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  • Tempo para um vigia semelhante a Ezequiel
    A Sentinela — 1981 | 1.° de agosto
    • AVISOS DADOS PELO VIGIA HODIERNO

      12, 13. (a) Uma vez dado o aviso, que reação deseja Deus ver? (b) O que torna possível a proclamação do aviso, mas que dizer daqueles que não o acatam?

      12 Mas, será que são apenas os que afirmam ser cristãos que se confrontam com a ameaça da destruição no fim deste sistema de coisas? Não, mas também todos os outros religionários, bem como os que se recusam a ingressar em alguma parte da religião organizada. O Criador da terra, Jeová Deus, sabe disso. Ele preferiria não destruir o mundo da humanidade. Seu desejo primário é que o maior número possível deles seja salvo da destruição eterna e se mostre digno da vida no Seu novo sistema justo de coisas. Por isso, ele manda dar o aviso em toda a parte.

      13 Em misericórdia, ele avisou primeiro os da classe do “escravo”, retratados por Ezequiel. Assim constituiu esta classe seu “vigia” composto. Esta classe do “vigia” é especialmente encarregada de dar o aviso divino. Por causa de seu aviso oportuno, cada vez mais pessoas estão habilitadas a ouvi-lo e a acatá-lo com a esperança de serem poupadas durante o fim do velho mundo. Quanto aos que se negam a escutar o aviso dado por Deus, seu sangue cairá sobre a sua própria cabeça!

      14, 15. (a) Quem tem tentado inutilmente silenciar estes que dão o aviso, mas quem tem ouvido e reagido favoravelmente? (b) Quando termina o período de “boa vontade da parte de Jeová”, e o que significará isso?

      14 Os da classe do “vigia” de Jeová são conhecidos no mundo inteiro. Os inimigos deles gostariam de silenciar sua voz de aviso. Encaram o aviso como subversivo para o seu sistema de coisas. Mas, tudo em vão! O aviso tem sido proclamado aos seus ouvidos especialmente desde 1919, ano em que o mundo começou a tentar recuperar-se das feridas que sofreu na Primeira Guerra Mundial. A partir de então, o período de tempo tem sido parte do que Isaías 61:2 chama de “ano de boa vontade da parte de Jeová”. Isto significa que o seu furor ainda não foi derramado sobre o sistema de coisas que desafia a Deus. Para que fim serviu isso? Permitiu que se executasse até agora a profecia de Jesus: “Estas boas novas do reino serão pregadas em toda a terra habitada, em testemunho a todas as nações.” (Mat. 24:14) Em conseqüência disso, muitos dos que hoje fazem parte do restante dos herdeiros deste reino aceitaram a mensagem do Reino. Aproveitaram-se assim da “boa vontade da parte de Jeová”. Foram feitos parte da classe do “vigia”. Passaram a participar em dar o aviso divino.

      15 O “ano” simbólico concedido para a “boa vontade da parte de Jeová” é um tempo limitado. Todos os indícios atuais mostram que está prestes a terminar. Seu fim não significará um “Feliz Ano Novo!”, mas o tempo de mudança, da “boa vontade” de Jeová para o seu furor. Significará a chegada do “dia de vingança da parte de nosso Deus”. (Isa. 61:1, 2) Será o dia mais tenebroso que este mundo da humanidade já teve.

      16. O que alcança a classe do “vigia” por dar o aviso?

      16 Isto torna urgente que a classe do “vigia” dê o aviso de que o “ano” de boa vontade de Jeová está prestes a acabar e seu “dia de vingança” está prestes a começar. Darem obedientemente o aviso divino não salvará este remendado velho sistema de coisas, nem os seus apoiadores devotos, da destruição na vindoura “grande tribulação”. Mas, isto não deve desanimar os da classe do “vigia”. Assegura-se-lhes que, se desviarem os iníquos de seu proceder iníquo para a justiça, estes serão salvos do aniquilamento deste velho mundo. A classe do “vigia” não terá assim culpa pelo sangue derramado no caso dos que foram avisados de antemão de sua iniqüidade mortífera. Os da classe do “vigia” têm também a garantia de que, por persistirem em dar o aviso, dissuadirão muitos justos do mau caminho e de se juntarem ao mundo iníquo, condenando-se com isso a perecer junto com ele na “grande tribulação”. Isto é muito satisfatório para a classe do “vigia”. Seu serviço não será em vão!

