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A prevalecente vontade de DeusA Sentinela — 1962 | 1.° de dezembro
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da cegonha, o símbolo da ternura materna. A grande falta de sabedoria da avestruz não é sem o sábio desígnio de Deus, tal como nos sofrimentos de Jó, que lhe pareceram tão irrazoáveis, mas havia um propósito sábio.
O que acontece quando a avestruz se depara com o perigo? Não esconde a cabeça na areia. Antes, bate as asas ao alto e “ri-se do cavallo e do que vae montado nelle”. Com as duas pernas compridas e as asas batendo esta ave corre mais do que muitos quadrúpedes velozes. O historiador Xenofonte escreveu: “Mas ninguém jamais apanhou a avestruz, pois na sua fuga constantemente ganhava terreno do perseguidor, ora correndo abaixada ora levantando-se com asas abertas, como se tivesse içado as velas.” Semelhantemente, Shaw, nas Travels in Barbary (Viagens na Barbaria) diz:
“Nem os árabes são bastante destros para alcançá-las, mesmo montados nos seus melhores cavalos. Elas, quando levantam vôo, riem-se do cavalo e do cavaleiro. Dão-lhe a oportunidade de somente admirar à distância a extraordinária agilidade bem como a majestade dos seus movimentos. . . . Nada, certamente pode ser mais bonito e mais divertido do que tal vista; as asas, pelas repetidas, embora incansáveis vibrações, servindo-lhes tanto de velas como de remos; enquanto que os pés, ajudando também em afastá-las da vista, são igualmente insensíveis à fadiga.”
Quando se ri do cavalo, quão depressa corre a avestruz? “Tão rápidas são elas”, diz The Encyclopedia Americana, “que mesmo o árabe no seu cavalo de raça pode raras vezes alcançar uma delas sem ajuda, e mesmo quando se caça à cavalo em revezamento quando as aves circulam no seu território favorito, um ou mais cavalos são freqüentemente sacrificados na caça.” O volume The Animal Kingdom (O Reino Animal) diz: “Na corrida ela pode passar na frente de quase todos os seus inimigos nas planícies da África. Quarenta milhas [64 quilômetros] é uma estimativa não exagerada da sua velocidade.” Alguns naturalistas limitam a sua velocidade máxima a quarenta e cinco quilômetros por hora; mas Martin Johnson, fotógrafo de filme cinematográfico de vida agreste, disse que a velocidade máxima da ave é de oitenta quilômetros por hora.
As palavras de Jeová acerca da avestruz, do jumento selvagem e do boi selvagem mostram que o grande Dador dos instintos age de acordo com a sua vontade; e o que o homem pode fazer a respeito disso? A vontade divina prevalece nisto bem como em todos os assuntos da vida e somos sábios em agir em harmonia com ela. “Tu és digno, Senhor [Jeová] e Deus nosso, de receber a glória, a honra e o poder, porque todas as cousas tu criaste, sim, por causa da tua vontade vieram a existir e foram criadas.” — Apo. 4:11, ALA.
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As duas revistasA Sentinela — 1962 | 1.° de dezembro
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As duas revistas
Uma publicadora que trabalhava com as revistas, encontrou-se certo dia com uma senhora amistosa que, apesar de não estar especialmente interessada, disse: “Bem, certamente nada nos pode acontecer simplesmente por aceitarmos duas revistas.” Visto que a irmã voltara várias vezes, mas nunca encontrara ninguém em casa, começava a parecer que nada aconteceria mesmo. Daí, certo dia, o marido atendeu a porta — a irmã tinha interrompido a sua soneca. Mesmo sendo ela um pouco apologética por isso, o homem a convidou a entrar e explicou que a sua esposa tinha obtido as revistas porque ele estava doente e ela achou que ele precisava de alguma coisa para ler: por que não as revistas? O homem ficou interessado e perguntou à irmã como se pode ter certeza que Deus existe. Depois de algumas provas bíblicas, começou-se um estudo, e este casal jovem tem feito bom progresso. Assistem às reuniões e caem regularmente no serviço, portanto, algo pode acontecer simplesmente por se aceitarem duas revistas. — Anuário das Testemunhas de Jeová para 1962, publicado em inglês.
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