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Declaração a respeito do nome divinoA Sentinela — 1972 | 15 de julho
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da salvação da raça humana, o próprio Jeová se terá de levantar e dar a conhecer seu nome dum modo que fique registrado inapagavelmente na história universal. Quando fizer isso, as nações desafiadoras terão de ser derrotadas e destruídas, na vindoura “guerra do grande dia de Deus, o Todo-poderoso”, no cenário dos assuntos mundiais chamado Har-Magedon. (Rev. 16:14, 16) O imortal Deus Todo-poderoso sairá vindicado como legítimo Soberano de toda a terra e do céu. Seu nome Jeová ficará coroado de glória imarcescível.
11. Jeová suscitou Ezequiel para dar que aviso, e o que aconteceu aos que desafiaram Seu nome durante o sítio e a destruição de Jerusalém?
11 No sétimo século antes de nossa Era Comum, Jeová suscitou o vigia Ezequiel para advertir a antiga Jerusalém da iminente “espada” da guerra divina vindo contra ela por causa de sua fraudulência, sua culpa de sangue, e seus erros políticos e religiosos. Milhares dos que desafiaram o Nome Divino pereceram miseravelmente no sítio e na destruição daquela capital religiosa, Jerusalém, em 609-607 A. E. C.
12. Nas circunstâncias atuais, de que modo não agiria Jeová segundo as normas divinas de ação, mas, como se manteve fiel aos princípios?
12 Uma situação mais séria do que a que confrontou a antiga Jerusalém confronta hoje tanto as nações da cristandade como todas as nações não-cristãs. Nestas circunstâncias similares, mas piores, Jeová não agiria segundo a sua divina regra de ação se deixasse as nações sem aviso sobre o que as aguarda, a saber, a “espada” da guerra divina numa escala nunca antes vista na história humana. Fiel ao princípio, Jeová suscitou seu hodierno “vigia”. Desde 1919, o ano depois do fim da Primeira Guerra Mundial, o “vigia” de Jeová tem dado aviso a cada vez mais nações, com o passar do tempo.
13. Quem é identificado pela história do século vinte como sendo este “vigia”, e o que atesta que ele tem sido ouvido?
13 A história do século vinte identifica este “vigia” não como determinado homem duma raça ou nacionalidade específica, mas como grupo de cristãos dedicados, batizados e ungidos pelo espírito, a saber, o restante ungido das testemunhas cristãs de Jeová. A oposição e perseguição internacionais movidas a esta classe do “vigia” confirma que tal classe do “vigia” tem sido ouvida como dando o aviso em toda a terra e que este grupo cristão tem desempenhado o papel predito no cumprimento moderno da profecia bíblica.
14. Quem se considera favorecido de se associar com tal “vigia”, o que reconhecem estes como seu dever e obrigação, e por quê?
14 Nós, os que somos uma “grande multidão” de companheiros testemunhas de Jeová, consideramo-nos altamente favorecidos pela associação com esta classe do “vigia” e participamos em transmitir cada vez mais amplamente o aviso da “espada” da guerra divina pendente como que dum fio fino por cima da cabeça de todas as raças, povos e nações. Visto que se trouxe à nossa atenção esta situação ameaçadora, por meio de nosso estudo da Palavra profética de Jeová e pela tendência dos acontecimentos mundiais, consideramos ser nosso dever sagrado e nossa obrigação dar este aviso oportuno em obediência à ordem divina.
15. Apesar de que perspectiva obedecemos a Deus como governante, impelidos a este proceder fiel por meio de quê?
15 Sabemos muito bem que encontraremos mais antagonismo e perseguição por obedecermos assim a Deus como governante antes que aos homens. Mas o nosso amor a Jeová Deus, a seu Filho Jesus Cristo, nosso Senhor, e o amor ao nosso próximo nos impelem a este proceder fiel.
16. (a) Como se sentem inumeráveis pessoas no coração, junto com que fome no coração? (b) O que possuímos para satisfazer-lhes a necessidade, que estamos dispostos a fazer neste sentido e com que fim?
16 Assim como nós fomos antigamente, inumeráveis pessoas de disposição justa sentem o coração aflito em vista do que acontece neste mundo corruto, anárquico e instável, especialmente na parte religiosa dele. Sentem uma fome roer-lhes o coração; querem conhecer e entrar em contato com Aquele que realmente pode mostrar ser seu Libertador e Abençoador. Nós, como testemunhas cristãs de Jeová, sentimo-nos felizes de confessar que possuímos aquilo que satisfará a sua necessidade espiritual, segundo a benevolência de Jeová para conosco mediante Jesus Cristo. Não nos atrevemos nem estamos dispostos a guardar para nós o esclarecimento vitalizador da parte de Jeová; e por isso continuaremos a deixar brilhar a luz da Bíblia a respeito do Nome Divino, Jeová, e seu prometido Reino por seu Messias Jesus. Deste modo amoroso ajudaremos a todos os que tiverem fome da verdade a se identificarem como dignos de serem poupados quando a “espada” de Jeová golpear este sistema iníquo, para que possam sobreviver para a nova ordem de Jeová, na qual se proverá uma terra paradísica como lar eterno do homem, sob o reino de Deus por Jesus Cristo.
17. Que determinação renovamos, e até quando?
17 Portanto, nesta ocasião, renovamos a nossa determinação de pregar estas boas novas do Reino até que o Deus Todo-poderoso cumpra a sua declaração, de que “as nações saberão que eu sou Jeová”. — Eze. 39:7, Brasileira.
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Associações edificantes preparam o caminhoA Sentinela — 1972 | 15 de julho
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Associações edificantes preparam o caminho
Conforme narrado por Jennie Klukowski
ACONTECEU em 10 de agosto de 1941, previamente anunciado como “Dia dos Filhos”, numa assembléia cristã em São Luís, Missúri, E. U. A. O presidente da Sociedade Torre de Vigia (dos E. U. A.), J. F. Rutherford, dirigiu as suas observações aos 15.000 filhos sentados diante dele: ‘Todos vocês filhos que concordaram em fazer a vontade de Deus e tomaram sua posição ao lado do Governo Teocrático de Cristo Jesus, e que concordaram em obedecer a Deus e a Seu Rei, queiram LEVANTAR-SE!’
Eu me levantei. Tinha treze anos de idade e tinha prazer em me associar com aquela multidão feliz. Foi a minha primeira grande assembléia. Esta espécie de associação edificante foi o que preparou o caminho para eu me tornar proclamadora de tempo integral do reino de Deus.
APRENDI A VERDADE DE DEUS
Nasci e fui criada no estado de Michigan. Foi numa escola rural de uma só sala de aula que a professora começou a falar às classes sobre os tempos incomuns em que vivíamos e sobre o futuro da humanidade à luz da profecia bíblica. Eu achava tudo isso muito interessante. Certo dia, depois das aulas, ela me perguntou se tínhamos uma Bíblia em casa. “Sim”, respondi, “minha mãe a lê muitas vezes”. Ela se ofereceu a visitar-nos certa noite para nos mostrar como estudar a Bíblia, o que ela fez, visto que era uma das testemunhas cristãs de Jeová.
Naquela época, minha irmã mais velha mudou-se para a cidade. Vendo um letreiro sobre estudos bíblicos na janela dum lar particular, bateu na porta e disse que estava interessada, e assim se providenciou um estudo bíblico. Quando voltava para casa nos fins-de-semana,
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