      17. (a) Que recompensa obtiveram os da classe do vigia”? (b) Quem se juntou agora a eles em dar o aviso?

      17 A classe do “vigia” ainda não esgotou a sua voz na proclamação do aviso sobre o “dia de vingança da parte de nosso Deus”. Nem baixou a sua voz, estando decidida a não fazê-lo. Em recompensa, que espetáculo glorificante de Jeová confronta seus olhares! Diante da classe do “vigia” surge uma inúmera “grande multidão” de ouvintes acatadores do aviso. (Rev. 7:9) Os olhos dos da “grande multidão” foram abertos para verem a “espada” do executor da parte de Jeová prestes a abater-se sobre os opositores iníquos do Seu reino messiânico. Quatro anos antes do irrompimento da Segunda Guerra Mundial, esta “grande multidão” começou a assumir uma forma definitiva e a enfileirar-se junto com os da classe do “vigia”. Misericordiosamente, a Segunda Guerra Mundial não culminou no “dia de vingança da parte de nosso Deus”. Nem impediu ou estorvou a Segunda Guerra Mundial e suas conseqüências o afluxo dos da “grande multidão” para o lado da classe do “vigia” no meio duma perseguição mundial. Passaram assim a estar sob a obrigação de participar com a classe do “vigia” em proclamar destemidamente o aviso divino. Não se esquivaram de assumir esta responsabilidade. Não querem assim apenas expressar sua obediência amorosa a Jeová Deus, mas ao seu semelhante.

      18, 19. (a) Que atividade se faz agora grandemente necessária, em harmonia com Isaías 52:8? (b) O que nos deve induzir a participar na proclamação do aviso divino?

      18 Nesta data avançada, nos dias finais da cristandade e de todo o restante deste condenado sistema de coisas, há grande necessidade de ação unida. Há muito tempo, o profeta Ezequiel e o profeta contemporâneo dele, Jeremias, embora muitas centenas de quilômetros afastados um do outro, uniram suas vozes em avisar sua nação errante sobre o “dia de vingança” que estava prestes a sobrevir-lhe. Agora, no nosso século, desde o fim da Primeira Guerra Mundial, aplicam-se ao povo dedicado de Jeová as palavras de Isaías 52:8: “Escuta! Teus próprios vigias levantaram a voz. Estão gritando de júbilo, em uníssono; pois verão olho a olho quando Jeová trouxer Sião de volta.” Todos os que foram reajuntados sob a ‘Sião celeste’ tiveram a mesma visão à luz da profecia bíblica então em cumprimento; viram juntos como a mão de Jeová agia em seu favor. Passaram a proclamar unidamente uma mensagem para o mundo inteiro. Hoje, mais de sessenta anos depois, têm de continuar com seu testemunho unido, só que agora este inclui o aviso urgente sobre o “dia de vingança” de Jeová. A “grande multidão” de muitas nações e línguas precisa juntar sua voz à do “vigia”.

      19 Portanto, prossigamos unidos com o aviso sobre “o dia de vingança da parte de nosso Deus”! Mantenhamo-nos livres da culpa pelo sangue derramado. Devemos fazer isso porque queremos ser poupados durante este “dia de vingança”. Muitos de nossos vizinhos gostariam de ter a mesma salvação. Que nosso supremo amor a Jeová e a Cristo, bem como nosso amor compassivo ao nosso próximo, nosso semelhante, nos induzam a proclamar irresistivelmente o aviso que salva vidas. Isto resultará em enorme alegria para nós! Acima de tudo, Jeová será vindicado como aquele que amorosamente se interessou!

