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  • Observando o Mundo
  • Despertai! — 1990
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  • TERRA LIVRE DO FUMO?
  • DESASTRES ASSOLAM OS ESTADOS UNIDOS
  • PAIS “IMPOSITIVOS” SÃO OS MELHORES
  • ‘ONU DEVE DESEMPENHAR UM PAPEL CENTRAL’
  • PROIBIDO FUMAR EM QUASE TODOS OS VÔOS.
  • GANÂNCIA LEVA A HUMANIDADE À BEIRA DA DESTRUIÇÃO
  • ELEFANTE: AGORA É ESPÉCIE AMEAÇADA
  • LEÕES QUE COMEM GENTE
  • AMEAÇA ADICIONAL
  • FAZER FLORESCEREM OS DESERTOS
  • PRIMEIRA MESQUITA EM ROMA
  • CINTOS DE SEGURANÇA — NÃO SÃO BRINCADEIRA
Despertai! — 1990
g90 22/1 pp. 28-29

Observando o Mundo

TERRA LIVRE DO FUMO?

“O Ministério da Saúde do Brasil estima ter gasto, no ano passado [1988], mais de 15 milhões de dólares apenas para tratar das pessoas que sofriam de males cardíacos derivados do fumo”, segundo a revista Veja. Todavia, há outras coisas envolvidas, além dos altos custos. A revista cita José Rosemberg, pneumologista, como tendo dito: “Para manter os índices de nicotina no sangue que a dependência impõe, o fumante de baixos teores acaba exagerando. Além dos riscos coronários, ele desenvolve a propensão ao câncer de pulmão.” Veja diz ainda: “Ao tragar a fumaça, o viciado em cigarro está ingerindo cerca de 5.000 substâncias diferentes. . . . os elementos mais nocivos são o monóxido de carbono, a nicotina e a alcatrão.” Assim, para fazer que as pessoas continuem fumando, a indústria tabagista anuncia os chamados cigarros light, ou de baixos teores de nicotina, visando primariamente as mulheres. No entanto, uma pesquisa feita entre um grupo de mulheres mostrava que as que fumam cigarros light incorrem no mesmo risco de doenças que as que fumam cigarros de alto teor de nicotina. Por outro lado, os médicos aumentam sua condenação da “falsa imagem dos cigarros chamados light”, visando “acabar com o fumo no planeta”.

DESASTRES ASSOLAM OS ESTADOS UNIDOS

Dois desastres devastaram regiões distintas dos Estados Unidos em setembro e outubro de 1989. O primeiro foi o furacão Hugo, com ventos de 220 quilômetros/horários, que varreu o sudeste dos Estados Unidos, deixando um rastro de destruição. Em 17 de outubro, um terremoto que mediu 7,1 na escala Richter sacudiu a área da baía de São Francisco, matando dezenas de pessoas e causando danos calculados em bilhões de dólares à região oeste do país. Coincidentemente, nos dois dias seguintes (18 e 19 de outubro), uma série de terremotos, de magnitude de cerca de 6 na escala Richter, abalaram o norte da China. Morreram pelo menos 29 pessoas.

PAIS “IMPOSITIVOS” SÃO OS MELHORES

“Pais que não castigam duramente, mas que fixam firmes limites e se apegam a eles, têm significativamente mais probabilidade de criar filhos capazes de grandes consecuções e que se dão bem com os outros”, declara a revista U.S.News & World Report. Estes pais são chamados de “impositivos” (“faça isso por este motivo”), em oposição aos estilos disciplinares “autoritários” (“faça isso porque sou seu pai [ou sua mãe]”), e aos “permissivos” (“faça o que quiser”), que produziram filhos com características de comportamento marcantemente diferentes. Tais estudos, que duraram duas décadas, mostravam que os pais “autoritativos” tinham mais probabilidade de criar filhos estáveis, contentes, com domínio de si e autoconfiantes, e que tinham menos probabilidade de experimentar tóxicos. “Pais ‘autoritativos’ não são mandões”, diz Diana Baumrind, psicóloga da Universidade da Califórnia, que dirigiu tais estudos. “Eles fazem questão de conhecer seus filhos, de saber como estão indo na escola e quem são os amigos deles. O controle que exercem reflete um alto nível de dedicação ao filho, e eles não receiam chamar a atenção do filho.”

‘ONU DEVE DESEMPENHAR UM PAPEL CENTRAL’

Diplomatas presentes à 44.ª Assembléia Geral das Nações Unidas declararam que as três mais importantes questões mundiais que clamam por solução são a dívida dos países em desenvolvimento, o tráfico de drogas e a proteção do meio ambiente. Havia amplo consenso de que a ONU tem de envolver-se na solução delas. O presidente da Assembléia Geral declarou que todos os membros tinham “sublinhado a necessidade de as Nações Unidas desempenharem um papel central, como a última esperança da humanidade de conseguir paz e justiça”.

PROIBIDO FUMAR EM QUASE TODOS OS VÔOS.

Os legisladores dos EUA concordaram em proibir o fumo em quase todos os vôos domésticos das linhas aéreas comerciais. Diariamente são feitos cerca de 16.000 vôos nos Estados Unidos. A lei permitiria que se fumasse em cerca de 20 desses vôos, afirmou um lobista em favor da Associação dos Comissários de Bordo, dos EUA. “Chegamos agora ao ponto em que banimos virtualmente o fumo nos aviões”, disse um senador.

