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  • A idólatra e prepotente Atalia
    A Sentinela — 1980 | 1.° de julho
    • A idólatra e prepotente Atalia

      O DITO ‘tal mãe tal filha’ aplicou-se com plena força a Atalia, filha de Jezabel e do rei israelita Acabe. Jezabel não hesitava em derramar sangue inocente para promover os seus objetivos, nem tampouco o fazia Atalia. Ambas estavam mergulhadas na idolatria.

      Foi deveras um trágico erro quando o fiel Rei de Judá, Jeosafá, formou aliança matrimonial com o Rei Acabe, tomando Atalia como esposa para o seu filho Jeorão. Esta aliança por pouco não custou a vida de Jeosafá, quando participou com Acabe numa aventura militar contra os sírios. Embora Jeová Deus interviesse para poupá-lo, Jeosafá foi repreendido com as palavras: “É ao iníquo que se deve dar ajuda e é aos que odeiam a Jeová que deves amar?” — 2 Crô. 18:1-3, 30, 31; 19:1, 2.

      Depois da morte de Jeosafá, os resultados do casamento quase destruíram a linhagem real de Judá. A influência perniciosa de Atalia contribuiu para que Jeorão seguisse o mau proceder da casa real de Acabe. Para assegurar sua posição, ele assassinou seus irmãos e alguns príncipes. Abandonado por Jeová por infidelidade, Jeorão enfrentou problemas de ordem interna e externa. Os árabes e os filisteus devastaram o reino de Judá e levaram cativos todos os filhos de Jeorão, exceto o filho mais moço, Acazias (Jeoacaz). Então, um bando de salteadores que vieram com os árabes matou todos os filhos mais velhos. Por fim, Jeorão morreu de uma doença repugnante e na progressão da mesma “lhe saíram os intestinos”. — 2 Reis 8:16-19; 2 Crô. 21:4, 16-19; 22:1.

      Quando Acazias sucedeu a seu pai como rei, sua mãe tornou-se a conselheira. Visto que era ela o verdadeiro poder por detrás do trono, o curto reinado de um ano de Acazias foi marcado por flagrante iniqüidade. Depois de Acazias ser mortalmente ferido a mando do Rei Jeú de Israel, Atalia viu sua oportunidade de apoderar-se do trono do reino de Judá. — 2 Crô. 22:2-9.

      Atalia era tão prepotente, que matou seus próprios netos. Porém, o pequeno Jeoás escapou, salvo por sua tia Jeosabeate. Cerca de seis anos mais tarde, o marido de Jeosabeate, o sumo sacerdote Jeoiada, proclamou Jeoás como rei. Vendo isso, “Atalia rasgou imediatamente as suas vestes e disse: ‘Conspiração! Conspiração!’” Mas não adiantou nada. Jeoiada ordenou a execução dela. Desta maneira, o último sobrevivente da casa de Acabe teve um fim desonroso. — 2 Crô. 22:10-12; 23:11-15.

      Como pode ser explicada a ação prepotente de Atalia? Ela estava completamente envolvida na adoração de ídolos. Por causa de sua influência, seus filhos invadiram o templo de Jeová, sem dúvida, para saqueá-lo. Objetos tirados do santuário de Jeová foram devotados ao deus da fertilidade, Baal. (2 Crô. 24:7) Conforme a Bíblia revela, tal idolatria levou a todo tipo de outros pecados flagrantes. Lemos:

      “Assim como não aprovaram reter Deus com um conhecimento exato, Deus entregou-os a um estado mental reprovado, para fazerem as coisas que não são próprias, já que estavam cheios de toda a injustiça, iniqüidade, cobiça, maldade, cheios de inveja, assassínio, rixa, fraude, disposição maldosa, sendo cochichadores, maldizentes, odiadores de Deus, insolentes, soberbos, pretensiosos, inventores de coisas prejudiciais.” (Rom. 1:28-30)

      O fato de Atalia ter assassinado seus próprios netos para garantir o poder para si mesma, revela exatamente a que estado profundo de reprovação mental a idolatria pode levar a pessoa.

      O caso de Atalia enfatiza o perigo de alguém se envolver com a idolatria. A adoração falsa pode abrir as portas a todo tipo de maldade. Então, devemos sabiamente continuar a atentar para as palavras inspiradas: “Guardai-vos dos ídolos.” — 1 João 5:21.

  • “Adonai” nas Escrituras Sagradas
    A Sentinela — 1980 | 1.° de julho
    • “Adonai” nas Escrituras Sagradas

      A PALAVRA “Adonai”, em hebraico, significa “Senhor”. O sufixo ai acrescentado à palavra hebraica ’adhóhn é uma forma diferente do plural de excelência. É usada exclusivamente para Jeová e subentende que ele é Soberano. Seu uso por homens ao se dirigirem a ele sugere reconhecimento submisso deste grande fato. — Gên. 15:2, 8; Deu. 3:24; Jos. 7:7.

      Pelo visto, já no começo da Era Comum, o nome divino, IHVH, passou a ser considerado sagrado demais para ser proferido, pelos rabinos judaicos. Em seu lugar usavam ’Adhonai (às vezes ’Elohim) quando liam as Escrituras em voz alta. Os soferins ou escribas foram ainda mais longe ao substituírem o nome divino no texto escrito 134 vezes por ’Adhonai. Mais tarde, os massoretas que copiaram o texto com muito cuidado, desde o quinto até o nono século de nossa Era Comum, anotaram na Massorá (suas anotações sobre o texto) os lugares em que os soferins haviam feito tais mudanças. De modo que estas 134 mudanças são conhecidas. (Veja a lista delas na Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas, edição de 1967, página 1421.) Tomando-se isso em consideração, restam 298 lugares onde originalmente aparecia ’Adhonai no texto.

      O título ’Adhonai é usado na maior parte pelos profetas, e com muito mais freqüência por Ezequiel do que por qualquer outro. Ele quase sempre o combina com o nome divino para formar ’Adhonai Iehovih, “Soberano Senhor Jeová”. Outra combinação do título que aparece dezesseis vezes é ’Adhonai Iehovih tseva’óhth, “Soberano Senhor, Jeová dos exércitos”, e todas menos duas de suas ocorrências (Sal. 69:6; Amós 9:5) estão em Isaías e em Jeremias. O título é usado para revelar que Jeová é Aquele que tem poder e determinação para vingar seu povo oprimido, mas também para punir sua infidelidade. — Tirado de Ajuda ao Entendimento da Bíblia, p. 36, em inglês.

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