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Faz muita diferença a que Deus adoraA Sentinela — 1966 | 15 de maio
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Babilônia estava bem em ruínas, e suas muralhas serviam apenas para englobar um parque ou uma floresta na qual o monarca persa podia caçar. Mas, estas muralhas eventualmente entraram em colapso, e, em 1811, Claudius J. Rich, o viajante inglês, não encontrou vestígios das vastas muralhas de Babilônia.c Diz a Cyclopedia de M’Clintock e Strong, Volume I (publicada no ano 1891), página 596a:
25 Não se pode conceber destruição mais cabal do que a que ocorreu com Babilônia. Rich não pôde descobrir nenhum vestígio de suas vastas muralhas, e até mesmo a sua localização tem sido assunto disputado. “Sobre as suas ruínas”, afirma, “não há nem sequer uma árvore crescendo, exceto uma velha”, que apenas serve para tornar mais patente a desolação. As ruínas como as de Babilônia, compostas de destroços impregnados de salitre, não podem ser cultivadas.
26. O que resta atualmente de Babilônia, e o que assinala o local desta cidade outrora grandiosa?
26 Somente ruínas são deixadas atualmente em Babilônia e estas são ruínas que foram escavadas pelos arqueólogos a partir de 1899. No tempo atual, a estrada de ferro que vai de Bagdá a Basra passa a apenas alguns metros da colina chamada Babil. Uma placa de madeira mostra as palavras em inglês e em árabe: “Parada de Babilônia. Os trens param aqui para apanhar passageiros.” Ninguém mora ali; nem sequer é um lugar para o árabe fincar sua tenda, conforme predisse a Bíblia. — Isa. 13:20.
27. (a) Como é Babilônia prova de que faz muita diferença a que Deus adora? (b) De que é portento o mergulho de Babilônia no esquecimento? (c) Em que condição se acha no tempo atual a Babilônia, a Grande, e o que aguarda? (d) Que oportunidade se provê agora para aqueles que foram mantidos em cativeiro por ela?
27 Babilônia é prova irrefutável de que realmente faz muita diferença a que Deus adora. Não importa quão grande ou poderosa seja a pessoa, não pode agir com êxito contra os princípios e os decretos do Soberano do universo, Jeová Deus. Assim como Babilônia mergulhou no esquecimento como uma pedra de moinho que é lançada ao mar, assim, a Babilônia, a Grande, dos dias modernos, o império mundial da religião falsa, está destinada a ter a mesma sorte. Babilônia tem, pelas suas falsas doutrinas religiosas e sua oposição a Deus e à sua Palavra, mantido muitas pessoas em ignorância e ainda mantém muitos cativos. Em 1914 E. C., o reino de Deus foi estabelecido nos céus, às mãos de seu Filho, Jesus Cristo. Em 1919, Babilônia, a Grande, caiu, e seu controle sobre os que queriam ser libertos foi então desfeito. Desde aquela data, muitos abandonaram seus falsos sistemas religiosos. Visto que ela agora é amaldiçoada por Deus e está devotada à destruição, qualquer pessoa que tentar apegar-se a ela ou salvá-la, ou recuperar qualquer coisa dela, sofrerá sorte idêntica à dela. Babilônia, a Grande, está em declínio e em breve sofrerá destruição completa. Fuja para a adoração do verdadeiro Deus, Jeová, e venha a situar-se sob o domínio do reino estabelecido de Jesus Cristo, para as bênçãos da vida interminável.
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Relatório do Brasil para 1965A Sentinela — 1966 | 15 de maio
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Relatório do Brasil para 1965
Auge de Publicadores: 58.325
População: 79.924.000
Proporção: 1 para 2.200
Os ministros no Brasil têm boa razão de se regozijar, porque observam a prosperidade espiritual da organização de Jeová. Mês após mês, ao lhes chegar o seu Ministério do Reino, os publicadores podiam observar o aumento contínuo de publicadores e sentiam-se felizes de partilhar das bênçãos prometidas em Provérbios 15:30: “Um relatório que é bom torna gordos os ossos.” As testemunhas de Jeová tiveram um aumento de 12 por cento em novos ministros no Brasil, durante o ano de serviço de 1965, e o servo de filial enviou
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