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  • Uma nação aguarda a libertação
    A Sentinela — 1965 | 15 de julho
    • não os judeus, trará libertação de Babilônia, e ele é o único que dá o sinal aos inimigos de Babilônia para que avancem contra ela.

      JEOVÁ CHAMA AS NAÇÕES CONTRA BABILÔNIA

      8. (a) Obedecendo a que sinal foram as nações convidadas a se reunirem, em Isaías 13:2, 3? (b) Quem são as “tropas sagradas”, e quem ordena que se reúnam? (c) Que desejo move as tropas sagradas, e com o que exultam?

      8 “Levantai o estandarte [a nova potência mundial dos medos e dos persas] sobre a colina escalvada [aberta à vista de grande distância], elevai a voz contra eles [convidem os executores de Jeová, os medos e os persas e aliados de outras nações]. Fazei-lhes sinal com as mãos [chamando-os com a mão para o ataque contra as portas de Babilônia], para que eles transponham as portas dos nobres [capturem as portas para a cidade murada e a controlem]. Em minha cólera eu [Jeová, muito embora usando os comandantes do mundo] exigi minhas tropas sagradas [visto que em Israel os guerreiros judeus eram santificados, e até as nações pagãs começavam uma campanha militar com cerimônias religiosas] e chamei os meus bravos e meus altivos triunfadores [exultantes pela grande distinção de destruírem Babilônia que fez tantas nações beberem do cálice da ira dela].” — Isa. 13:2, 3, CBC; Joel 3:9.

      9. (a) Como é que Isaías, no capítulo 13, versículos 4 e 5, descreve o ajuntamento das nações em apoio da Quarta Potência Mundial? (b) Como é que este exército ajuntado forma “os instrumentos de seu furor”, e como irão “devastar toda a terra”?

      9 “Escutai”, diz o profeta Isaías, como se ouvisse o movimento dos assuntos internacionais pouco antes de 539 A. E. C. “esse ruído sobre os montes como vozerio de uma grande multidão; escutai o tumulto dos reinos e das nações reunidas. É o Senhor [Jeová] dos exércitos [cujo templo em Jerusalém foi destruído por Babilônia] que passa em revista suas tropas para a batalha. Chegam de um país longínquo [de muito distante do Império Babilônico] da extremidade dos céus [de lugares debaixo das partes extremas dos céus], o Senhor [Jeová] e os instrumentos de seu furor [os exércitos de Ciro como sendo instrumento de Jeová para executar seu julgamento contra Babilônia], para devastar toda a terra [toda a terra de Babilônia qual potência mundial]. — Isa. 13:4, 5, CBC.

      10. (a) Por que se aproxima o tempo de batalha de Jeová contra Babilônia, conforme mencionado em Isaías 13:6-8? (b) Como é que deixam cair os braços e perdem a coragem? (c) O que provoca convulsões e dores nos babilônios, e o que faz que fiquem atônitos e com o rosto em fogo?

      10 Isaías intrèpidamente continua: “Lamentai-vos [babilônios], porque o dia do Senhor [Jeová] está próximo [a sua vingança da desolação de Jerusalém está próxima (tornando-se mais evidente depois que Ciro subjugou a Lídia)] como uma assolação provocada pelo Todo-Poderoso. Por causa disso deixam cair os braços; todo mundo perde a coragem [os exércitos de Ciro perseguiram os babilônios até suas cidades muradas, o Rei Nabonide refugiando-se em Borsipa]; ficam cheios de terror. Tomados de convulsões e dores, [ao beberem o cálice da derrota que fizeram que as nações tragassem], eles se retorcem como uma mulher em parto. Encaram-se uns aos outros [atônitos, tão rápida e inacreditável é sua,subjugação] e têm o rosto [orgulhoso] em fogo [vermelho de vergonha].” — Isa. 13:6-8, CBC.

      11. Na profecia de Isaías, capítulo 13, versículos 9-13, (a) Como era Babilônia uma pecadora contra Jeová? (b) Como é que se apagariam para Babilônia as luzes dos céus? (c) Como é que a Babilônia havia sido presunçosa e orgulhosa, e como é que Deus faria com que o homem mortal fosse mais raro que o ouro refinado? (d) De que modo oscilariam os céus, e a terra abalada seria sacudida de seu lugar pela ira de Jeová?