GANÂNCIA LEVA A HUMANIDADE À BEIRA DA DESTRUIÇÃO

Numa recente conferência realizada em Vancouver, no Canadá, Digby McLaren, presidente da Real Sociedade do Canadá, declarou: “Vemos o homem como o destruidor e o transtornador de todo o nosso mundo.” Patrocinada pela UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), a conferência de cientistas e peritos internacionais chegou à conclusão de que a busca de riquezas materiais tem levado a humanidade à beira da destruição. O Sr. McLaren acrescentou que o progresso científico e tecnológico gerou uma preocupação com a prosperidade material, negligenciando-se os valores culturais e espirituais. O grupo conclamou a humanidade a pôr de lado as fronteiras nacionais, raciais e religiosas a fim de cooperar na recuperação da Terra.

ELEFANTE: AGORA É ESPÉCIE AMEAÇADA

A Convenção de Comércio Internacional com Espécies Ameaçadas, reunida em Lausanne, na Suíça, em outubro último, colocou o elefante africano em sua lista de espécies ameaçadas. Essa medida proíbe o comércio do marfim. A Convenção espera que tal medida faça cessar a caça ilegal por parte dos caçadores de marfim. Calcula-se que a população dos elefantes africanos tenha sido reduzida à metade na última década. Em 1979, havia 1,3 milhão de elefantes naquele continente. Atualmente existem cerca de 625.000.

LEÕES QUE COMEM GENTE

O Parque Nacional Kruger, da África do Sul, é uma faixa de terra que se estende por cerca de 320 quilômetros ao longo da fronteira com Moçambique. Para escapar da guerra civil, muitos moçambicanos fogem através do parque, correndo grande risco de vida, uma vez que o parque está repleto de leões e de outros animais perigosos. Em geral, os leões evitam os humanos. No entanto, suspeita-se que o movimento de refugiados deu aos leões um gostinho de carne humana, visto que os leões podem facilmente dominar as pessoas que não conseguem seguir caminho e que caem ao chão, exaustas. Recentemente, três pessoas na África do Sul foram mortas por leões, e dois destes ataques ocorreram dentro do Parque Nacional Kruger. Por conseguinte, os guardas do parque foram instruídos a caçar e matar todos os leões que se tenham tornado comedores de gente.

AMEAÇA ADICIONAL

Acrescentou-se mais um ângulo à atual praga dos tóxicos: a destruição das florestas pluviais equatoriais. “Os produtores peruanos de coca, movidos pela demanda americana e européia de cocaína, têm derrubado grandes faixas da floresta pluvial equatorial amazônica e estão lançando milhões de litros de substâncias químicas tóxicas nos altiplanos e nas cabeceiras dos rios”, comenta The New York Times. Segundo a notícia, os produtores de coca “invadiram dois parques nacionais e duas florestas nacionais, desmataram a maior parte duma frágil mancha florestal conhecida como ‘sobrancelha da selva’, e destruíram uma área calculada em bem mais de 200.000 hectares de florestas tropicais”. As folhas de coca são agora a maior cultura da Amazônia peruana. Na pressa de produzir cocaína, os lavradores abandonaram seus costumes ancestrais de cultivo do solo que impediam a erosão do solo arável.

FAZER FLORESCEREM OS DESERTOS

Num plano ambicioso para obter a auto-suficiência na produção de alimentos, a Arábia Saudita está fazendo florescer o deserto. No deserto saudita pontilham centenas de círculos verdes, cada um de até 80 hectares, irrigados por água bombeada bem do subsolo. Mas o custo de transformar o deserto em terras produtivas não é pequeno. O Governo já gastou bilhões de dólares nesse projeto. “Produzir trigo na Arábia Saudita é tão caro quanto produzir melões numa estufa no pólo norte”, diz The Economist. E, embora o dinheiro proveniente da produção de petróleo possa parecer infindável, as reservas de água não são. A maior parte da água utilizada provém de aqüíferos profundos, de água “fossilizada” represada, não-renovável. Receia-se que, se o consumo de água continuar no atual ritmo de crescimento, os aqüíferos talvez se esgotem num prazo de 10 a 20 anos.

PRIMEIRA MESQUITA EM ROMA

Alega-se que Benito Mussolini, o governante fascista da Itália nos dias da II Guerra Mundial, recusou permissão para que se construísse uma mesquita em Roma, afirmando que só concederia isso quando se permitisse construir uma igreja católica-romana em Meca. Os tempos mudaram. Não só se constrói uma mesquita a uns 5,5 quilômetros ao nordeste do Vaticano, mas ela é descrita por seus arquitetos como a maior da Europa. “Mesmo que não seja a maior, e existe alguma dúvida quanto a isso, é a mesquita mais importante da Europa”, afirma Abdul Qayuum Khan, diretor do Centro de Cultura Islâmica em Roma. “O fato simples, poder-se-ia dizer, é que ela e a única situada no coração do Cristianismo, na Meca do Catolicismo.” Apesar disso, diz-se que a posição oficial do Vaticano é favorável.

CINTOS DE SEGURANÇA — NÃO SÃO BRINCADEIRA

Em 1988, 25.000 pessoas morreram em cerca de 235.000 acidentes de trânsito no Brasil. Isso significa uma morte no trânsito para cada 555 carros em circulação. Embora o uso do cinto de segurança reduza as mortes nas estradas, de acordo com a revista Veja: “Uma das peças que mais demonstram a falta de educação do brasileiro no trânsito é o cinto de segurança — quase sempre desatado. . . . Os motivos para não adotá-lo soam como brincadeira. Quase 20% dos entrevistados acham que ele incomoda. Outros 20% disseram simplesmente não ter o costume de usá-lo. Uma parte das pessoas ouvidas — 8 % — saiu-se com uma explicação emblemática do descaso no trânsito: alegou ser trabalhoso colocar e tirar o cinto.” Assim, vários grupos, ao discernirem a importância e a necessidade de maior segurança, ensinam agora às crianças as normas elementares do trânsito, inclusive o uso do cinto de segurança.

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