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  • Desvendado um mistério bíblico
    A Sentinela — 1966 | 15 de novembro
    • diante de Deus? Ela se colocara numa posição de provar o juízo divino, por se opor ao Seu reino na Sião celeste e por perseguir as testemunhas cristãs e levá-las ao cativeiro, por causa de sua fornicação espiritual com as potências políticas, a fim de cumprir sua vontade.

      CAI BABILÔNIA, A GRANDE, PERDENDO O CONTROLE SOBRE SEUS CATIVOS

      22. O que desperceberam os clérigos da cristandade, e, assim, o que aconteceu subitamente?

      22 Grande foi o regozijo dos clérigos, especialmente os da cristandade, com o cativeiro das testemunhas cristãs de Jeová, e se deleitariam de ver o cativeiro continuar para sempre, de modo que a obra de proclamar a mensagem do Reino na terra ficasse como que morta.f Mas, que surpresa tiveram! Desperceberam que o Ciro Maior, Jesus Cristo, estava agora reinando no Monte Sião, com todo o poder no céu e na terra. Com a súbita queda da antiga cidade, Babilônia, cidade esta formidável e supostamente impregnável que foi tomada numa única noite por Ciro da Pérsia, trocaram-se as posições. Em março de 1919, as portas da prisão foram forçosamente abertas para as testemunhas de Jeová, sob às ordens do Tribunal Federal de Recursos e se provou que eram falsas as acusações à base das quais foram encarceradas. Os oito agentes de proeminência da Sociedade foram completamente inocentados.

      23. (a) De que modo caíra Babilônia, a Grande? (b) O que fizeram então as testemunhas cristãs de Jeová, e que profecia reconheceram especialmente como se aplicando aquele tempo?

      23 O que acontecera? Bem, Babilônia, a Grande, não fora destruída, assim como a antiga Babilônia permanecera intacta quando Ciro a tomou. Mas, ela tinha agora perdido completamente o poder de reter seus cativos. Desde então, todos os que eram adoradores de Jeová, bem como aqueles sob seu domínio e que desejavam adorar a Jeová, podiam sair e livremente adorá-lo com espírito e verdade. Podiam juntar-se em declarar os juízos contra Babilônia, que logo seria completamente eliminada da existência, o que ela bem merecia por sua oposição a Jeová. Os agentes da Sociedade imediatamente começaram a trabalhar, ao serem libertos, e restauraram sua organização mundial, restabelecendo os contatos internacionais. Uma assembléia internacional foi realizada de 1-8 de setembro e, no quinto dia, o presidente da Sociedade Torre de Vigia (dos EUA), J. F. Rutherford, falou à assembléia sobre o tema “Anunciando o Reino”. Fez uma aplicação moderna da profecia de Isaías 52:7 (ALA), que se aplicara à libertação dos israelitas do cativeiro babilônico: “Que formosos são sobre os montes os pés do que anuncia as boas novas, que faz ouvir a paz, que anuncia cousas boas, que faz ouvir a salvação, que diz a Sião: O teu Deus reina!” Então, no domingo, 7 de setembro, falou a uma assistência pública de 7.000 pessoas sobre o assunto “A Esperança Para a Humanidade Angustiada” e falou a favor do reino de Deus como estando contra o substituto humano, a então proposta Liga das Nações.

      24. Do que foi prova adicional a queda de Babilônia, a Grande, em 1919?

      24 Foi deveras um anúncio alegre para o povo de Deus, Sião, de que: “O teu Deus reina!” Sim, a queda de Babilônia na primavera (hemisfério norte) do ano de 1919 era prova adicional de que o Ciro Maior começara seu domínio do Reino e abrira as portas de Babilônia, quebrara as “portas de cobre” em pedaços e cortara as “barras de ferro” que prendiam o povo de Jeová. — Isa. 45:1, 2.

      25. Como é que todos os danos causados às pessoas inocentes serão reparados sob o domínio do Reino de Cristo, e o que devemos fazer agora?

      25 Portanto, Jeová revela para nós o grande mistério bíblico, mistério não feito por Deus, mas promovido pelo opositor de Deus, Satanás, o Diabo. Mas, Satanás perdeu. Seu segredo foi revelado e ninguém tem de ficar escravizado por ele em ignorância mortífera. Com a destruição de Babilônia, a Grande, e de seus amigos e apoiadores políticos e comerciais, e com a vinda duma nova ordem sob o domínio do governo do Reino de Cristo, não mais existirá a ignorância religiosa que confunde. A ressurreição trará de volta milhões de pessoas que no passado foram vítimas de Babilônia, a Grande, para aprenderem a verdade. Aproveite sua oportunidade agora de fugir de Babilônia e de ficar longe dela, a fim de evitar ser eternamente esmagado no dia da destruição dela, que se aproxima rapidamente.

  • Um novo cancioneiro!
    A Sentinela — 1966 | 15 de novembro
    • Um novo cancioneiro!

      Com 128 páginas, e muitas letras e melodias novas

      ENTOAR cânticos é parte integral da adoração de Jeová Deus, e quão contentes estamos de isto se dar! É ao mesmo tempo uma obrigação e um prazer. Reconhecendo a obrigação de os cristãos entoarem cânticos de louvor a Jeová, a editora das testemunhas de Jeová tem, desde a sua infância, produzido cancioneiros, a partir de 1879, o mesmo ano em que A Sentinela começou a ser publicada.

      Em 1896 surgiu um número especial de A Sentinela que consistia inteiramente em cânticos cristãos para serem acompanhados por música. O número seguinte deste periódico, comentando sobre isso, declarava o seguinte, entre outras coisas: “O entoar a verdade é boa maneira de fazê-la penetrar na mente e no coração do povo de Deus. Agradecemos a Deus o talento musical e poético concedido a alguns dentre o seu” povo. Entre outros cancioneiros que serviram ao povo de Jeová desde então se achava o de Hinos da Aurora do Milênio, publicado em 1905, e Cânticos de Louvor a Jeová, lançado em 1928. Este último cancioneiro fez esforço especial de desvencilhar-se do sentimentalismo e da adoração de criaturas babilônicos.

      Mais progresso foi feito pelo Cancioneiro do Serviço do Reino, publicado em 1944. De forma ímpar, não atribuía nenhum crédito a autores e compositores, razão pela qual não continha quaisquer cânticos que necessitassem de permissão e de agradecimentos para serem usados. De seus sessenta e dois cânticos, mais de um terço eram inéditos para as testemunhas de Jeová.

      Depois de cerca de meio milhão destes cancioneiros terem sido publicados e distribuídos, foram substituídos em 1950 pelos Cânticos em Louvor a Jeová, contendo noventa e um cânticos. Significou maior progresso, pois tinha muitos temas atualizados, deixara a linguagem arcaica da Versão Almeida e começara a usar a terminologia da Tradução do Novo Mundo, cujas Escrituras Gregas Cristãs foram lançadas em inglês naquele mesmo ano. O Cântico N.° 49, por exemplo, se baseava em Mateus 6:33, ‘Persisti em buscar primeiro o Reino’. Quase a metade das letras e das músicas deste cancioneiro eram inéditas para o povo de Jeová. No entanto, diversas jóias do campo da música séria ou “clássica” foram incluídas e adaptadas a temas bíblicos, tais como os N.os 24 (Von Weber), 46 (Chopin) e 87 (Beethoven). Este cancioneiro foi traduzido em dezoito idiomas e mais de três milhões de exemplares foram impressos e distribuídos.

      Provérbios 4:18 nos diz que “a vereda

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