planetas Urano e Saturno. Foi chamado de Planeta X. Por meio de cálculos científicos, baseados nestes efeitos, tornou-se possível localizar a posição deste planeta a cerca de 5.900.000.000 de quilômetros de distância do nosso sol, de modo que finalmente pôde ser focalizado com um telescópio de suficiente potência e fotografado. Desta maneira, com a predição de um astrônomo e com vinte e cinco anos de pesquisa, provou-se a existência deste planeta Plutão, de cor amarelada.”

      Alguns inquiridores têm expresso a idéia de que a existência de Plutão era suspeitada por causa de seus efeitos sobre os planetas Urano e Netuno, e não Urano e Saturno, que está mais distante de Plutão do que Netuno. Quanto a isto, certos livros de astronomia dão a seguinte informação: Os astrônomos predisseram a trajetória de Urano; no entanto, deixou de manter a órbita predita. Isto levou a estudos e à descoberta do planeta Netuno. Todavia, verificou-se que a força gravitacional de Netuno não era inteiramente responsável pelo fato de que Urano não mantinha sua trajetória calculada. Ademais, variações foram observadas na movimentação do próprio Netuno. Isto promoveu maior pesquisa, estudos fotográficos dos céus e a descoberta de Plutão em 1930. — Veja-se The Encyclopcedia Britannica, edição de 1959, Vol. 18, página 92; 1001 Questions Answered About Astronomy (1001 Perguntas São Respondidas Sobre Astronomia), de James S. Pickering, páginas 66, 67, 69.

      No entanto, a seguinte declaração interessante do Dr. S. A. Mitchell, Diretor do Observatório Leander McCormick, da Universidade de Virgínia, aparece em The Americana Annual, de 1932, página 79: “Há um quarto de século, tornou-se aparente que tanto Urano como Saturno se desviavam de suas órbitas calculadas mais do que se poderia atribuir às perturbações de Netuno. Muitos investigadores atacaram o problema, inclusive, nos E. U. A., Percival Lowell e W. H. Pickering . . .” Por causa das perguntas recebidas sobre este assunto, inquiriu-se a “Americana Corporation” na cidade de Nova Iorque, questionando a exatidão da declaração acima-citada: O Editor-Chefe de The Encyclopedia Americana respondeu: “Um colega, muito lido em textos modernos sobre astronomia, disse-me que a declaração do Dr. Mitchell está certa e os fatos são expressos de forma similar em muitos textos. Acrescenta: ‘Antes de sua descoberta, a existência de Netuno era suspeitada, devido às perturbações de Saturno e Urano. Depois de Netuno ser descoberto, verificou-se que as forças (gravitacionais) não eram responsáveis pelas perturbações totais de Saturno e Urano — algum outro corpo planetário influenciava suas órbitas. Destes dados, calculou-se a posição do nono planeta, Plutão.”

      Pode-se observar, de passagem, que é usualmente desejável recorrer a uma fonte de informações que esteja bem próxima de uma ocorrência. Os cientistas, historiadores ou porta-vozes contemporâneos estão, eles próprios, em contato com as circunstâncias atuais e estão em geral em melhor posição de fornecer informações fidedignas a respeito do que aconteceu em seu próprio tempo. Por isso, achamos prático usar como fonte de Informações sobre a descoberta de Plutão em 1930 The Americana Annual de 1932.

      Em vista das informações precedentes, então, não é desprovido de base que o livro ‘Coisas em Que É Impossível que Deus Minta’ afirma, na página 11: “Já em 1905 se suspeitava da existência de Plutão. Por quê? Por causa da sua influência, que produzia certos efeitos nos planetas Urano e Saturno.”

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