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  • A mulher simbólica de Deus ganha o seu caso legal
    A Sentinela — 1965 | 15 de dezembro
    • da Ásia Menor. Ano após ano, a ameaça de Ciro ficou maior, até que finalmente ele estava às próprias portas de Babilônia. A expressão, em Jeremias 51:46 “governante contra governante” também pode ser traduzida “governante após governante”, para indicar a constante mudança de governante, digamos, de Nabonide para Baltazar, deste para Dario, o Medo, e para Ciro, o Persa. — Jer. 51:45, 46.

      11. (a) Pela explicação dada pelos sacerdotes para a queda de Babilônia, será que podiam impedir que maior vergonha viesse sobre os seus deuses? (b) (nota marginal) Dêem evidência que mostre que a tolerância dos persas para com os deuses de Babilônia teve fim.

      11 A ficção dos sacerdotes babilônios, de que Marduque era responsável pela queda de Babilônia diante de Ciro, não poderia ser sustentada para sempre. Os persas, no começo, talvez tivessem tolerado os deuses de Babilônia por razões políticas e sociais, por causa do efeito que isso talvez tivesse sobre os súditos babilônios. Mas, eram zoroastrianos e, com o tempo, maior embaraço e vergonha vieram sobre os deuses de Babilônia, devido à perseguição persa contra estes deuses de mentira babilônicos.a — Jer. 51:47.

      12. Como é que os céus e a terra fariam exclamações de alegria por causa da retribuição de Deus, dada à Babilônia? (Jeremias 51:48, 49)

      12 Por certo, como observadores interessados no progresso do caso legal de Sião, os anjos de Deus se regozijariam com a vitória legal de Sião. A terra, isto é, o povo de Deus na terra, se uniria nestas exclamações de alegria por causa de Sua recompensa dada à Babilônia devido aos mortos de Israel, bem como pelos muitos milhares de outros que ela havia assassinado, ao executar sua guerra de conquista mundial contra as nações, sendo culpada do sangue dos mortos de toda a terra. — Jer. 51:48, 49.

      13. Expliquem Jeremias 51:50.

      13 Em antecipação do decreto de libertação que Jeová poria no coração de Ciro que expedisse, Jeová diz a seu povo protegido e poupado: “Escapai da espada; parti, não vos detenhais. Na terra longínqua, não vos esqueçais do Senhor [Jeová], e que seja Jerusalém o sonho de vossos corações.” (Jer. 51:50, CBC) Pela maneira de transporte existente naqueles dias, Sião, ou Jerusalém, estava muito distante de Babilônia, uma jornada de quatro ou cinco meses, e isso sobre tipo dificílimo de terreno. Mas, os israelitas não deviam ser como a mulher de Ló e olhar para trás. Deviam manter aceso seu desejo de voltar ao santo monte de Jerusalém para adorar e afastar-se tanto quanto possível de Babilônia.

      14. (a) Como é que Jeremias 51:51 mostra o motivo de maior peso para a decisão de Jeová contra Babilônia no caso legal? (b) Qual seria o resultado do julgamento de Jeová sobre esta acusação, conforme demonstrado em Jeremias 51:52?

      14 O motivo de maior peso para Jeová passar seu julgamento contra Babilônia foi expresso em Jeremias 51:51, onde o povo de Jeová fala da vergonha a que foram submetidos pelo inimigo, principalmente quando estranhos se levantaram contra o santo lugar da casa de Jeová, que fora realizada pela dessagração às mãos babilônicas. Isto exigia direta vingança, não só contra os incircuncisos babilônios que agiram deste modo contra o templo de Deus, mas também contra os deuses a quem serviam e que assim pareciam ter sobrepujado a Jeová. Por tal motivo, os babilônios idólatras seriam traspassados e seus gritos agozinantes de morte seriam ouvidos por todo o seu país. Suas imagens idólatras seriam profanadas e quebradas, sendo impotentes de salvar os filhos dela. — Jer. 51:52.

