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  • Mensageiros da libertação
    A Sentinela — 1964 | 1.° de agosto
    • contra êles? Travar guerra contra êles se tornara necessário porque tinham sido libertados e estavam livres para ‘observar os mandamentos de Deus e ter a obra de dar testemunho de Jesus’. A guerra que o Diabo travou contra êles foi uma tentativa para trazê-los de volta ao cativeiro da Babilônia Maior.

      24. Quando foi liberto o povo de Deus da Grande Babilônia e de que grande fato dá isto testemunho?

      24 Precisamos guiar-nos pelos fatos do caso. Quando provam os fatos que as testemunhas cristãs foram libertas do cativeiro à adoração demoníaca da Babilônia Maior? Na primavera de 1919, pois dali em diante elas se empenharam destemidamente na pregação do reino messiânico em tôda a terra habitada, em testemunho a tôdas as nações, observando assim o mandamento de Deus para êste tempo e desincumbindo-se da obra de dar testemunho do entronizado Messias, Jesus. A libertação delas não seria atribuída a nenhum outro além de Jeová, mediante seu Rei messiânico, Jesus Cristo, o Ciro Maior. O que significa isto? De que grande fato dá testemunho esta evidência? Do seguinte: Que não sòmente Satanás, o deus da Grande Babilônia, tinha sido lançado do céu, mas também a própria Babilônia, a Grande, tinha caído.

      25. (a) Por que não significa isto que a Grande Babilônia tinha sido destruída e que exemplo se apresenta para ajudar-nos a entender o que significou a sua queda? (b) Será que a destruição final da Grande Babilônia levará séculos para ser completada?

      25 A queda de Grande Babilônia por volta de 1919 não significa que ela tinha sido destruída. Nada disso! Ela ainda existe hoje e ainda mantém seu domínio sôbre os reis da terra. Contudo, as testemunhas cristãs de Jeová foram libertas dela. Podemos entender melhor êste assunto, olhando para a história antiga. Observamos que, quando a antiga Babilônia caiu diante do persa Ciro, o Grande, em 539 A. C., ela não foi destruída nem extinguida. Ela continuou existindo por séculos depois, até mesmo nos dias do apóstolo cristão Pedro, que visitou a decadente cidade e escreveu dali pelo menos uma carta, senão duas. (1 Ped. 5:13) Hoje, porém, nada mais resta da cidade de Babilônia, senão ruínas indistintas que começaram a ser escavadas em 1899. Semelhantemente, a religiosa Babilônia, a Grande, caiu por volta de 1919 e sua destruição completa jaz à frente, no futuro. Mas não cremos ter que esperar séculos por sua destruição. Agora tudo acontecerá de repente à Grande Babilônia, e esperamos ver a sua destruição em nossa geração! Que alegria será isto para todos os mensageiros da libertação!

  • Se Jesus voltasse
    A Sentinela — 1964 | 1.° de agosto
    • Se Jesus Voltasse

      Num almôço em Lauttasaari, Finlândia, a autora Eila Pennanen falou sôbre o assunto do título acima e, na conclusão, disse o seguinte, conforme relatado no Vartija, um jornal religioso patrocinado pelos clérigos, no seu número 5-6, em 1962: “Como as pessoas reagiriam para com Jesus hoje em dia? Os homens da direção da igreja o desconsiderariam sorrindo, os fariseus o denunciariam pela imprensa, os escribas demandariam que concílios de bispos o punissem por heresia, os saduceus o imaginariam homem simples e indouto, e a autoridade secular o silenciaria dum modo muito mais eficiente que a crucificação. A publicidade em si mesma é assassina. Há motivos de se desejar que Jesus não volte.” Não deve causar admiração esta atitude, pois o que diria Jesus sôbre a apatia espiritual, cobiça materialística, imoralidade e guerras da cristandade? O que diria êle sôbre os lideres religiosos que se unem aos políticos em louvor às Nações Unidas antes que ao reino de Deus?

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