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  • A grande meretriz é desmascarada
    A Sentinela — 1989 | 1.° de abril
    • A grande meretriz é desmascarada

      O ATUAL sistema mundial, controlado por Satanás, tem três componentes principais que são manipulados por tal “deus deste mundo”. Estes são os governos políticos, o controle e a influência do alto comércio e a religião. No decorrer dos milênios da história, esses três fatores têm sido os constantes de virtualmente todo sistema governante. Quais dessas forças poderosas é simbolizada pela “mãe das meretrizes”? — 2 Coríntios 4:3, 4, A Bíblia de Jerusalém; Revelação 12:9; 17:5.

      Segundo a visão de João em consideração, os governantes, “os reis da terra”, têm comparecido prazerosamente ao leito de fornicação dessa meretriz. (Revelação 18:3) (Evidência histórica disso será apresentada nas páginas seguintes.) Assim, Babilônia, a Grande, não pode simbolizar o fator governos políticos no sistema mundial.

      Que dizer do setor do alto comércio, que desempenha hoje um papel tão vital nos assuntos humanos? Ele certamente é uma poderosa influência em muitas nações e, de fato, decide quem será rico e quem será pobre. Poderia ele ser Babilônia, a Grande? Um anjo forneceu a João uma pista vital, que responde a esta pergunta. Ele anunciou um espantoso acontecimento — Babilônia cai na desgraça! Ela perde seus clientes e amantes, que subitamente a acham repugnante. Quem mais, além dos “reis da terra”, têm estado entre seus freqüentadores regulares? O anjo diz: “Todas as nações caíram vítimas por causa do vinho da ira da sua fornicação, e os reis da terra cometeram fornicação com ela, e os comerciantes viajantes da terra ficaram ricos devido ao poder de sua impudente luxúria.” Sim, os comerciantes do mundo têm-se beneficiado de negociar e de consorciar com ela, aumentando a “impudente luxúria” desta. Assim, ela não pode simbolizar o alto comércio em escala mundial. — Revelação 18:3.

      Portanto, num processo de eliminação, os governos políticos e o controle e a influência do alto comércio estão fora do páreo. O que nos resta? Tem de ser aquele setor de poder que também se enquadra na denúncia: “Pois todas as nações foram desencaminhadas pelas tuas práticas espíritas.” Trata-se do outrora poderoso, mas hoje declinante, elemento que tem influenciado profundamente o raciocínio e as ações das nações desde os dias da antiga Babilônia. Ela é quem tem tido “um reino sobre os reis da terra” — a saber, a religião falsa! — Revelação 17:18; 18:23.

      Sim, chocante quanto possa parecer para algumas pessoas religiosas sinceras, Babilônia, a Grande, a mãe das meretrizes, é um símbolo do império mundial da religião falsa, de Satanás. Ela é um símbolo das religiões do mundo, que, de um modo ou de outro, têm transigido com os setores do domínio político e financeiro no curso de toda a história.

      Babilônia, a Fomentadora de Guerra

      Segundo a visão profética, Babilônia, a Grande, é a grande prostituta que tem induzido nações, povos e tribos a guerras, a cruzadas e a conflitos sangrentos entre clãs, abençoando-os com magia, água benta, orações e inflamados discursos patrióticos.a — Revelação 18:24.

      O seu clero, especialmente seus capelães, têm sido instrumentos espontâneos dos governantes em arregimentar as massas para servirem de bucha de canhão na matança em duas guerras mundiais e em outros grandes conflitos. Católico tem matado católico e, em nome do dever, protestante tem massacrado protestante, com uma perda de cerca de 50 a 60 milhões de vidas.

      Neste esclarecido século 20, o legado da religião continua a gerar ódio e morte — não apenas no domínio da cristandade, com seu confronto de católico contra protestante, como também no mundo não cristão, com seu islamismo contra judaísmo, hinduísmo contra islamismo, budismo contra hinduísmo, siquismo contra hinduísmo, e assim por diante.

      Ademais, a religião sempre desejou exercer poderosa influência sobre “os reis da terra”, procurando decidir seus destinos e seus sucessores. Consideremos brevemente alguns exemplos.

      [Nota(s) de rodapé]

      a As “santas” Cruzadas (1096-1270), A Guerra dos Trinta Anos na Europa (1618-48), as duas guerras mundiais e a matança de uns 200.000 hindus e muçulmanos no desmembramento da Índia (1948) são apenas alguns exemplos da culpa de sangue da religião.

      [Foto na página 4]

      Qual destes — a política, o auto comércio ou a religião — é simbolizado por “Babilônia, a Grande”?

  • A meretriz e “os reis da terra”
    A Sentinela — 1989 | 1.° de abril
    • A meretriz e “os reis da terra”

      A HISTÓRIA da cristandade está repleta de exemplos de jogo de influência e de envolvimento nas esferas do poder. Consideremos alguns deles. Carlos Magno (742-814 EC) foi um governante que viu os benefícios de ligar-se à religião e de ter a bênção do clero da Igreja Católica.

      The New Encyclopædia Britannica (A Nova Enciclopédia Britânica) explica que o papa sagrou Carlos Magno, seu pai, e seu irmão, na fundação de uma nova dinastia depois de a anterior família regente ter sido ‘afastada’. Daí acrescenta: “A aliança política entre os francos [o povo de Carlos Magno] e o papa contra os lombardos foi firmada na mesma ocasião. . . . Carlos [que se tornou Carlos Magno] cedo reconheceu a íntima conexão entre o poder temporal e a igreja.”

      No ano 800 EC, o papa Leão III, “decidido a tornar Carlos o imperador” do Império Romano do Ocidente, coroou-o na Missa de Natal na Basílica de São Pedro, Roma.

      Meretriz Gananciosa

      Mas uma meretriz exige pagamento. O que poderia Carlos Magno pagar ao representante de Babilônia, Roma? “Carlos. . . reiterou, na Basílica de São Pedro, a promessa de seu pai de transferir para o domínio papal largas porções da Itália.” A mesma fonte acrescenta: “Em sua religiosidade politicamente condicionada, o império e a religião se transformaram numa unidade institucional e espiritual.”

      Outro exemplo da antiga poderosa influência da religião no governo é o cardeal Wolsey, da Inglaterra (1475-1530). A Britânica diz

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