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  • Eva
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    • nome Jeová já era conhecido aos primeiros humanos de todos. Mais tarde, ela deu à luz também a Abel, bem como a outros filhos e filhas. Quando Adão, marido dela, tinha 130 anos, Eva deu à luz outro filho. Ela chamou-o de Sete, dizendo: “Deus designou outro descendente em lugar de Abel, visto que Caim o matou.” Ela podia expressar-se corretamente desta forma por ocasião dos nascimentos tanto de Caim como de Sete, uma vez que isto só se tornou possível por meio dos poderes reprodutivos concedidos por Deus tanto a ela como a Adão, e somente pela imerecida bondade de Deus em não matá-la de imediato, quando ela transgrediu a Sua ordem. Com o nascimento de Sete, o registro de Gênesis silencia a respeito de Eva. — Gên. 4:25; 5:3, 4.

      UM PERSONAGEM REAL

      Que Eva realmente viveu e não era um personagem fictício, é testemunhado pelo próprio Cristo Jesus. Quando os fariseus o interrogaram sobre o divórcio, Jesus dirigiu as atenções para o relato de Gênesis relativo à criação do varão e da fêmea. (Mat. 19:3-6) Adicionalmente, há as palavras de Paulo aos coríntios, expressando o receio de que a mente deles pudesse ser de algum modo corrompida, “assim como a serpente seduziu Eva pela sua astúcia”. (2 Cor. 11:3) Daí, ao discutir o lugar apropriado da mulher na congregação cristã, Paulo apresenta, como razão para não permitir que “a mulher ensine ou exerça autoridade sobre o homem”, o fato de que Adão foi formado primeiro, e ele não foi enganado, “mas a mulher foi totalmente enganada e veio a estar em transgressão”. — 1 Tim. 2:12-14.

  • Evangelista
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    • EVANGELISTA

      [Gr. , euaggelistés]. Um pregador do evangelho ou boas novas; um mensageiro do bem. Acha-se intimamente relacionada com a palavra euaggélion, “boas novas” ou “evangelho”. Jeová é o grande Evangelizador ou Portador de boas novas. Depois que Adão incidiu no pecado, constituiu boas novas saber, em Gênesis 3:15, que haveria um descendente que esmagaria a cabeça da serpente. Isso deu esperança à humanidade. (Rom. 8:20) Ampliando a Abraão a promessa do descendente, Jeová lhe declarou boas novas. (Gál. 3:8; Gên. 12:1-3) Na Septuaginta grega esta palavra é usada duas vezes em Isaías 52:7, com respeito à restauração dos judeus procedentes de Babilônia. Este texto é citado pelo apóstolo Paulo com referência à obra de evangelização dos cristãos. (Rom. 10:15) Todos os discípulos de Jesus tomavam parte no ministério público de declarar as boas novas, e, por conseguinte, eram evangelistas. — Atos 8:4.

      MISSIONÁRIOS EVANGELISTAS ESPECIAIS

      Embora todos os cristãos sejam comissionados quais evangelistas para pregar as boas novas ao povo, essa palavra é usada em sentido especial em Efésios 4:11, onde Paulo descreve as “dádivas em homens” que Cristo deu à congregação quando ascendeu ao alto: “E ele deu alguns como apóstolos, alguns como profetas, alguns como evangelizadores, alguns como pastores e instrutores.” O trabalho específico de tais evangelizadores era a obra missionária. Eles, não raro, abriam novos campos nos quais as boas novas ainda não tinham sido pregadas. Os evangelizadores precedem os pastores e os instrutores na listagem de Efésios 4:11, pois, é depois que as boas novas são pregadas e depois que se fazem discípulos que os pastores e os instrutores realizam, a partir desse ponto, adicional obra edificadora. Filipe é um dos mencionados especialmente como evangelizadores. Verificamos que era um pioneiro da obra cristã depois de Pentecostes na cidade de Samaria, tendo grande êxito. Um anjo orientou Filipe a que pregasse as boas novas sobre Cristo a um eunuco etíope, a quem batizou. Daí, Filipe foi conduzido pelo espírito para pregar em Asdode e em todas as cidades a caminho de Cesaréia. (Atos 8:5, 12, 14, 26-40) Paulo participou grandemente na evangelização. (2 Cor. 10:13-16) Timóteo era um evangelizador ou missionário. Paulo, em sua exortação de despedida a Timóteo, deu muita ênfase à evangelização: “Tu, porém, mantém os teus sentidos em todas as coisas, sofre o mal, faze a obra dum evangelizador, efetua plenamente o teu ministério.” — 2 Tim. 4:5.

