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  • A calamidade que defronta todos os religionários do mundo
    A Sentinela — 1980 | 15 de novembro
    • totalmente despojada de toda a vida humana? O fim do mundo antigo nos dias de Noé, pelo dilúvio, não despovoou a terra, porque oito sobreviventes humanos passaram pelo dilúvio global. (2 Ped. 2:5) O Deus de Noé, Jeová, formara a terra “mesmo para ser habitada”. (Isa. 45:18) Por meio do profeta Isaías, Jeová predisse, por nome, o conquistador persa, Ciro, o Grande, e este libertador dos judeus exilados foi suscitado para retratar o Grande Libertador, Jesus Cristo. Na vindoura “guerra do grande dia de Deus, o Todo-poderoso”, no Har-Magedon, Jesus Cristo obterá a vitória sobre todos os inimigos terrestres de Jeová e de seu povo, exterminando esses inimigos do reino de Deus. Jesus Cristo não fará esta obra executora as custas de cada membro do restante dos seus seguidores gerados pelo espírito e ungidos ainda na terra, pois, neste caso, não haveria vitória completa do lado do reino de Deus. Além disso, que dizer da “grande multidão” dos companheiros fiéis desse restante ungido? Revelação 7:9-15 declara explicitamente que esta “grande multidão” sobreviverá à “grande tribulação” que culmina no Har-Magedon.

      DADO O AVISO SOBRE A IMINENTE “CALAMIDADE”

      19, 20. (a) Antes da calamidade mundial, a quem se precisa dar aviso? (b) Como ilustrou Jeová dar o aviso nos dias de Jeremias?

      19 É iminente uma calamidade mundial! É preciso avisar disso aquela figura dominadora do mundo, Babilônia, a Grande. Ser-lhe dado este aviso foi ilustrado lá nos dias do profeta Jeremias, sim, lá em 614 A. E. C. Ele nos fala sobre isso:

      20 “A palavra que Jeremias, o profeta, ordenou a Seraías, filho de Nerias, filho de Maséias, quando ele foi com Zedequias, Rei de Judá, a Babilônia, no quarto ano de este “ser rei, e Seraías era oficial intendente. E Jeremias passou a escrever num só livro toda a calamidade que viria sobre Babilônia, sim, todas estas palavras escritas contra Babilônia. Além disso, Jeremias disse a Seraías: ‘Assim que chegares a Babilônia e realmente a vires, também terás de ler alto todas estas palavras. E terás de dizer: “Ó Jeová, tu mesmo falaste contra este lugar, a fim de decepá-lo para que não venha a haver nele nenhum habitante, nem homem nem mesmo animal doméstico, mas para que ela se torne meros baldios desolados por tempo indefinido.” E terá de acontecer que, quando tiveres completado a leitura deste livro, atarás a ele uma pedra e terás de lançá-lo no meio do Eufrates. E terás de dizer: “Assim afundará Babilônia e nunca mais se levantará por causa da calamidade que trago sobre ela; e eles certamente se cansarão.”’” — Jer. 51:59-64.

      21, 22. Como foi imitada profeticamente a ação de Seraías, no livro de Revelação, e com que palavras acompanhantes?

      21 O que se ordenou a Seraías, irmão de Baruque, filho de Nerias, para ilustrar a derrubada da antiga Babilônia, foi copiado no livro de Revelação. O escritor, o apóstolo cristão João, primeiro descreve a destruição da “meretriz” religiosa, internacional, Babilônia, a Grande, e depois passa a dizer:

      22 “E um anjo forte levantou uma pedra semelhante a uma grande mó e lançou-a no mar, dizendo: ‘Assim, com um lance rápido, Babilônia, a grande cidade, será lançada para baixo, e ela nunca mais será achada. . . . jamais se ouvirá de novo em ti a voz de noivo e de noiva; porque os teus comerciantes viajantes eram os dignitários da terra, pois todas as nações foram desencaminhadas pelas tuas práticas espíritas. Sim, nela se achou o sangue dos profetas, e dos santos, e de todos os que foram mortos na terra.’” — Rev. 18:21-24.

      23. (a) Por que será de curta duração a alegria dos conquistadores ateus de Babilônia, a Grande? (b) Portanto, o que tentarão fazer então esses ateus, e com que conseqüências?

