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  • Observando o Mundo
  • Despertai! — 1984
  • Subtítulos
  • Irredutível Analfabetismo?
  • Homossexualismo: Vício e Sem-Vergonhice
  • Repete-se o Mesmo Espetáculo?
  • Aumenta o Medo
  • Menos Crescimento, Mais Pessoas
  • O Problema dos Nomes na China
  • Regeneração de Bikini
  • Experimente o Iogurte
  • Aves e Aviões
  • Maior Palácio Real
  • “Cidade Mais Segura”
  • Perdas de Alimentos
  • Resistir ao Estupro
Despertai! — 1984
g84 22/7 pp. 29-31

Observando o Mundo

Irredutível Analfabetismo?

● Dentre os males que afligem as populações mais carentes do Brasil, sem dúvida um dos mais graves é o analfabetismo. Dados liberados pela Fundação IBGE e outras pesquisas, conforme publicados no jornal Folha de S. Paulo, revelam que o número absoluto de analfabetos, na faixa etária de 15 anos e mais, em 1983, era de 17.899.000, em comparação com 16.124.000 em 1979. Percentualmente, 22,7 por cento dos brasileiros são analfabetos, em contraste com 23,1 em 1979. Nos esforços de alfabetização, destacam-se as Testemunhas de Jeová. Durante 1983, ministraram aulas de leitura e escrita a 2.514 pessoas, em 423 núcleos, além do desvelo de dar aulas particulares de leitura e escrita a 537 pessoas. Em resultado destes empenhos, puderam ensinar especificamente a 382 pessoas, tanto leitura como escrita.

Homossexualismo: Vício e Sem-Vergonhice

● Na gigantesca cidade de São Paulo, mais de 36 por cento da população consideram o homossexualismo um vício (14,1%) ou sem-vergonhice (22,3%), segundo uma pesquisa do jornal Folha de S. Paulo, em março último. Um quarto dos entrevistados (24,6%) o considerava uma doença. Sintomático, porém, é que uns 13,8 por cento dos entrevistados consideravam o homossexualismo uma questão de comportamento. Dentre eles, jovens na faixa de 14 a 19 anos (cerca de 17,5 por cento) achavam que o homossexual não era nem pior nem melhor que o heterossexual. Outros nove por cento não tinham opinião formada. No entanto, a Bíblia diz claramente que “estes homens são assim tão loucos . . . deixam as relações naturais com as mulheres, e se queimam de paixão uns com os outros. Homens têm relações vergonhosas uns com os outros, e por isso recebem, em si mesmos, o castigo que merecem por sua maldade.” (Romanos 1: 24, 27, A Bíblia na Linguagem de Hoje; o grifo é nosso.) Muitos, porém, têm caído em si e abandonado tal prática condenável.

Repete-se o Mesmo Espetáculo?

● “Os eventos mundiais, atualmente, espelham os de há 70 anos, à véspera da Primeira Guerra Mundial”, proclama um artigo do jornal The Toronto Star, do Canadá. “Conseguirão os líderes atuais dar os passos para impedir que ocorra outro cataclisma?” Citando as condições então existentes, que levaram à Primeira Guerra Mundial, o artigo prossegue: “Acham-se presentes, hoje em dia, todos os ingredientes da situação pré-1914. Deveras, as dimensões são mais ameaçadoras agora do que há 70 anos. A política internacional acha-se polarizada numa escala global; as armas modernas poderiam matar, não apenas milhões de homens jovens, mas extirpar nações inteiras; e há pontos explosivos em todo o mundo.”

Falando da posição obstinada das superpotências em cada confronto Leste-Oeste, o artigo declara: “Se isto persistir, uma disputa ou outra — como se deu em 1914 — tende por fim a explodir num grande conflito. Exceto que, desta vez, as lâmpadas não se apagarão apenas na Europa [referindo-se ao comentário do Secretário de Negócios Estrangeiros da Grã-Bretanha, Grey, no início da Primeira Guerra Mundial]; haverá uma escuridão nuclear por toda a terra.”