      A EVANGELIZAÇÃO NO “TEMPO DO FIM”

      A mais extensa evangelização já empreendida precisa ser, segundo a declaração expressa de Jesus em Mateus 24:14, realizada no “tempo do fim”: “Estas boas novas do reino serão pregadas em toda a terra habitada . . . e então virá o fim.” Na atualidade, as nações dispõem de seus missionários econômicos, políticos e médicos, e de outros semelhantes. Mas os cristãos receberam a ordem de pregar e fazer discípulos. (2 Tim. 4:2; 1 Cor. 9:16; 1 Ped. 1:12, 25; 4:17) O anjo que voa no meio dos céus, com boas novas eternas, faz a seguinte proclamação: “Temei a Deus e dai-lhe glória, porque já chegou a hora do julgamento por ele, e, assim, adorai Aquele que fez o céu e a terra, e o mar, e as fontes das águas.” (Rev. 14:6, 7) Estas são as boas novas que o evangelizador ou missionário cristão deve portar. Assim como a Bíblia descreve alguns como sendo missionários ou evangelizadores em sentido especial, tais como Filipe, que se dirigiu a outras localidades, alguns cristãos atualmente talvez vão a outros países, para pregar. Entretanto, todos os cristãos são comissionados e têm a obrigação de ser evangelizadores, não importa onde estejam, no sentido de que pregam as boas novas a homens de toda a sorte. — Rom. 10:9, 10.

  • Evil-merodaque
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    • EVIL-MERODAQUE

      [homem de Marduque; também chamado Amel-Marduque]. O filho mais velho do rei babilônio, Nabucodonosor, e seu sucessor imediato no trono em 581 A.E.C. Evil-Merodaque é citado na Bíblia pela bondade que demonstrou, no ano em que se tornou rei, para com Joaquim, rei de Judá, libertando-o da casa de detenção no trigésimo sétimo ano de seu exílio em Babilônia, e concedendo-lhe uma posição de favor acima de todos os outros reis que estavam cativos em Babilônia. (2 Reis 25:27-30; Jer. 52:31-34) Josefo afirma que Evil-Merodaque considerava Joaquim como um de seus amigos mais íntimos.

      Há também testemunho arqueológico a respeito de Evil-Merodaque. À guisa de exemplo, uma inscrição num vaso encontrado perto de Susa reza: “Palácio de Anilmarduc, Rei de Babilônia, filho de Nabucodonosor, Rei de Babilônia.” À base duma declaração de Beroso, citada por Josefo, os historiadores lhe atribuem um reinado de dois anos. O próprio Josefo lhe atribui dezoito anos. Morto supostamente em resultado dum complô, Evil-Merodaque foi substituído por Neriglissar (Nergal-Xar-Utsur), seu cunhado. Inexiste qualquer confirmação fidedigna destes pormenores.

  • Excremento
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    • EXCREMENTO

      Veja POMBA, ESTERCO DE.

  • Execração
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    • EXECRAÇÃO

      Veja MALDIÇÃO.

  • Exército
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    • EXÉRCITO

      Grande conjunto de homens organizados e treinados para guerrear em terra. Desde o tempo de Abraão, os servos pré-cristãos de Jeová se empenhavam na luta armada. Depois que o elamita Quedorlaomer e seus aliados levaram à força a Ló, sobrinho de Abraão, e sua casa, Abraão juntou seus exércitos de “homens treinados, trezentos e dezoito escravos”, e, junto com seus confederados vizinhos, passou a persegui-los até Dã, c. 193 km ao N. Ele então dividiu suas forças e atacou à noite, estratégia repetidas vezes empregada nos tempos bíblicos. — Gên. 14:13-16.

