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    Despertai! — 1980 | 22 de maio
    • Quando os sistemas de ondas luminosas começarem a se deslocar dos laboratórios para o uso prático, muitos benefícios poderão advir. Quando refletimos sobre tudo isso, podemos muito bem ter apreço pela natureza maravilhosa e intricada da própria luz. A inventividade do homem, e seu íntimo anseio de conhecimento, são verdadeiramente bem supridos pelos infindáveis tesouros da criação. — Sal. 145:16.

  • Conheça o “pássaro gargalhador” da Austrália
    Despertai! — 1980 | 22 de maio
    • Conheça o “pássaro gargalhador” da Austrália

      Do correspondente de “Despertai!” na Austrália

      NOS atuais tempos de tensão, as pessoas precisam ser lembradas do valor de uma boa risada. A Austrália é afortunada por ter tal lembrete no mais distintivo pio de um de seus habitantes ímpares, o kookaburra. Numa recente enquête, este foi votado como o pássaro mais popular da Austrália. Em tamanho, é pouco maior que um pombo e não é encontrado em nenhuma outra parte do mundo, exceto em zoológicos

      Sua “risada” começa, com freqüência, com um só pássaro soltando um par de risadinhas baixinhas, com o bico quase fechado. Esta risada inicial parece avisar outros kookaburras na vizinhança, que imediatamente voam para onde o primeiro pássaro está pousado. Então, o grupo joga suas cabeças para trás e inicia-se um coro jovial de “gargalhadas”, ressoando pelo ar. Devido a que os pássaros, individualmente, “riem” em variadas tonalidades e num compasso diferente, o efeito combinado é semelhante à atmosfera jovial entre um grupo de humanos felizes. A maioria das pessoas que ouve a “risada” do kookaburra é afetada agradavelmente por esta aparente mostra de contagioso bom humor.

      Embora a “risada” do kookaburra possa ser ouvida a qualquer hora do dia, é especialmente ouvida no amanhecer ou no anoitecer. Isto granjeou ao pássaro o nome de “relógio de colono”. Para alguns, a risada soa mais como um zurro, assim, apelidaram o kookaburra de “Asno-Ridor”.

      A “Risada”

      Um recente estudo feito por um ornitologista afirma que a “risada” parece estar ligada com o sistema territorial entre os kookaburras. Ocupam territórios bem definidos, uma área tendo em média cerca de 1,2 hectares por pássaro. Portanto, uma “família” de seis pássaros poderia controlar cerca de 7,3 hectares. Os limites destes territórios são estabelecidos cada ano, pouco antes de começar a procriação.

      Assim, a “risada” do kookaburra é realmente um aspecto sério da vida, parte do sistema de aviso, usado pelas aves, para tornar conhecido a outras que estão invadindo território ocupado. E a advertência vocal é reforçada por padrões de vôo usados pelos pássaros ao patrulharem as fronteiras de seus territórios.

      Modo de Vida Familiar

      A vida familiar é também um assunto sério entre os kookaburras. Gostam de construir ninhos escavados numa árvore, usando as mesmas cavidades cada ano. Ao escavar um novo ninho, o kookaburra tem sido visto lançar-se de um galho próximo, dirigir seu bico curto e forte para o interior de um cupinzeiro e gradualmente talhar uma cavidade de tamanho suficiente. Três ou quatro ovos, branco-pérola e tão grandes quanto um ovo de galinha garnisé, são postos diretamente no fundo do ninho escavado. Os ovos são postos em dias sucessivos, e, após um período de choco de aproximadamente 26 dias, eclodem em dias sucessivos.

      Pesquisas têm revelado um modo de vida familiar incomum. Enquanto que pares de pássaros permanentemente acasalados ocupam de forma costumeira um território específico, alguns territórios acomodam outros pássaros que não reproduzem. Estes são chamados de “auxiliares”. Quando começa a postura, seria de se esperar que os auxiliares partissem para estabelecer territórios para si mesmos. Entretanto, em vez de partirem, estes pássaros realmente tomam parte, junto com os pássaros genitores, em chocar os ovos, bem como em alimentar e proteger os filhotes. Em alguns casos, foram encontrados quatro pássaros ajudando atarefadamente os pais com tanto cuidado como se os filhotes fossem deles. Se um dos pais fosse morto num acidente ou morresse, então um auxiliar assumiria o papel de genitor. Alguns auxiliares permaneceram por quatro anos, antes de estabelecerem seus próprios territórios. Tanto os pais quanto os auxiliares foram beneficiados por este sistema “familiar” de vida. Os pássaros pais, porque puderam devotar mais tempo para o seu próprio bem-estar; os auxiliares, porque aprenderam a defender um território e também ganharam experiência em criar uma família.

      Há um rigoroso sistema de casta entre os kookaburras, pelo qual os membros das famílias, tanto os procriadores como os auxiliares, conhecem e demonstram seu lugar no plano social. Uma forma de comportamento não-violento, levemente agressivo, foi observada neste respeito. Dois pássaros agarravam os bicos, engalfinhavam-se e contorciam-se de uma forma que se assemelhava a uma “luta indígena”. Fêmeas competiam apenas com fêmeas e machos com machos. Os procriadores adultos sempre venciam nestes testes de força, enquanto que os auxiliares mais velhos tiravam segundo lugar na hierarquia de dominância. Os pássaros mais jovens ficavam bem ao pé da escada. Tinham de esperar que aparecesse um novo bando de aves novatas antes de poderem melhorar sua posição social.