  • Os que amam a Deus resolvem. . .
    A Sentinela — 1981 | 1.° de agosto
    • Os que amam a Deus resolvem. . .

      Esta Resolução foi adotada entusiasticamente, no ano passado, por centenas de milhares de pessoas que assistiram às Assembléias de Distrito “Amor Divino” das Testemunhas de Jeová.

      1. Que aviso dão as Testemunhas de Jeová, e por quê?

      Por mais de 100 anos, Jeová Deus, por meio de suas testemunhas, tem dado aviso de que este mundo ou sistema de coisas não pode durar. Em consideração para com o nosso próximo, não importa de que nação, tribo, povo ou língua, sentimo-nos induzidos pelo amor divino a indicar às pessoas o modo de Deus como a única solução para os problemas da humanidade.

      2. Que coisas saíram erradas com o mundo?

      2 Com a entrada da década dos anos 80, o que é que observamos em conseqüência da desconsideração e afronta ao modo de Deus por parte de pessoas e nações, que seguem seu próprio caminho de autodeterminação e vida independente? Pessoas de responsabilidade, em toda a parte, estão expressando grave preocupação com o estado indefinido e confuso do mundo. E não é de admirar — são tantas as coisas que saíram erradas. Nos campos de transporte, comunicação, medicina, ciência e tecnologia, diversas das coisas antes aclamadas como esperança ou bênção amiúde resultaram em ser desapontadoras e até mesmo mortíferas. A atual sociedade humana é oprimida por problemas infindáveis — crime, corrupção, depravações, distúrbios sociais, atos de terrorismo e outros perigos ameaçadores. De fato, o atual cenário mundial da humanidade é desconcertante. Dum ponto de vista puramente humano, questiona-se agora seriamente a continuação da existência da atual ordem mundial. Todavia, quantos consideram hoje sobriamente o significado de tais condições sem precedentes à luz da Palavra de Deus, a Bíblia?

      3. O cumprimento de que profecias bíblicas convence as Testemunhas de Jeová de que o fim deste sistema está próximo? O que dizem estas profecias?

      3 Jesus Cristo apresentou um sinal composto, pormenorizado, a respeito da terminação deste sistema de coisas e do tempo em que ele começaria a exercer seu poder régio sobre o mundo da humanidade. O comentário profético dele sobre os nossos tempos é apresentado no registro de Mateus, capítulos 24 e 25, Lucas, capítulo 21, e Marcos, capítulo 13. Em harmonia com a sua grande profecia, encontram-se descrições inspiradas dos últimos dias em 2 Timóteo 3:1-5, em Revelação, capítulo 6, e em partes proféticas relacionadas das Escrituras Hebraicas e Gregas Cristãs. Estudantes atentos da Bíblia, entre nós, têm presenciado o cumprimento da maior parte destas profecias durante este século.

      4. Que evidência notável há de que “toda a criação junta persiste em gemer e junta está em dores até agora”?

      4 Em todas as rodas da vida e em todos os níveis da sociedade humana existe uma notável evidência de que “toda a criação junta persiste em gemer e junta está em dores até agora”. (Rom. 8:22) Vemos pessoas sofrendo de uma série de padecimentos e colapsos físicos, mentais e emocionais, apesar do muito propalado progresso da medicina. Os laços conjugais se desintegram. Os desquites e os divórcios igualam ou superam o número de casamentos em muitos países. A vida familiar está em desordem, induzindo muitos a se perguntarem se esta unidade básica da sociedade poderá sobreviver por muito mais tempo. As cidades estão sofrendo esmagadores fardos financeiros e confrontam-se com o colapso. As nações estão em angústia, dilaceradas por facções divisórias e ameaçadas externamente por vizinhos desamistosos e agressivos. O mundo em geral sofre a agonia de crises econômicas e financeiras, a falta de energia, a poluição e os perigos para a saúde, o excesso de população e a fome, em muitos lugares. Por cima de tudo, paira o espectro duma corrida armamentista que ameaça desencadear incalculável miséria e destruição nuclear sobre a humanidade. De fato, o coração dos homens desfalece por medo do que vêem vir sobre a terra habitada.