      11 “Eis que virá o dia do Senhor, dia implacável [como fora o de Babilônia], de furor e de cólera ardente, para reduzir a terra a um deserto, e deles exterminar os pecadores [Babilônia pecara contra o templo de Jeová]. Nem as estrelas do céu, nem suas constelações brilhantes, farão resplandecer sua luz [seria um dia sombrio, sim, uma noite sombria para Babilônia. A pretidão de sua situação como potência mundial seria surpreendente]; o sol se obscurecerá desde o seu nascer, e a lua não enviará mais sua luz [foi realmente na noite de 5-6 de outubro de 539 A. E. C., que Babilônia caiu diante de seus conquistadores]. Punirei o mundo [terra produtiva] por seus crimes [retribuindo à Babilônia com o mesmo preço, conforme ela merecia], e os pecadores por suas maldades. Abaterei o orgulho dos arrogantes [Babilônia presumiu contra a soberania de Deus e exultou com a destruição de seu reino típico. Ela pensou que era bastante forte para dominar a terra para sempre] e humilharei a pretensão dos tiranos [seus dominadores e oficiais militares tinham agido sobranceiramente como tiranos para com o povo exilado de Jeová]. Tornarei os homens mais raros que o ouro fino, e os mortais mais raros que o metal de Ofir [agora, até mesmo um tirano babilônio orgulhoso e presunçoso seria difícil de ser encontrado, sendo tão raro como o ouro refinado naquele tempo, até mesmo mais raro que o valioso ouro de Ofir]. Farei oscilar,os céus [os céus sobre Babilônia, que a demoníaca imaginação dos babilônios enchia de deuses falsos como Merodaque (Marduque), não podiam ajudar os que neles confiavam], e a terra abalada será sacudida pela ira do Senhor Deus [Jeová] dos exércitos, no dia do seu furor ardente [a terra do Império Babilônico foi sacudida de seu lugar como Terceira Potência Mundial e se tornou simplesmente uma província do Império Persa].” — Isa. 13:9-13, CBC.

      DIA CRUEL PARA BABILÔNIA

      12. Expliquem, por meio de Isaías 13:14-16: (a) O que fariam os apoiadores estrangeiros de Babilônia no dia de Jeová sobre Babilônia? (b) O que aconteceria com os que ficassem com Babilônia e apoiassem o domínio dela? (c) O que resultaria de os filhos dela serem massacrados e de suas mulheres serem violadas?

      12 Ao passo que os judeus cativos seriam simples espectadores, aguardando que Deus os libertasse, conforme prometera, Isaías descreve como Babilônia ficaria completamente sem ajuda: “Então, como uma gazela assustada, como um rebanho que ninguém recolhe, cada um voltará para seu povo, e fugirá para sua terra [todos os apoiadores estrangeiros de Babilônia a abandonariam e fugiriam, tendo em vista travar novas relações com a potência mundial conquistadora]. Todos aqueles que forem encontrados [quem aderir à Babilônia e apoiar seu domínio] serão mortos, os que forem apanhados serão passados à espada [seria uma completa limpeza dos que se apegaram à Babilônia]. Seus filhinhos serão massacrados diante de seus olhos [assim a linhagem familiar e o nome da família seriam extintos], suas casas serão saqueadas [suas riquezas passariam a ser dos conquistadores], e suas mulheres, violadas [não pelos maridos delas, mas por soldados, suas mulheres tendo filhos que não levavam o nome da família].” — Isa. 13:14-16, CBC; Sal. 137:8, 9.

      13. Expliquem, por meio de Isaías 13:17, 18: (a) Por que se disse que os medos não se interessavam pela prata nem apreciavam o ouro? (b) Como é que os arcos persas abateriam os jovens, e como não teriam compaixão pelos frutos das entranhas? (c) (inclusive a nota marginal) Embora Isaías fale somente dos medos, como conquistadores de Babilônia, como é que sabemos que isto deve ser entendido como abrangendo os persas? (d) (nota marginal) Como se mostra que é històricamente exata a referencia profética de Isaías sobre os arcos dos medos (13:18)?