      15. (a) Qual era a atitude de Babilônia para com Jeová, conforme descrita em Jeremias 51:53? (b) Como é que Babilônia clamaria, por causa do que lhe acontecera? (c) Como é que os homens poderosos de Babilônia cairiam em sono profundo, do qual não despertariam? (Jeremias 51:57)

      15 Oh, sim, Babilônia achava que podia zombar de Deus. Até mesmo ao temer os relatórios a respeito de Ciro, ela sentiu que estava no pináculo de poder sobre a terra e que os deuses dela, na torre de Babel, e suas muralhas, podiam protegê-la de qualquer coisa. Mas, ela despercebeu que tratava com o Deus Altíssimo. (Jer. 51:53) Sim, a voz dela fora muito elevada e jactanciosa, e ela buliçosamente louvava a seus deuses, unindo-se-lhe milhares de pessoas dentre a população de Babilônia. Que clamor levantaria ela, quando fosse derrubada de forma tão rápida e surpreendente! Seus príncipes, governadores e homens poderosos sofreriam este julgamento ao caírem no sono, o sono do Seol ou a sepultura de toda a humanidade, antes que apenas o sono temporário da orgia bêbeda. Com o passar do tempo, essa grande cidade devia ser destruída tão completamente que apenas o silêncio da morte reinaria sobre suas ruínas desintegrantes, sobre uma cidade morta. — Jer. 51:54-57.

      16. (a) O que aconteceria com as portas de Babilônia? (b) Como é que as pessoas descobririam que sua labuta de nada valeria, e se esgotariam? (Jeremias 51:58)

      16 Babilônia tinha pessoas de muitas nações que trabalhavam a favor de seus interesses, construindo suas muralhas e seus templos, e, agora, toda a sua labuta fora desperdiçada. Simplesmente construíram algo para ser queimado. E, quem tentasse reavivá-la para sua anterior condição, ou fazer que ela durasse para sempre, simplesmente se estaria esgotando. As suas portas, parte das quais era de madeira, seriam incendiadas, e o cobre destas portas desapareceria. As muralhas exteriores bem podem ter sido destruídas por Ciro, e Dario I talvez tenha feito adicional demolição, mas, de qualquer modo, eventualmente chegaram à condição em que foram desenterradas pelos arqueólogos, que mostra que caíram em completa ruína. — Jer. 51:58.

      ILUSTRADA A QUEDA DA BABILÔNIA DOS DIAS MODERNOS

      17. (a) O que foi feito com a cópia do rolo da profecia de Jeremias a respeito de Babilônia? (b) Como poderia Seraías confortar os israelitas em Babilônia, na sua visita feita ali?

      17 Durante o reinado do Rei Zedequais, a profecia de Jeremias que aqui estudamos foi usada de modo que ilustra bem a queda de Babilônia, que viria dentro de setenta e cinco anos. A profecia de Jeremias, do capítulo cinqüenta, versículo dois, ao capítulo cinqüenta e um, versículo cinqüenta e oito, foi escrita por ele e Jeremias ordenou a Seraías, camareiro-mor do rei, e, aparentemente, irmão carnal do secretário de Jeremias, Baruque, que levasse este escrito para Babilônia e lesse em voz alta todas as palavras. Então, deveria pegar no livro, amarrar uma pedra a ele e lançá-lo no Eufrates, dizendo: “Assim mergulhará Babilônia, sem que jamais se possa erguer da calamidade que lançarei contra ela. E ela cairá extenuada.” (Jer. 51:61-64, CBC) Depois de ler em voz alta este rolo inspirado, Seraías deveria dirigir-se a Jeová como o orador das palavras escritas no rolo. Por isso, parece que Seraías leu o rolo em voz alta junto ao Rio Eufrates, não tendo ninguém que ouvisse a leitura, senão o próprio Jeová Deus. Naturalmente, teria sido perigoso lê-lo ao alcance dos ouvidos babilônicos. No entanto, Seraías se lembraria de muita coisa que lera, e poderia confortar os israelitas ali cativos, falando-lhes das esperanças que lhes foram dadas por esta profecia de Jeremias.

