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  • Tempo de construir no reino das aves
    Despertai! — 1972 | 22 de janeiro
    • que o move a ir e espiar de perto. Aquêles que já acharam um ninho abandonado não podem deixar de admirar-se com sua arquitetura. Embora tecido com materiais primitivos e aglutinados pela lama, um ninho não é, de forma alguma, algo frágil, pois usualmente suporta chuva e ventos fortes, permanecendo firmemente grudado ao local em que é construído. Ali mantém sua preciosa carga de ovos, seguro contra todas as espécies de tempo. E pensar que uma criaturinha, pelo instinto, pôs tudo aquilo junto, usando apenas o bico como instrumento de construção!

      Quais são alguns materiais que tais criaturas aladas usam para construir suas ‘surpreendentes creches? Alguns dos itens são raminhos, grama, folhas, casca, penas, cabelo humano e crina de cavalo, e lama usados como aglutinantes, às vezes fortalecidos pela saliva da ave. O interior do ninho, em que ficam os ovos, é geralmente revestido de materiais macios tais como musgo, teias de aranha, lanugem de plantações de algodão, fios e até fiapos dum secador de roupa!

      O ninho do mergulhão, que é feito de grama, folhas e raminhos, se caracteriza pelo musgo verde. Esta ave faz questão da condição do musgo. Deve ser mantido verde para camuflar seu ninho, que tem mais ou menos a forma esférica, medindo de uns quinze a dezoito centímetros de diâmetro. Diz-se que tais aves às vêzes pingam gotículas de água de suas asas molhadas para fazer com que o musgo parecer fresco e verde, se não houver suficiente umidade onde seu ninho se acha.

      O joão-de-barro constrói interessantíssimo ninho. Suas características são responsáveis pelo nome da ave. Um teto de tiras de cascas de árvore, folhas, grama e outro material é construído sobre ele como um arco. A entrada se acha num lado, ao invés de no alto. Isto faz com que a estrutura inteira pareça um tanto com um forno arredondado antigo.

      Um ninho notável é o do papafigo de Baltimore. Usando apenas seu bico como agulha, a Sra. Papafigo tece uma bolsa em forma de pêra de fibras de plantas, cabelo, musgo, porções de fios macios, fios de lã e assim por diante, na ponta de um ramo que balança alto. Tão durável é este ninho que restos do mesmo ficam apegados às pontas do ramo três ou quatro anos depois de ser abandonado. Na verdade, trata-se de arte avícola de alta qualidade!

      Os andorinhões das chaminés constroem ninhos em forma de discos dentro de árvores ocas ou chaminés que se parecem com prateleiras semicirculares de parede. Formam-nos por ajuntarem diminutos raminhos e colarem-nos com sua saliva aglutinante que se endurece quando exposta ao ar.

      Falando de adesivos, os tordos usam lama natural como cimento para seus ninhos. Se não houver nenhuma disponível, sabe-se que fabricam-na por encher seus bicos de pó e então mergulhá-los numa banheirinha de ave. Ou, talvez molhem as penas e sacudam as gotas num lugar poeirento.

      Deveras, o tempo de construção no reino das aves é uma época deleitosa revigorando a alma dos que tomam o tempo para examinar suas atividades. Por ficarmos alertas a fim de notar como e ‘onde os próprios pássaros fazem ninhos’, ficamos movidos a louvar e a agradecer ao amoroso Criador, Jeová Deus, por ter dado estas dádivas aladas à humanidade. — Sal. 104:1, 16, 17.

  • A mais indefesa das criaturas
    Despertai! — 1972 | 22 de janeiro
    • A mais indefesa das criaturas

      ◆ Os infantes humanos são talvez as mais indefesas de todas as criaturas vivas. Precisam ser alimentados, lavados e vestidos. Não podem locomover-se muito longe por si mesmos. Se não fossem os pais, os infantes não viveriam muito depois do nascimento.

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