Aumenta o Medo

● “Temendo um agudo aumento do terrorismo em 1984, os EUA e outras nações estavam improvisando às pressas um leque de precauções adicionais de segurança”, veicula a revista U.S.News & World Report, “não só no Oriente Médio, mas também em casa”. Foram instaladas barricadas fora de prédios públicos, tais como a Casa Branca, e a missão dos EUA nas Nações Unidas, onde se reforçou a segurança, e utilizam-se cães para farejar os carros e caminhões à procura de bombas, enquanto que os visitantes são submetidos a detectores de metais. Até mesmo mísseis antiaéreos estão disponíveis na Casa Branca, em caso dum ataque aéreo. Instou-se com os dignitários a limitar sua exposição pública, e também foi designada uma proteção extra para as figuras-chaves. Teme-se que eventos tais como os Jogos Olímpicos de Los Angeles, a Feira Mundial de Nova Orleans e as convenções políticas dos EUA, este ano, tornem-se alvos dos terroristas que almejam chamar atenção para suas causas. Afirma o senador dos EUA, Daniel Moynihan: “A perspectiva de 1984 ser o ano em que trarão a guerra para as nossas praias é real.”

Menos Crescimento, Mais Pessoas

● Embora a população do mundo seja agora de 4,7 bilhões e continue crescendo, sua taxa de crescimento está declinando, conforme o relatório anual do UNFPA (sigla, em inglês, do Fundo da ONU para as Atividades Populacionais). Espera-se que caia para não mais de 2 por cento ao ano no período de 1980 a 1985 — de uma média anual de 2,4 por cento de 1965 a 1970. De acordo com o relatório, a China e a Índia, cuja população combinada constitui 40 por cento do total do mundo, aceitaram a idéia de terem famílias menores — noção que também se espalhou por vários países em desenvolvimento. Com efeito, a taxa anual de crescimento da China já baixou para 1,5 por cento. Tal declínio, conforme veiculado pela revista World Health (Saúde Mundial), é atribuído a três fatores principais: Renda maior, reduzindo a necessidade de se ter filhos como garantia para a velhice; melhores serviços de saúde, reduzindo-se a necessidade de mais filhos para perpetuar a família; e mais mulheres que trabalham fora, tendo menos tempo para criar filhos. O UNFPA prediz que a população mundial se estabilizará em 10,2 bilhões ao se atingir o século 21

O Problema dos Nomes na China

● Li é um sobrenome comum na cidade de Shen-yang, China, a 644 quilômetros ao nordeste de Pequim. “Shuzhen” (linda e preciosa) é um nome favorito para as mulheres ali. Em resultado disso, mais de 4.800 mulheres chamam-se Li Shuzhen. Esta e outras dificuldades similares com nomes iguais moveu as autoridades frustradas do nordeste da China a escrever um guia para nomes de bebês. Segundo noticiado no jornal Guangming Daily, dez homens chamam-se Li Wei apenas em uma unidade de trabalho, graças à popularidade de “Wei”, que significa “grande”. A fim de evitar confusão, são mencionados como “Li Wei N.º 2”, “Li Wei de Cabelos Compridos”, “Li Wei de Olhos Grandes”, e assim por diante.

Regeneração de Bikini

● A ilha de Bikini, parte das ilhas Marshall, na Micronésia, e a maior das 23 ilhas do atol de Bikini, pode tornar-se segura para habitação humana, afirmam os cientistas. Os 167 habitantes das ilhas foram desalojados dali, em 1946, de modo que se pudesse realizar 23 testes nucleares. Os testes deixaram o solo contaminado com césio-137, elemento radioativo que se concentra em qualquer alimento cultivado. Atingindo agora 1.100 pessoas, a maioria dos bikinianos vivem na ilha de Kili — a 648 quilômetros ao sul, e que só possui um sexto da área terrestre do atol de Bikini. De acordo com The New York Times, o comitê de cientistas afirma que isto exigiria a substituição do solo contaminado com nova camada de solo até uma profundidade de 46 centímetros, a um custo de cerca de US$ 100 milhões, apenas para a ilha de Bikini. Estudam-se também outras soluções. Enewetak, outro atol usado para os testes nucleares, foi regenerado pelos Estados Unidos em fins da década de 70 a um custo mais ou menos igual.

Experimente o Iogurte

● Será que tomar leite lhe causa transtornos intestinais? Se causar, experimente mudar para o iogurte como fonte de proteína, afirmam alguns pesquisadores. Ao passo que os bebês produzem a enzima lactase que os habilita a digerir o açúcar do leite, a maioria dos adultos produz muito pouco dessa enzima, e, assim, não consegue digerir o leite devidamente. O iogurte, por outro lado, já contém tal enzima, permitindo que tal alimento digira a si mesmo no corpo. “Consubstancia uma sensação que as pessoas têm de que, de algum modo, o iogurte é bom para a gente”, diz o dr. Joseph C. Kolars, diretor desse estudo.

