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Controle demográfico e governo mundialDespertai! — 1984 | 8 de fevereiro
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Primeira Guerra Mundial e os fenômenos ameaçadores deste século são evidência convincente. Os estudantes da Bíblia sinceros vêem nesses eventos a proximidade de seu livramento por meio do Reino. — Lucas 21:10, 11, 25-28.
Então, a superpopulação não será problema. Por quê? Porque o propósito original de Deus para com a terra será cumprido. A Bíblia nos informa claramente: “Ademais, Deus os abençoou e Deus lhes disse: ‘Sede fecundos e tornai-vos muitos, e enchei a terra, e sujeitei-a, e tende em sujeição os peixes do mar, e as criaturas voadoras dos céus, e toda criatura vivente que se move na terra.’” — Gênesis 1:28.
Note que o mandamento divino é encher, não transbordar, a terra. A terra se destina a ser satisfatoriamente ocupada por pessoas, proporcional à sua capacidade de produção de alimentos, ao seu equilíbrio ecológico e com adequada densidade demográfica. É razoável concluir que quando esse ponto for atingido o Criador da faculdade de procriação humana regulará seu uso no que concerne à terra.
Naquele tempo, a humanidade obediente e grata terá disposição para cooperar com quaisquer novas exigências porventura expressas. (Veja Revelação 20:12.) Não haverá explosão demográfica para ameaçar a existência futura da humanidade. Somente pela sabedoria de Deus, conforme manifesta por meio de seu Reino, pode tal transformação ser satisfatoriamente realizada, de modo que esta terra continue sendo uma bela “jóia no espaço”. — Isaías 55:8-11; Romanos 16:27.
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Leve um tanto, deixe um tantoDespertai! — 1984 | 8 de fevereiro
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Leve um tanto, deixe um tanto
Os pássaros, os gafanhotos e outros insetos talvez estejam realmente praticando uma boa ação ao se alimentarem de plantações, nos campos. Isto parece ser mais um dos relacionamentos de concessões mútuas no mundo que nos cerca.
A chave desse delicado equilíbrio é um hormônio na saliva de muitos pássaros, insetos e mamíferos, incluindo humanos. Chama-se FCE (fator de crescimento epidérmico) e sabe-se que estimula o crescimento da célula, acelera a produção de proteínas e ADN e até mesmo ajuda na cura de ferimentos. Assim, toda vez que um pássaro dá uma bicada numa espiga de milho ele paga à planta um generoso abono em forma de rastos de FCE que deixa nela.
O dr. Melvin Dyer, zoólogo, tem realizado experimentos com FCE por uns dez anos. Observou que espigas de milho maturescentes injetadas com doses desse hormônio ficavam maiores e produziam mais proteínas do que as sem a injeção. O problema, porém, é saber exatamente quanto hormônio injetar. “Insuficiente FCE não produz efeito algum, e demasiado pode realmente inibir o crescimento da planta”, disse. A quantidade certa vem a ser um vinte-milionésimo de uma onça (1 onça = 28,349 g) — exatamente o que um gafanhoto deixa toda vez que come de uma espiga de milho.
A que atribuir isso? A única resposta que satisfaz é a Criação.
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