      Alimento e Sobrevivência

      Embora o kookaburra pareça gargalhar, defender a área de sua alimentação é uma tarefa séria. A dieta do kookaburra consiste em lagartos, insetos, passarinhos que nidificam e seus ovos, roedores, lagostins, rãs, serpentes e semelhantes. Por não ter garras ou o bico adunco do falcão e de outras aves de rapina, o kookaburra confia nos seus fortes músculos do pescoço para matar e comer sua presa.

      Entretanto, o próprio kookaburra é vulnerável a predadores. Para defesa, possui uma cor de camuflagem natural. Também, no caso de falcões ou outras aves predadoras passarem no alto, o kookaburra congela-se, aponta seu bico para o suposto predador e gira seu corpo todo para acompanhar o vôo da ave inimiga até que ela desapareça. Esta tática defensiva é chamada de “pose de galho”, pois o kookaburra se parece a um galho para a ave acima.

      No entanto, o que torna o kookaburra popular é sua “risada”. Naturalmente, nem todos gostam dele. Afinal de contas, nem todo mundo gosta de despertadores. E como podem, aqueles cujos viveiros de peixes-dourados foram assaltados, ou cujos pintinhos ou patinhos foram devorados, sentir-se amigos desse pássaro? Ou, quem aprecia, bem de manhãzinha, bicadas deste camarada emplumado na vidraça — como lembrete para se colocar fora algum desjejum para ele? Realmente, ele é um sujeitinho atrevido.

      Entretanto, apesar deste lado negro da reputação do kookaburra, talvez ele lembre a nós humanos alguma coisa. Enquanto que o próprio kookaburra não tem senso de humor (sendo este um gracioso dote, exclusivo da humanidade), a ave nos lembra de exercê-lo e de rir de vez em quando.

  • É segura a sua esperança?
    Despertai! — 1980 | 22 de maio
    • O Conceito da Bíblia

      É segura a sua esperança?

      “CONSEGUE ver alguma coisa?” “Sim, coisas maravilhosas.” Esta pergunta e resposta anunciaram uma das mais dramáticas descobertas no campo da arqueologia. O interlocutor era o Lorde Carnarvon, um inglês abastado que patrocinava o egiptologista Howard Carter. Carter, a pessoa que respondeu à pergunta, espreitava a escuridão que havia do outro lado de uma abertura que fizera numa porta lacrada de uma tumba recém-descoberta no famoso Vale dos Reis, no Egito. Durante vários anos, escavaram o vale, apegados à expectativa calculada de Carter de encontrar a tumba ainda não descoberta de um dos antigos faraós do Egito, o Rei Tutancâmon. E então, depois de muita labuta árdua e quando estavam a ponto de desistir, fora escavada a entrada de antiga tumba lacrada. Com viva expectativa, procuraram verificar o que havia mais além. O próprio Carter descreveu o que viu:

      “À medida que meus olhos se acostumavam à luz, pouco a pouco emergiam do nevoeiro detalhes do compartimento interno: estranhos animais, estátuas e ouro — por toda parte o brilho do ouro. Por um momento — deve ter parecido uma eternidade para os outros que estavam perto — quedei mudo de estupefação, e quando Lorde Carnarvon, não conseguindo mais agüentar o suspense, perguntou ansiosamente: ‘Consegue ver alguma coisa?’, tudo que consegui dizer foi: ‘Sim, coisas maravilhosas.’ Nunca havíamos sonhado com algo assim, um compartimento cheio — parecia um inteiro museu — de objetos, alguns familiares, mas alguns com uma aparência que nunca havíamos visto, amontoados uns sobre os outros numa profusão aparentemente infindável.”

      Estes tesouros ficaram sem ser perturbados por mais de 3.000 anos. Uns 5.000 deles: estátuas, móveis, embarcações, armas, vasos, ouro e jóias. Havia até comida, roupas e jogos nesta tumba de quatro compartimentos escavada na rocha, junto com os ataúdes profusamente decorados e os restos mortais mumificados de Tutancâmon, o menino-rei. Aqui havia evidência abundante dos processos funerários dos antigos egípcios.

      Mas por que todos estes tesouros valiosos e todas estas coisas necessárias à vida estavam lacrados nesta tumba subterrânea? Era por causa da antiga crença egípcia no após-vida. A morte, acreditavam, seria meramente uma transição para uma vida imortal no além. A pessoa precisaria de provisões e de equipamentos para fazer esta jornada até uma terra muito semelhante à deixada atrás. Lá, acreditavam, seu ka, ou força vital, seria reunido ao seu corpo; por isso o corpo era cuidadosamente preparado e mumificado para este evento. Eram colocados na tumba até mesmo ushabti, estátuas que se tornariam servos do rei

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