      23 A alegria a que se entregarão os “reis” ou governantes políticos ateus, após lançarem Babilônia, a Grande, no mar da destruição, será de curta duração. Ainda se verão confrontados com os muitos adoradores sobreviventes do Deus vivente, Jeová, os quais são o restante ungido da classe de Jeremias e também os companheiros leais deste, os da “grande multidão” prevista pelo apóstolo João. Terão de lidar com estes. Quando os governantes políticos tentarem obliterar da terra toda a adoração por tocarem no restante e nos companheiros deste, isso será como se tocassem no Amo celestial destes, Jesus Cristo, o Ciro Maior. Significará guerra com ele no Har-Magedon. A guerra que então irromperá excederá em muito a guerra radiológica que as nações procuram agora impedir entre si, porque Jesus Cristo e seu exército de anjos celestiais, desde o domínio invisível, lançarão a destruição sobre estes presunçosos atacantes das Testemunhas de Jeová.

      24. Quem terá o privilégio de serem testemunhas oculares desse “guerra do grande dia”, sem terem participação nela, mas com que reação?

      24 Quão grandioso será o privilégio de ser testemunha ocular dessa “guerra do grande dia de Deus, o Todo-poderoso”, no Har-Magedon! Sob a proteção dele, e sem terem de tomar parte na luta, os do restante da classe de Jeremias e seus companheiros devotados terão este privilégio aqui mesmo, na terra, que será o campo de batalha. Serão assim amplamente recompensados por terem proclamado “o dia de vingança da parte de nosso Deus”; não terá sido em vão. (Isa. 61:2) Quem pode agora medir a extensão de seu júbilo então, junto com o de todos os santos anjos do céu, sob Cristo?

      25. (a) Que oportunidade receberá a “grande multidão” de sobreviventes após a “guerra”? (b) A perspectiva de tais coisas grandiosas deve dar agora que incentivo ao povo de Jeová?

      25 Radiantes de alegria, estes exemplos vivos do poder preservador de Jeová avançarão para o Seu novo sistema de coisas na terra purificada. Apresentar-se-á então a oportunidade de começar a reconstrução do paraíso global, a ser usufruído para todo o sempre pela “grande multidão” fiel. Que incentivo deve dar a perspectiva de todas essas coisas grandiosas a todos os que agora desejam ser contados entre os do “meu povo”, o povo de Jeová? O incentivo de obedecer à sua ordem ressoante de ‘sair’ da presunçosa Babilônia, a Grande, sem mais demora, apegando-se então à neutralidade cristã para com todos os amantes políticos dela e defendendo, sem transigência, o reino de Jeová por Cristo até o dia glorioso de vitória!

      (Com isto se encerra a série de estudos da profecia de Jeremias.)

  • Quem é “Apolion”?
    A Sentinela — 1980 | 15 de novembro
    • Quem é “Apolion”?

      O NOME grego “Apolion” é usado pelo apóstolo João para traduzir a palavra hebraica “Abadon”, em Revelação 9:11. Apolion significa “Destruidor”, e é mencionado como sendo o nome do “anjo do abismo”. Embora a maioria das obras de referência apliquem este nome a uma personagem ou força malévola, todo o contexto da visão apocalíptica indica o contrário, visto que constantemente retrata anjos como sendo usados por Deus para trazer calamidade aos Seus inimigos.

      O uso do verbo relacionado, apóllymi, ilustra isso, como em Tiago 4:12, que diz a respeito de Deus: “Há um que é legislador e juiz, aquele que é capaz de salvar e de destruir.” (Veja Mateus 10:28.) O espírito imundo expulso dum homem por Jesus, na sinagoga de Cafarnaum, reconheceu a Jesus como agente de Deus e disse: “Que temos nós contigo, Jesus, nazareno? Vieste destruir-nos?” (Mar. 1:24; Luc 4:34) Jesus advertiu os opositores impenitentes entre seus ouvintes sobre o perigo de serem destruídos. (Luc. 13:3-5; 20:16) Estes e outros textos indicam que o glorificado Cristo Jesus é mais provavelmente o mencionado por este título. — Veja Revelação 19:11-16; Lucas 8:31. Tirado de Ajuda ao Entendimento da Bíblia, p. 90; veja também “Quem É Abadon?” na Sentinela de 1.º de junho de 1978, p. 27.

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