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  • Como encara a autoridade?
    A Sentinela — 1972 | 1.° de novembro
    • de quem as escolhe ou de outros. Por isso, precisa-se duma forma de orientação, para que as criaturas inteligentes possam viver em paz e eqüidade. Como ilustração, um homem talvez queira construir seu lar em certo lugar bonito, mas, infringiria a sua escolha a liberdade de outros? O lugar talvez já tenha sido escolhido por outro ou talvez seja um bom local para um parque comunitário, em benefício de todos da localidade. É bem evidente que precisa haver um meio de se decidir o que é melhor para todos, visto que os homens precisam coexistir com outros homens. A maneira de Deus fazer isso é através do princípio da chefia.

      18. Como providenciou Jeová o exercício da autoridade? O que mostra isso a respeito de Jeová?

      18 O princípio da chefia é ilustrado em 1 Coríntios 11:3: “Quero que saibais que a cabeça de todo homem é o Cristo; por sua vez, a cabeça da mulher é o homem; por sua vez, a cabeça do Cristo é Deus.” Quando se amplia isso para incluir todas as criaturas inteligentes e suas atividades, este princípio permeia o arranjo de Jeová para governar o universo, inclusive a nós aqui na terra. Demonstra uma cordial preocupação com Suas criaturas, não uma altivez desinteressada. É a preocupação de um pai amoroso com seus filhos. O apóstolo Paulo escreveu: “Deus vos trata como a filhos. . . . pois Jeová disciplina aquele a quem ama.” (Heb. 12:6, 7) o exercício da autoridade por Jeová pode ter a forma de disciplina ou conselho necessário, assim como quando um pai humano os dá aos seus filhos. No entanto, mostra que ele se importa, que está interessado e que deseja o melhor para aquele que recebe sua orientação. E produz uma relação pacífica com Deus e com o próximo, assim como o apóstolo prossegue, dizendo: “Depois dá fruto pacífico, a justiça, aos que tem sido treinados por ela [a disciplina].” — Heb. 12:11.

      NECESSIDADE DE AUTORIDADE CIVIL

      19. (a) Para que fim servem as autoridades civis? (b) O que recebemos das autoridades civis e o que damos em troca?

      19 Embora o pleno benefício do arranjo governamental de Jeová tenha sido temporariamente interrompido com respeito ao governo terrestre, ele reconhece que precisa haver alguma forma de autoridade, até que se restabeleça plenamente a sua regência. Portanto, verificamos que se disse aos cristãos que “estejam sujeitos e sejam obedientes a governos e autoridades [civis, existentes,] como governantes”, em vez de se rebelaram contra eles por causa de suas imperfeições. (Tito 3:1) Estas “autoridades” ajudam a manter certa medida de ordem na sociedade, sem a qual haveria um caos resultante da anarquia. Neste respeito, as autoridades refletem o que remanesce da consciência do homem, dada por Deus. (Rom. 2:14, 15) Elas têm a necessária autoridade para manter certo grau de ordem em campos tais como os serviços públicos (saúde pública, abastecimento de água, correio, construção de estradas, educação); combate ao crime e ao fogo, e proteção judicial; auxílios governamentais e legislação preventiva (construção, prevenção de incêndios, saúde pública, poluição, gêneros alimentícios, remédios, trânsito). Em reconhecimento destes benefícios, o cristão dá às autoridades seculares sujeição relativa e impostos. (Rom. 13:6, 7; Mar. 12:17) Em resultado, na maior parte, pode continuar “a levar uma vida calma e sossegada, com plena devoção piedosa e seriedade”, sob homens “em altos postos”, as autoridades governamentais. — 1 Tim. 2:2.

      20. Como encara o cristão maduro a autoridade?

      20 Portanto, como encara o cristão maduro a autoridade? Primeiro, reconhece que ela é necessária em todos os aspectos de sua existência. Vê no exercício dela pelo Criador um interesse amoroso no bem-estar de Suas criaturas. Reconhece que as autoridades seculares servem agora no propósito geral do Criador e que foram “colocadas por Deus nas suas posições relativas”. (Rom. 13:1, 2; João 19:11) Reconhece que é necessário estar em sujeição relativa à autoridade exercida pelos que ocupam várias posições na vida secular — o professor, o patrão, o policial, o Juiz e o coletor de impostos. Continua a manter este conceito piedoso apesar dos aparentes abusos e das faltas das atuais autoridades, sabendo que “alguém que é mais alto do que o alto está vigiando, e há os que estão alto por cima deles”. (Ecl. 5:8; Pro. 15:3) Continua confiante em que é da vontade de Jeová exercer sua autoridade amorosa por meio duma “administração no pleno limite dos tempos designados”. (Efé. 1:10) Aguarda o tempo em que “toda a autoridade no céu e na terra” será administrada por Jesus, por intermédio de servos cristãos fiéis, semelhantes aos que agora trabalham arduamente entre ele e seus irmãos cristãos. — Mat. 28:18.

  • Como seu modo de encarar a autoridade influi na sua vida
    A Sentinela — 1972 | 1.° de novembro
    • Como seu modo de encarar a autoridade influi na sua vida

      1. Até que ponto influi na nossa vida nosso modo de encarar a autoridade, e como podemos saber de que modo a encaramos?

      A MAIORIA de suas relações com outros e a felicidade que deriva delas é influenciada pelo seu modo de encarar a autoridade. Influi nas associações familiares, religiosas e seculares, que abrangem quase cada hora de cada dia. O importante a lembrar-se nestas relações não é apenas que reconhece a autoridade, mas como encara esta autoridade. Considera-a necessária e em muitos casos como provisão amorosa para seu benefício? Ou considera-a como algo a ser evitado, quando se torna inconveniente ou é contrária ao que deseja? Poderá obter uma avaliação clara de seu modo de encarar a autoridade por recapitular brevemente os pontos de sua vida em que ela influi, considerando situações que possam surgir, em resultado do modo como a encara. Estas relações podem ser divididas de modo geral em dois grupos, as de fora e as de dentro da congregação cristã. Vamos examiná-las individualmente.

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