      5. (a) No meio do atual tumulto, o que faz a maior parte da humanidade? (b) Por fazerem o que poderão as pessoas sobreviver à iminente grande tribulação, e que modelos de sobrevivência há?

      5 No meio deste tumulto, muitos permanecem apáticos. Outros deixam-se levar pela correnteza e pelo espírito degradante do que é popular na época. Há também aqueles que são inimigos de Deus, que na realidade se opõem aos princípios justos e à soberania universal dele. O que o mundo semeou, ele colhe agora — frutos podres. Aproxima-se o tempo designado por Deus para a destruição abrupta e violenta do mundo. Os que têm inclinações justas e que sentem o perigo do proceder egoísta, materialista, louco por prazeres e imprudente da humanidade são exortados a acatarem o aviso divino antes de ser tarde demais. Fazendo isso, em harmonia com os tratos de Deus no passado, poderão estar entre os que têm a perspectiva de sobreviver à iminente grande tribulação. Há quarenta e três séculos, Deus poupou Noé e sua família a um dilúvio global. Séculos mais tarde, Ele libertou Ló e suas duas filhas da destruição de Sodoma e Gomorra. Isto fornece um modelo de como Deus poderá lidar com os que agem em fé e aceitam as boas novas eternas que estão sendo proclamadas durante este século.

      6. (a) Por que tem havido tanta aflição mundial desde 1914? (Rev. 12:7-12) (b) O que acontecerá na “grande tribulação” à religião falsa, e, depois, às nações do mundo? (Rev. 18:9, 10, 21-24; 19:11-16)

      6 Os historiadores modernos têm reconhecido que 1914 foi um ponto decisivo. Desde aquele ano significativo, a humanidade tem vivido num período turbulento de mudanças tremendas. O que muitos não reconhecem é que a profecia bíblica mostra que se trata dum período de aflições para a humanidade “porque desceu a vós o Diabo, tendo grande ira, sabendo que ele tem um curto período de tempo”. (Rev. 12:7-12) Aproxima-se rapidamente um dia de ajuste de contas. Ele irromperá nesta geração no que Jesus descreveu como “grande tribulação”, que presenciará a execução do julgamento de Deus em Babilônia, a Grande, o império mundial da religião falsa, da qual a cristandade é a parte principal. Depois disso, todas as nações em oposição ao reino de Deus, o iminente governo mundial dele, ficarão envolvidas na guerra do grande dia de Deus, o Todo-poderoso, biblicamente chamada de Armagedom, no qual sofrerão uma derrota eterna. — Rev. 16:14-16.

      7. (a) Após o Armagedom, o que acontecerá ao Diabo e às suas forças espirituais? (Rev. 20:1-3) (b) Que futuro usufruirá então a humanidade, conforme indicado pelas profecias bíblicas? (Rev. 21:3, 4; Sal. 37:9-11, 29; Isa. 11:6-9; 33:24; 65:21-24)

      7 Por fim, o Diabo e suas forças espirituais, iníquas, serão lançados no simbólico abismo de imobilidade, o que preparará o caminho para o governo desimpedido e global do reino de Deus, de mil anos. (Rev. 20:1-3; 21:3, 4) Quão gratos somos por obter conhecimento do modo de Deus eliminar a iniqüidade do cenário terrestre! Não aguardamos com viva expectativa tal intervenção divina? Sim, e aclamamos com alegria os novos céus governamentais e a sociedade purificada da nova terra, que ele prometeu! — 2 Ped. 3:13.