      13 Deus indicou de antemão os nomes dos que iria usar como líderes para derrubar Babilônia: “Suscitarei contra eles os Medos [isto incluiria os persas (Veja-se Isaías 21:2-9.)], que não se interessam pela prata, nem apreciam o ouro [os medos e os persas não buscavam prata e ouro, mas conquistar, derrubar Babilônia qual Terceira Potência Mundial; de modo que não podiam ser comprados com dinheiro]. Seus arcos abaterão os jovens [os arcos persas eram feitos de metal e podiam reduzir a pedaços os jovens deles]; não terão compaixão pelos frutos das entranhas, nem piedade das crianças [estariam resolvidos a destruir os inimigos, o fruto dos ventres babilônicos].” — Isa. 13:17, 18, CBC.

      14. (a) Qual seria o resultado de Jeová suscitar os medos e persas, que portavam arcos, segundo Isaías 13:19-22? (b) Como é que Babilônia seria considerada pelos nômades e pastores árabes?

      14 Qual seria o resultado de Jeová suscitar os medos, que portavam arcos, contra os babilônicos? Afirma o decreto de Jeová: “Então ‘Babilônia, a pérola dos reinos, a jóia de que os caldeus tanto se orgulham, será destruída por Deus como Sodoma e Gomorra [destruição completa, como se fosse com fogo e enxofre (Gên. 19:23-25)]. Nunca mais será habitada, nem povoada até o fim dos tempos. O árabe não mais erguerá aí sua tenda, os pastores não amalharão aí seus rebanhos, [temerão esse lugar como lugar mal assombrado], as feras terão aí seu covil, os mochos freqüentarão as casas, as avestruzes morarão aí, e os sátiros farão aí suas danças. Os chacais uivarão nos seus palácios, e os lobos [a grande cobra, NM; não a “Sirruxe”, o dragão que representava o deus de Babilônia, Marduque, mas uma cobra literal que habitava no lugar desolado] nas suas casas de prazer. Sua hora está próxima e seus dias estão contados.” — Isa. 13:19-22, CBC.

      15. Será que a desolação, como característica da vingança de Deus sobre Babilônia, viria sobre ela na ocasião de sua queda perante Ciro?

      15 Tal desolação seria uma das características da vingança de Jeová Deus sobre aquele centro de domínio mundial da religião falsa, inimigo de Deus desde seu início, nos dias de Ninrode. Embora se passassem séculos depois de Babilônia cair diante dos medos e dos persas em 539 A. E. C., antes de esta desolação lhe sobrevir, viria impreterivelmente sobre ela.

      16. (a) Ao passo que todos estes eventos mundiais estavam acontecendo, participavam deles os judeus em Babilônia? Por quê? (b) Que garantia têm os cristãos por meio destes eventos antigos? (c) Que proceder apropriado acha-se neles delineado para os cristãos?

      16 Ao se aproximar o fim do cativeiro de setenta anos dos judeus, a queda de Babilônia se aproximou ainda mais, de modo que os judeus que tinham fé em Jeová Deus e que desejavam ver estabelecida a Sua adoração verdadeira, não se preocuparam, nem tentaram correr à frente de Deus, por revoltar-se ou tentar livrar a si mesmos do cativeiro na Babilônia. Atualmente, há uma Babilônia Maior que se aproxima de sua queda e horrível desolação, mas os que lêem a Palavra de Deus e têm visto o cumprimento de muitos de seus propósitos no tempo exato, sabem que a Babilônia Maior cairá semelhantemente, sendo desolada por completo no futuro bem próximo, e que não é seu dever usar qualquer força de armas ou armas carnais para realizar isso, mas que tal coisa será feita por Jeová e suas forças celestiais e invisíveis, para a Sua própria honra. Babilônia, a Grande, será desolada para sempre, assim como o foi a antiga Babilônia, que agora não é nada mais que ruínas desoladas. Então, a pura adoração encherá a terra, e o domínio de Jesus Cristo, o Ciro Maior, significará completa libertação para todos que se deleitam no seu reino. Considerações adicionais das profecias de Isaías e Jeremias sobre Babilônia aparecerão nos exemplares vindouros. — Rev. 18:21.