      18. Como foi a queda de Babilônia, a Grande, ilustrada pela ação de Seraías?

      18 Assim, a mulher de Jeová ganhou seu caso e o Marido dela, o Supremo Juiz Universal, agiu com plena justiça na decisão e no julgamento que executou. Isto inclui excelente ilustração e norma para todos aqueles que amam a justiça atualmente e que gostariam de ver executada a justiça contra o grande império da religião falsa, por causa de sua responsabilidade por tanto derramamento de sangue na terra, e, especialmente, por sua inimizade contra Deus e seus proclamadores do Reino. Revelação 18:20, 21 mostra-nos que isto foi um padrão: “Alegra-te por causa dela, ó céu, e também vós, santos, e vós, apóstolos, e vós, profetas, porque por vós Deus exigiu dela judicialmente a punição!’ E um anjo forte levantou uma pedra semelhante a uma grande mó e lançou-a no mar, dizendo: ‘Assim, com um lance rápido, Babilônia, a grande cidade, será lançada para baixo, e ela nunca mais será achada.’”

      19. (a) Por que a profecia de Revelação contra Babilônia não podia ter aplicação à antiga cidade literal de Babilônia? (b) Por que é proveitoso continuar a examinar as profecias bíblicas sobre Babilônia?

      19 É fácil ver que esta profecia não poderia ter aplicação à cidade literal de Babilônia, na Mesopotâmia, pois ela havia caído da posição de potência mundial seiscentos anos antes e, por volta do tempo de ter completo cumprimento a profecia de Revelação, sobre coisas ainda futuras, a Babilônia literal já deverá ter jazido em ruínas absolutas por anos e anos. Precisamos esperar um cumprimento muitíssimo maior. Por conseguinte, é proveitoso para nós continuarmos a examinar as profecias da Bíblia sobre Babilônia, pois isso nos ajuda a entender o significado de importantes eventos mundiais que ocorrem diante de nossos olhos, neste século vinte.

  • Atitude amorosa vence oposição
    A Sentinela — 1965 | 15 de dezembro
    • Atitude amorosa vence oposição

      ◆ Um rapaz, nas Ilhas Filipinas, tornou-se a única pessoa na família a aceitar a verdade sobre o reino de Deus. Quando ele se tornou uma das testemunhas de Jeová, logo enfrentou severa oposição da parte da esposa. Declarou ele: “A oposição era tão aguda que, às vezes, achei que não podia agüentar mais, mas me fortalecia com textos tais como Romanos 12:21: ‘Não te deixes vencer pelo mal, porém, persiste em vencer o mal com o bem.’

      “Depois da minha dedicação e do meu batismo, o ódio que minha esposa alimentava contra as verdades bíblicas, conforme ensinadas pelas Testemunhas, tornou-se ainda mais intenso. Quando ela viu que eu freqüentava regularmente as reuniões congregacionais e participava na atividade ministerial, ela me disse que, se eu não parasse de freqüentar as reuniões, ela iria ao Salão do Reino e faria uma cena na frente de todas as demais Testemunhas para me causar embaraços. Ainda assim, eu não retaliava, nem ficava irado, mas mostrava atitude amorosa e continuava meu serviço a Jeová.

      “Durante os próximos meses, minha esposa fez o máximo que pôde para impedir meu serviço ministerial. Ela se recusou a lavar e passar minhas roupas, ou de preparar minha comida quando eu saía no ministério de campo. Ao invés de retribuir a ela na mesma moeda, lembrei-me do texto em Romanos e mostrei a ela ainda maior consideração amorosa do que antes. Ajudei-a nas tarefas domésticas e não me queixei, quando tinha de preparar minha própria comida e minhas roupas. Como resultado desta atitude amorosa, ela começou a compreender que eu praticava a conduta correta cristã e ela mudou sua inteira atitude. Agora, ela coopera em ajudar-me a preparar para as reuniões e sente-se feliz de eu servir a Jeová. Pode imaginar a minha alegria nesta ocasião, de vê-la estudar a Bíblia junto comigo!”

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