      PORTANTO, SEJA RESOLVIDO QUE

      8. Como súditos leais do reino de Deus, que proceder estamos resolvidos a seguir, imitando a Jesus Cristo? (Mar. 1:38: Luc. 4:43; João 6:15; 15:19; 17:16; 18:36)

      Nós, Testemunhas de Jeová, intensificaremos nossos esforços de proclamar zelosamente as boas novas do reino e de declarar destemidamente a mensagem de julgamento de Deus, dentro do tempo concedido por Deus. Continuaremos a dar nossa lealdade de toda a alma ao reino de Deus e a esforçar-nos a ser súditos leais dele. Estamos decididos a fazer isso por seguir o proceder fiel de Jesus Cristo, mantendo-nos separados do mundo, evitando seus envolvimentos, recusando intrometer-nos nas suas controvérsias e não admitindo nenhuma transigência. Embora isso nos torne impopulares e nos traga o ódio do mundo, estamos decididos a guiar-nos pelo princípio bíblico de que aquele que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus. — Tia. 4:4.

      9. (a) Que aviso bíblico estamos resolvidos a continuar a dar? (b) O que está envolvido em manter nossa resolução de produzir os frutos do Reino e os frutos do espírito de Deus? (Mar. 13:10; João 13:34, 35; Gál. 5:22, 23; Col. 3:12-14)

      9 Depois de nós mesmos termos saído de Babilônia, a Grande, continuaremos a dar o aviso bíblico: “Saí dela, povo meu, se não quiserdes compartilhar com ela nos seus pecados e se não quiserdes receber parte das suas pragas.” (Rev. 18:4) Com o espírito de abnegação, estamos decididos a ir em auxílio das multidões de pessoas que talvez ainda tomem sua posição do lado da verdade, antes que o julgamento divino sobrevenha ao império mundial da religião falsa. Ao passo que o proceder repreensível da cristandade tem lançado vitupério sobre o nome de Deus, nossa decisão é mostrar que somos discípulos genuínos de Jesus Cristo por produzir os frutos do Reino, bem como os frutos do espírito de Deus, glorificando assim nosso Pai celestial, Jeová. — João 15:8.

      10. (a) Estamos resolvidos a prestar serviço sagrado a Deus por apresentar a verdade de que maneira? (Col. 4:6; 1 Ped. 3:15) (b) Que tipo de exemplo, quanto a destemor e coragem, bem como quanto ao respeito pela autoridade, dado pelos apóstolos, estamos decididos a seguir?

      10 Não importa qual a nossa situação ou localização pessoal, temos prazer em prestar serviço sagrado a Deus, dia e noite. Aproveitaremos sem interrupção todas as oportunidades de dar um testemunho cabal a respeito do nome e do propósito de Deus, apresentando a verdade de modo atraente, e ‘fazendo nossa pronunciação sempre com graça, temperada com sal’. (Col. 4:6) Ao mesmo tempo, procuraremos ser corajosos, falando a Palavra de Deus com todo o destemor, especialmente em face de ameaças, perseguição ou outras formas de oposição. Iguais aos apóstolos, “não podemos parar de falar das coisas que vimos e ouvimos”. (Atos 4:19, 20) Com o devido respeito para com as autoridades superiores e dando a César as coisas de César, não obstante, quando surgirem questões que envolvam nossa adoração e serviço a Deus, imitaremos os apóstolos por “obedecer a Deus como governante antes que aos homens”. — Atos 5:29.

      11. (a) Estamos resolvidos a completar que obra? (Mat. 24:14) (b) A quem recorremos em busca de orientação, e há base real para esperar o apoio dele? (Fil. 4:13)

      11 Por colocarmos as coisas espirituais em primeiro lugar na nossa vida, resolvemos completar a obra da proclamação das boas novas do Reino e de dar o aviso divino procedente da Palavra de Deus. Para este fim, confiamos em Jeová de todo o coração, sempre estribando-nos na sua direção, cuidado e manifestações adicionais de Seu amor. Nas nossas sinceras orações, pediremos ao nosso Pai celestial que este nosso proceder agrade e seja aceitável a Ele, que “pode fazer mais do que superabundantemente além de todas as coisas que peçamos ou concebamos”. (Efé. 3:20) Seja feita a Sua vontade, resultando em ilimitada alegria e bênção para nós e para todos os outros que amam a Deus, tanto agora como para todo o sempre.

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