  • Perguntas dos Leitores
    A Sentinela — 1965 | 15 de julho
    • Perguntas dos Leitores

      ● Tem havido testemunhas de Jeová na terra em cada período da história humana? O que dizer da Idade Média?

      Não parece sábio responder a estas perguntas de forma dogmática. No entanto, parece que a razão e os fatos históricos, junto com o que a Palavra de Deus tem a dizer, permitem tirar-se a conclusão de que tem havido testemunhas de Jeová na terra em todo período da história humana.

      O simples fato de que somente três Testemunhas são mencionadas nominalmente antes do Dilúvio não significa que não tenha havido outras. É bem provável que Abel fosse casado na época em que era testemunha fiel e assim, a sua esposa poderia ter continuado a ser uma testemunha após a morte dele. E, daí, houve Lameque; para que ele declarasse a inspirada profecia a respeito de seu filho, Noé, ele também deve ter sido uma testemunha de Jeová. — Gên. 5:29.

      Depois do Dilúvio, verificamos o fiel Sem sobrevivendo até os dias de Abraão. E não foram Isaque, Jacó, José e Jó testemunhas fiéis, assim como também devem ter sido os pais de Moisés? Com a formação da nação de Israel, a nação inteira se tornou uma nação de testemunhas, assim como Jeová mostra em Isaías 43:10-12. Tal nação continuou como testemunhas de Jeová até 36 E. C.

      Que Jeová também tem tido testemunhas na terra desde o tempo de Cristo até os nossos dias parece ser indicado pela parábola de Jesus sobre o trigo e o joio, conforme registrado em Mateus, capítulo treze. Nela, Jesus declarou que tanto o trigo como o joio continuariam a crescer juntos até a colheita, quando ocorreria uma separação. Esta parábola pode ser considerada como dando a entender que, durante todo este tempo, desde a primeira semeadura até a colheita, haveria alguns cristãos genuínos, “trigo”, embora, às vezes, seu número fosse excessivamente pequeno.

      Assim, no decorrer dos séculos, têm havido cristãos professos que rejeitaram o erro da trindade, sendo usualmente chamados de “arianos”. Houve os que seguiram de perto o primitivo Cristianismo e que eram conhecidos como quartodecimanos por causa de efetuarem a comemoração da morte de Cristo em 14 de nisã, lutando contra a tendência paganizadora de Roma. Então, houve os paulicianos do sétimo século em diante, cujos ensinos têm sido denominados de “Cristianismo bíblico, genuíno, apostólico”. Apegaram-se unicamente ao “Novo Testamento”, praticavam o batismo de adultos, criam que Deus, em seu amor, enviara um anjo à terra e que este, por ocasião de seu batismo, tornou-se Filho de Deus. Rejeitavam a tradição antibíblica, não tinham diferenças de clérigos e leigos, recusavam reverenciar a cruz.

      Daí, então, houve os waldenses, do décimo segundo século em diante, os quais tinham muito em comum com os anteriores paulicianos em rejeitarem toda a tradição falsa como o purgatório, a missa, e assim por diante, e aderirem de perto à Bíblia, embora não se limitassem ao chamado “Novo Testamento”. As únicas duas cerimônias que reconheciam eram o batismo e a refeição noturna do Senhor. Seguiam estritamente os princípios bíblicos no tocante à moral e recusavam celebrar os feriados religiosos populares tais como o Domingo de Ramos, o Domingo da Páscoa, O Dia de Todos os Santos, e assim por diante. Típica é a declaração de um deles, que foi martirizado, que ‘não se deve orar à Cruz, mas desprezá-la, como sendo o instrumento da morte do Justo’.

      Muitos eram os arianos, paulicianos e waldenses, para não mencionar outros que, por causa de sua religião baseada na Bíblia, sofreram o martírio. Não que isto, em si mesmo, ou junto com suas crenças, conforme indicadas no acima, indicasse que todos eles tinham a aprovação de Deus. Por que não? Porque vez após vez não poucos dentre eles tomavam da espada para defender-se contra as cruzadas católico-romanas em violação de Mateus 26:52.

      Os fatos precedentes, por conseguinte, parecem demonstrar duas coisas: (1) que, no decorrer de

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