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  • Que tipo de lugares são as discotecas?
    Despertai! — 1979 | 8 de setembro
    • direitinho na esfera da principal motivação da atual música de discoteca, que é celebrar o prazer.”

      A berrante exploração do sexo por parte da discoteca, inclusive seus esforços de estimular sexualmente os ouvintes, foi também observada pela revista Time. Dizia seu artigo “O Espalhafatoso Reino da Rainha da Discoteca”: “Lá em 1976 . . . ela conseguiu um disco de ouro por simular o orgasmo 22 vezes.”

      As capas dos álbuns de discoteca também dão uma idéia do tipo de música que contêm. Algumas vezes se apresenta o nudismo, embora a exploração sexual, com freqüência, seja mais sutil. Discoworld falou de uma capa: “As posições de Jaqui e Dodie, combinadas com a de Eduah, criam um símbolo de três letras [em inglês] que numa observação casual é invisível ao consciente, mas é percebida ao nível inconsciente: S-E-X [sexo].”

      Os estilos de roupa da turma da discoteca também estão de acordo com a ênfase em sexo. O livro A Febre das Discotecas [em inglês] mostra uma fotografia de uma dançarina numa discoteca de Nova Iorque. Seu vestido tem uma abertura até a cintura e sua perna está levantada, dando uma visão por dentro de quase toda sua coxa. Diz a legenda: “A cena . . . resume o atrativo da discoteca.” Paulette Weiss, membro da redação da revista Stereo Review, disse sobre aqueles envolvidos na onda das discotecas: “Vi mulheres arrancarem sua roupa numa pista de dança.”

      Em consonância com a ênfase da discoteca no chamado “prazer”, as drogas fluem livremente nas discotecas. Recentemente esteve nas manchetes uma apreensão de drogas na mais conhecida discoteca de Nova Iorque. Mas o jornal Daily News de Nova Iorque observou: “A descoberta de drogas no Studio 54 não chega a ser surpresa para alguém que gastou algum tempo naquele lugar, segundo os freqüentadores. Cocaína e maconha alegadamente têm sido trocadas, vendidas e usadas por lá desde que o lugar foi aberto em abril do ano passado.” — 15 de dezembro de 1978.

      Som e Luzes

      Som e luzes são comumente considerados vitais para a discoteca. Não se ouve simplesmente o som; ele é tão atordoante que pode ser sentido.

      Mas pode ser perigoso um som tão possante? Disse recentemente uma notícia de jornal do Rio de Janeiro: “A possibilidade de as discotecas serem prejudiciais à saúde fez com que o governo suspendesse o fornecimento de alvarás a 20 estabelecimentos em Porto Alegre, ficando pendentes a uma investigação médica.” A questão envolvia os níveis de barulho, e se compreende por que surgiu.

      No ano passado, o som foi examinado em discotecas de Long Island, Nova Iorque, nos Estados Unidos, e inspetores encontraram 18 estabelecimentos que tinham níveis de barulho acima de 95 decibéis por mais de 30 segundos. Cada uma delas foi obrigada a afixar um aviso de alerta na entrada: “OS NÍVEIS DE SOM DENTRO PODEM CAUSAR DANO PERMANENTE À AUDIÇÃO.” A pesquisa médica indicou que os níveis de barulho experimentados comumente nas discotecas podem causar dano duradouro à audição de certas pessoas, particularmente à daquelas que se expõem aos níveis de barulho numa base regular.

      As luzes, também, representam um possível dano à saúde. Como assim? Ora, certas discotecas têm sistemas de luzes laser. “Se o feixe entrar no seu olho,” disse o Professor Paul L. Ziemer, da Universidade de Puedue, “pode causar uma queimadura na retina — um permanente ponto cego.” Além disso, a luz estroboscópica, que pisca na cadência da música, pode provocar tonturas, náuseas e estados alucinatórios. Entre os que têm publicado avisos quanto a isto está o governo britânico, que o fez num folheto sobre segurança nas escolas.

      Ajuda-lhe esta consideração da discoteca — suas raízes e o tipo de lugares que são as discotecas — a ver por que aqueles superintendentes cristãos reunidos em Brooklyn, Nova Iorque, em dezembro último, estavam preocupados com a crescente popularidade das discotecas?

      No entanto, muitas pessoas apreciam as discotecas por causa das mesmas coisas envolvidas nelas que outros consideram prejudiciais Acreditam que qualquer risco é mínimo, e que vale a pena correr o risco para aproveitar o que consideram ser um momento de prazer. Realmente, quão grandes são os perigos? Ir a discotecas coloca em perigo a felicidade e o bem-estar eterno de uma pessoa? Estes são assuntos para considerarmos.

  • Como os cristãos devem encarar as discotecas
    Despertai! — 1979 | 8 de setembro
    • Como os cristãos devem encarar as discotecas

      É SÁBIO para os cristãos ir a discotecas? É sábio para eles ver filmes como Embalos de Sábado à Noite? Perguntas como estas têm sido tópicos de conversações em muitas famílias, e têm gerado alguma preocupação.

      Alguns superintendentes cristãos têm falado sobre esses assuntos da tribuna, e até mesmo perante grandes assistências em congressos. Geralmente têm apontado o perigo para os cristãos que porventura vão a tais lugares. Como encara o conselho deles? Considera tais superintendentes cristãos como ‘desmancha-prazeres’, pessoas que se preocupam desnecessariamente com as atividades recreativas de concristãos?

      O Que Outros Advertem

      Bem, qual é a advertência dos que conhecem discoteca por dentro — os editores da Discoworld? Uma jovem de 15 anos, de Chicago, Ilinóis, E. U. A., escreveu para a revista: “Eu costumava freqüentar discotecas até duas semanas atrás quando um de meus professores da escola me flagrou e contou a meu pai. Estou planejando começar a ir de novo depois que as coisas esfriarem. Porque para mim a forma de divertimento mais agradável é dançar ao som da DISCOTECA.”

      Discoworld publicou a carta da jovem no seu número de maio de 1977, junto com esta resposta:

      Querida Lídia:

      “Uma jovem da sua idade freqüentando uma discoteca realmente não é uma boa idéia. Existem duras realidades no mundo de hoje e, se se confrontar com uma delas, isso pode causar um dilema a você e à sua família. Tenho certeza de que tem um toca-discos em casa, bem como discos para dançar tanto quanto quiser. Se precisa de uma turma, convide o resto dos seus amigos para lá.”

      “Duras Realidades . . . Um Dilema”?

      Com que “duras realidades no mundo de hoje” pode alguém confrontar-se ao ir às discotecas? Como pode isso resultar num “dilema” para uma jovem e sua família?

      A dura realidade básica é que a alma — a própria essência — da discoteca é a liberdade de expressão sexual. O ambiente em tais lugares é projetado para diminuir as inibições. Uma pessoa que agora é uma das Testemunhas de Jeová, mas que anteriormente usava drogas e ia a discotecas, disse: “Havia ocasiões em que podia ficar mais ‘alto’ numa discoteca do que com as drogas, devido ao efeito das luzes estroboscópicas, da vibração da música e da atmosfera hipnótica.”

      Outra Testemunha, que lamentavelmente teve que ser expulsa da congregação cristã por ter-se envolvido na mania das discotecas e ter cometido todas as formas de fornicação, reconheceu depois: “É uma verdadeira selva. Mesmo que vá lá com sua esposa e queira desfrutar um pouco da dança,

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