      ISRAELITA

      A nação de Israel, mais de 400 anos depois, deixou o Egito com grande pressa, mas em bem-organizada “formação de batalha”, possivelmente como um exército de cinco partes, composto de um corpo principal, com vanguarda, retaguarda e duas alas. (Êxo. 6:26; 13:18) O exército egípcio, que a perseguia, consistia em “seiscentos carros seletos e todos os outros carros do Egito”. Cada carro usualmente transportava três homens, um para dirigir os cavalos, e dois para combater, provavelmente arqueiros, visto que o arco era a principal arma ofensiva dos egípcios. A cavalaria os acompanhava. (Êxo. 14:7, 9, 17) Segundo a afirmação de Josefo, a força egípcia numerava cerca de 250.000 homens.

      Logo após o Êxodo, os israelitas travaram seu primeiro combate militar como povo livre. Os amalequitas os atacaram em Refidim, na região do monte Sinai. Sob a direção de Moisés, Josué juntou rapidamente uma força combatente. A batalha durou a maior parte do dia, e, apesar da inexperiência deles na arte da guerra, Jeová deu a vitória a Israel. — Êxo. 17:8-14.

      Cerca de um ano após o Êxodo, foi feita uma contagem dos elegíveis para servir no exército, os varões de vinte anos ou mais. O recenseamento somou 603.550. (Núm. 1:1-3, 45, 46) Similar contagem feita perto do fim da jornada pelo deserto mostrava que a força do exército tinha-se reduzido ligeiramente para 601.730. (Núm. 26:2, 51) Os levitas estavam isentos de servir no exército, não sendo, por isso, incluídos nestas estatísticas, mas eram contados em separado. — Núm. 1:47-49; 3:14-39; 26:57, 62.

      Isenções

      Além da tribo de Levi, as seguintes isenções do serviço militar eram concedidas: (1) o homem que “construiu uma casa nova e não a inaugurou”; (2) “o homem que plantou um vinhedo e não começou a fazer uso dele”; (3) “o homem que ficou noivo duma mulher e não a tomou”; (4) aquele que se casa “não deve sair para o exército, [mas] . . . deve permanecer dispensado na sua casa por um ano”; (5) “o homem que é temeroso e receoso de coração”. — Deut. 20:5-8; 24:5.

      Arranjos do exército depois da conquista de Canaã

      Depois da fixação geral do povo em Canaã havia pouca necessidade de um grande exército permanente; as escaramuças fronteiriças eram usualmente resolvidas pelas tribos locais envolvidas. Quando era necessário juntar uma força combatente e unificada maior, de várias tribos, Jeová suscitava juízes para assumir o comando. A convocação às armas era realizada de modos diferentes: toques de trombetas, mensageiros, ou eram enviados sinais para mover os combatentes à ação. — Núm. 10:9; Juí. 3:27; 6:35; 19:29; 1 Sam. 11:7.

      Parece que os guerreiros supriam suas próprias armas: espadas, lanças de vários tipos, dardos, fundas, arcos e flechas. Os homens em geral eram responsáveis pelos seus próprios itens alimentícios; por isso Jessé enviou provisões para seus filhos que serviam no exército de Saul. (1 Sam. 17:17, 18) Houve um caso, contudo, em que dez por cento dos voluntários foram colocados à parte para procurar provisões para os demais. — Juí. 20:10.

      A presença de Jeová no acampamento de Israel exigia a santidade e a limpeza cerimonial por parte dos soldados. (Deut. 23:9-14) Visto que as relações sexuais tornavam o homem impuro até o dia seguinte, sob a Lei, tanto Davi como Urias evitaram cuidadosamente ter relações sexuais enquanto no serviço ativo. (Lev. 15:16-18; 1 Sam. 21:1-6; 2 Sam. 11:6-11) Os exércitos das nações pagãs amiúde violavam as mulheres das cidades conquistadas; isso não se dava, contudo, com os soldados vitoriosos de Israel. Nem tinham permissão de casar-se com uma mulher cativa antes de passar-se um mês. — Deut. 21:10-13.

      As vitórias finais de Israel dependiam de

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