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  • Está seu filho jovem preparado para uma carteira de motorista?
    Despertai! — 1974 | 22 de setembro
    • ‘Devo recusar a meu filho a carteira de motorista?’

      Responsabilidade Parental

      Trata-se duma decisão que terá de fazer. Muitos acham que é a melhor solução, e recomendam que sejam promulgadas leis que proíbam os jovens de dirigir. Outros, porém, crêem haver melhores soluções, muito mais justas aos jovens. Argúem que aumentar a idade da habilitação não reduzirá o número de iniciantes nas estradas que não tenham experiência de dirigir. E é esta falta de experiência que é tida como a principal causa dos acidentes de carro, sem se considerar a idade em que se começa a aprender a dirigir.

      Assim, talvez decida permitir que seu filho comece a aprender a dirigir quando é bem jovem. Não conclua, contudo, que assumiu sua responsabilidade por simplesmente mandá-lo fazer um curso de motorista na escola. Estes em geral são inadequados. Com efeito, estudos concluídos em Mississippi e na Califórnia mostram uma taxa mais elevada de acidentes entre os adolescentes que fizeram cursos na escola do que entre os outros motoristas adolescentes! Por que falham os programas das escolas?

      Basicamente, segundo se pensa, é porque não fornecem ao jovem motorista nenhuma experiência prática. Pouco tempo é realmente gasto em dirigir, e isto em velocidades reduzidas, em ruas pouco movimentadas. Confrontam-se poucas, se é que algumas, situações de emergência. “Devido a isto”, explicou um porta-voz de uma grande seguradora de carros, “os motoristas jovens não estão prontos a enfrentar muitas situações de emergência, tais como estouros de pneus e derrapagens. Com muita freqüência, a primeira experiência do motorista jovem com uma situação de emergência é a que realmente acontece, e mui amiúde jamais tem outra oportunidade.”

      Por este motivo, o Dr. Amos E. Neyhart, o homem que estabeleceu o primeiro curso de direção no ginásio, em 1933, afirma: “Pelo menos 12 horas deviam ser gastas por todo estudante no volante. O motorista-estudante deve ganhar experiência simulada em derrapagens, falha dos freios, estouros de pneus, em sair da estrada, e assim por diante. Temos ensinado a manobrar carros, mas não o suficiente a prevenir acidentes.”

      Assim, como pai, deve certificar-se de que seu filho jovem adquira legalmente experiência de direção. Deixe-o observar quando estiver a seu lado. Dê-lhe experiência prática na velocidade das rodovias. Também, é sábio ensiná-lo a enfrentar derrapagens, que se calcula serem um dos principais fatores em um de cada quatro acidentes fatais de carro. Talvez possa encontrar um estacionamento grande, desocupado, coberto de gelo (ou de lama escorregadia) e obter permissão de usá-lo para demonstrar o controle da derrapagem e a dar guinadas para manter o carro na direção certa. Ler algo sobre controlar uma derrapagem nunca poderá instruir tão bem como realmente presenciar isso na realidade.

      Nem cessa sua responsabilidade ao simplesmente ver que seu filho pode dirigir com perícia um carro, mesmo em emergências. É igualmente importante, se não for ainda mais, inculcar nele a atitude mental correta.

      Instilar Uma Atitude Sóbria, Madura

      Seu filho talvez seja adolescente, mas, quando está no volante é essencial que seja pessoa estável que dê valor à vida e à propriedade. É sua responsabilidade ver que dê. Empenhe-se em desenvolver nele a cortesia, o respeito pela lei, o cuidado e a consideração pelos direitos dos outros.

      Um modo vital de fazê-lo é por dar-lhe bom exemplo pela forma que dirige. Destacando a importância disto, o Dr. Bruno Bettelheim, famoso psicanalista, disse: “Mesmo que o genitor viole apenas ocasionalmente uma lei de trânsito, isso talvez baste para destruir a crença do filho de que deve obedecer a todas as regras em todas as ocasiões. Ocasional violação dos limites da velocidade por parte dum genitor, ou impaciente avançar quando o sinal está vermelho, faz com que o jovem imagine que ser ‘adulto’ quer dizer que se pode violar a lei e safar-se.”

      É vital, também, ensinar a seu filho jovem a pensar enquanto dirige, sempre analisando o tráfego. Certo pai faz disso um jogo, explicando:

      “Meu filho . . . senta-se aqui ao meu lado, no banco da frente do carro, olha para a frente, e observa possíveis perigos. Por exemplo, há uma fila de carros parados na frente, com um motorista sentado no volante dum carro. O que deve fazer o motorista de nosso carro se o outro motorista arrancar subitamente ou abrir a porta do carro no lado errado? Ali está uma via de acesso escondida de onde pode surgir inesperadamente um carro. Como nos preparamos para enfrentar tal emergência? Lá na frente há uma curva fechada. Como agiremos?”

      Alguns talvez pensem que os jovens têm reflexos tão rápidos que podem, no último instante, evitar um acidente. Mas a realidade é que conseguir meter o pé no freio uma fração de segundo mais rápido do que outrem é muito menos importante em evitar acidentes do que dirigir cuidadosamente o bastante para que tal medida seja desnecessária.

      Ainda outro modo de inculcar em seu filho jovem a importância de dirigir com segurança é permitir que veja e ouça em primeira mão o que acontece com os violadores do tráfego. Se puder entrar em contato com o tribunal local, o juiz talvez fique contente se for lá para escutar. Talvez até mesmo faça arranjos para julgar uma série de casos que sejam especialmente instrutivos e impressionantes para os adolescentes.

      Eficaz também é fazer com que os jovens visitem um pronto-socorro dum hospital e vejam os casos de acidentes de trânsito conforme sejam atendidos. Isto pode certamente causar duradoura impressão que destaca a importância de dirigir com segurança! Por indagar e explicar a razão disso, talvez obtenha permissão de visitar tal pronto-socorro.

      Não é exagero dizer que o futuro de seu filho jovem depende, em grau surpreendente, de sua correta supervisão sobre o uso que ele faz do carro. Simplesmente não pode fechar os olhos diante do perigo quando ele está no volante. É real! Assim, faça tudo que puder para tornar o seu filho jovem um motorista seguro. A vida dele, e a de outros, talvez dependa disso.

  • Outro perigo da transfusão de sangue
    Despertai! — 1974 | 22 de setembro
    • Outro perigo da transfusão de sangue

      ◆ O periódico médico de Gopenhague Ugeskrift for Lœger considera os riscos da transfusão de sangue para os pacientes tratados de complicações dos rins (uremia). Noticia: “Apesar da contagem [de glóbulos vermelhos] ser aproximadamente a metade da normal, tais pacientes conseguem compensar a aguda perda de sangue . . . com a ajuda da administração de ferro e sem transfusão de sangue. Devem-se evitar as transfusões em pacientes com uremia terminal por várias razões, tais como o risco de hepatite, a sensibilização com reações às transfusões subseqüentes . . . e o fato de que a transfusão inibe [a produção de glóbulos vermelhos] na medula óssea.”

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