Aves e Aviões

● Ocorrem cerca de 1.500 colisões de aves e aviões a cada ano nos Estados Unidos apenas, segundo noticiado, provocando milhões de dólares de danos nos motores de aviões. Às vezes, resulta em desastres e mortes de pessoas também. Por que há tantos acidentes com aves? Porque as aves que se aninham próximo dos aeroportos ficam surdas, afirma o prof. Allen Counter, da Universidade de Harvard, EUA, e, por conseguinte, não conseguem ouvir o avião, ou os gritos de aviso das aves que avistam a aeronave. Estudando as gaivotas do Aeroporto Internacional de Logan, em Boston, EUA, ele concluiu que o ruído a que estão sujeitas — de 90 a 100 decibéis a cada 40 segundos — também “perturba os cérebros delas” por “sobrepujar seus sistemas auditivos” de modo que a “resposta cerebral é obliterada”.

Maior Palácio Real

● Ele reina sobre um dos menores países do mundo, mas o sultão Muda Hassanal Bolkiah, de Brunei, não é nem um pouco sovina quando se trata de sua residência real. “Seu novo palácio de 1.788 aposentos, numa colina parcialmente artificial de 30 metros que tem como vista a capital, é, segundo se crê, a maior residência régia do mundo”, noticia The New York Times. Num país de apenas 5.765 quilômetros quadrados, situado na costa norte de Bornéu, seus quatro prédios interligados de três pavimentos, ocupam cerca de 20 hectares no centro de um jardim paisagístico de 121 hectares. O Vaticano, detentor do antigo recorde, possui 1.400 aposentos comprimidos em 5 hectares. O palácio do sultão gaba-se de ter quatro tronos (permitindo a visita de um casal real estrangeiro), um salão público de banquetes que pode alojar 4.000 pessoas, um heliporto, estacionamento subterrâneo para 800 carros, enorme centro de recreação pessoal, inclusive um campo de treino de pólo, e a última palavra em tecnologia para vigilância e refrigeração. A que custo? Cerca de US$ 300 milhões, noticia o Times.

“Cidade Mais Segura”

● Tóquio é a “cidade mais segura do mundo”, de acordo com o Departamento de Polícia Metropolitana daquela cidade — isto é, em comparação com outras grandes cidades. Segundo veiculado no jornal Mainichi Daily News, seus 132 homicídios eram apenas uma décima sétima parte do total de Los Angeles, EUA. Os crimes em Tóquio, inclusive os homicídios e roubos, somaram cerca de 221.300 nos primeiros 11 meses do ano de 1983 — uma média de 663 por dia. Causa de preocupação, segundo o jornal, é o aumento dos ofensores juvenis. “Mais da metade das ofensas criminais cometidas hoje em dia no Japão são causadas por pessoas com menos de 20 anos”, noticia, e “as com 14 anos são as mais inclinadas a cometer crimes”. Pela primeira vez, as mulheres jovens foram responsáveis por mais de 20 por cento dos crimes cometidos por pessoas na faixa etária dos 14 aos 19 anos. Segundo a lei nipônica, os jovens com menos de 14 anos não são responsáveis criminalmente.

Perdas de Alimentos

● A China desperdiça quase a metade de seus alimentos, afirma Eugene Whelan, dirigente do Conselho Mundial de Alimentação. Se não fosse a perda de quase 50 por cento de milho, soja e outros grãos, devido a locais ultrapassados de armazenamento, a China poderia exportar grandes quantidades de alimento para as nações necessitadas, afirma. Segundo veiculado por The New York Times, o sr. Whelan visitou a China em sua posição oficial como chefe do conselho. “Paga-se tanto às comunas para produzir tais safras, mas, daí, não há local de armazenagem para elas”, disse. “Seus locais de armazenamento são parecidos aos que usávamos há 100 anos, e no que tange à armazenagem a frio, praticamente não existe.” No ínterim, 22 nações africanas sofrem grave escassez de alimentos.

Resistir ao Estupro

● “Quanto mais estratégias empregar, maior é a probabilidade de evitar o estupro”, conclui a socióloga Pauline Bart, respaldada em estudos de mulheres que evitaram ser violadas. “Poucas mulheres evitaram o estupro utilizando uma só estratégia.” Segundo noticiado no jornal The Edmonton Journal, do Canadá, os estudos dela mostravam que é melhor empregar várias táticas, tais como berrar, fugir ou até mesmo empregar força física. “Por reagir, a mulher aumenta significativamente sua chance de evitar o estupro”, disse a sra. Bart. “Não resistir não é garantia de receber tratamento humano.” Ademais, “as mulheres violadas que empregaram estratégias físicas”, disse ela, “tinham menos probabilidade de sentir-se deprimidas do que as mulheres estupradas que não resistiram fisicamente contra os atacantes”.

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