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  • A religião falsa faz o papel de meretriz
    A Sentinela — 1989 | 15 de abril
    • A religião falsa faz o papel de meretriz

      1. Como é que muitos têm encarado a prostituição?

      ALGUNS a chamam de a mais antiga profissão — a de uma meretriz, prostituta ou rameira. Conforme comumente usadas, todas essas palavras têm o mesmo significado, referindo-se a uma mulher imoral que vende o uso de seu corpo para homens. Mas, houve tempo em que isso era considerado uma vocação honrosa!

      2, 3. Como é que o papel das sacerdotisas na antiga Babilônia se contrastava com a lei de Jeová a Israel sobre a prostituição masculina e feminina?

      2 Falando do antigo sacerdócio de Babilônia, o professor S. H. Hooke, perito em arqueologia bíblica, declarou: “O sacerdócio não se restringia a homens, mas mulheres também integravam a equipe dos grandes templos. Era considerado honroso pertencer à ordem das sacerdotisas, e ouvimos falar de vários reis que dedicaram suas filhas à vocação sacerdotal. . . . A sua função mais importante era servir como prostitutas sagradas nas grandes festividades periódicas. . . . O templo de Istar [a deusa da fertilidade e da guerra], naturalmente, tinha uma grande equipe de tais mulheres.”

      3 Isso se contrastava nitidamente com a adoração que devia ser prestada a Jeová Deus pela nação de Israel. A Lei dizia claramente: “Nenhuma das filhas de Israel pode tornar-se prostituta de templo, nem pode algum dos filhos de Israel tornar-se homem que se prostitua no serviço dum templo [por praticar homossexualismo]. Não deves trazer a paga duma meretriz nem o preço dum cão à casa de Jeová, teu Deus, para algum voto, porque são algo detestável para Jeová, teu Deus.” (Deuteronômio 23:17, 18) Assim, o pagamento de uma meretriz era inaceitável como contribuição para o santuário de Deus. Até o meretrício sem conotação religiosa era desonroso. Ordenou-se aos israelitas: “Não profanes a tua filha por fazer dela uma prostituta, para que o país não cometa prostituição, nem o país deveras se encha de moral desenfreada.” As leis contra a prostituição e o homossexualismo, descritos como “algo detestável”, eram uma proteção para a nação, tanto em sentido espiritual como físico. — Levítico 19:29; 20:13.

      O Meretrício Espiritual É Ainda Pior

      4. Qual é a pior forma de meretrício?

      4 Do ponto de vista de Deus, porém, existe uma forma ainda pior de prostituição — o meretrício espiritual, ou seja, afirmar adorar o Deus verdadeiro quando, na verdade, se presta adoração e afeto a outros deuses. A antiga Jerusalém levou a sua prostituição um passo adiante. Ela dava presentes às nações que espiritualmente fornicavam com ela, poluindo a adoração verdadeira. — Ezequiel 16:34.

      5, 6. Quem está cometendo meretrício espiritual neste século 20, levando a que perguntas?

      5 Mesmo neste século 20, o meretrício espiritual é comum no sistema religioso do mundo. A cristandade é a parte mais destacada desse sistema — sistema este que a Bíblia chama de “Babilônia, a Grande, a mãe das meretrizes e das coisas repugnantes da terra”. — Revelação (Apocalipse) 17:5.

      6 Mas, qual será o destino final de Babilônia, a Grande? E como tal desfecho afetará a você e a seus entes queridos? Se Deus julgou adversamente as meretrizes no antigo Israel, o que fará ele a respeito do hodierno meretrício espiritual? Os artigos seguintes examinarão estas e outras perguntas relacionadas.

  • A infame meretriz — sua queda
    A Sentinela — 1989 | 15 de abril
    • A infame meretriz — sua queda

      “Caiu! Caiu Babilônia, a Grande, aquela que fazia todas as nações beber do vinho da ira da sua fornicação!” — REVELAÇÃO 14:8.

      Este e o próximo artigo foram o discurso final do simpósio intitulado “O Tempo Designado Está Próximo”, apresentado nos Congressos de Distrito “Justiça Divina” das Testemunhas de Jeová, em 1988.

      1. Quem é a infame “meretriz”, e por que temos de saber a respeito dela?

      A INFAME “meretriz” — quem é ela? Por que falar a respeito dela? Já não basta a dose nauseante de imoralidade que nos apresentam os eletrizantes romances, filmes, programas de TV e vídeos? Sim! Mas, não se trata de uma prostituta comum. Ela é, de fato, a mais influente, a mais notória e a mais assassina prostituta de toda a história. E ela já vende seus favores há mais de 4.000 anos! Precisamos saber a seu respeito, para nossa proteção. Em Revelação (Apocalipse) 14:8, um anjo celestial chama essa mal-afamada mulher de Babilônia, a Grande, e a descreve como sedutora de nações. Visto ser ela tão perigosa, devemos alegrar-nos de saber que ‘está próximo o tempo designado’ de Jeová executar o julgamento contra ela. — Revelação 1:3.

      2. De onde essa meretriz deriva o seu nome, e como veio a existir um império mundial da religião falsa?

      2 Essa meretriz deriva o seu nome da antiga Babilônia, a orgulhosa cidade fundada há mais de 4.000 anos na Mesopotâmia, por Ninrode, o “poderoso caçador em oposição a Jeová”. Quando os babilônios começaram a construir uma torre religiosa pagã, Jeová confundiu a língua deles e os espalhou até os confins da terra. Eles levaram consigo a sua religião, e foi assim que veio a existir um império mundial de religião babilônica. Deveras, trata-se de Babilônia, A GRANDE. (Gênesis 10:8-10; 11:1-9) Até hoje, os mistérios da antiga Babilônia se refletem nas crenças e nas práticas das religiões do mundo. (Revelação 17:7) O nome hebraico da cidade, Babel, significa “Confusão”, uma designação apropriada para a atual misturada de religião falsa!

      3. (a) Por quanto tempo Babilônia manteve cativo o povo de Deus, colocando-o em contato com o quê? (b) Quando foi que Babilônia sofreu uma queda desastrosa, e por que o seu fim não veio naquele tempo?

      3 A antiga Babilônia recobrou-se daquele primeiro revés e, com a derrubada da Assíria, em 632 AEC, tornou-se a terceira potência mundial da história bíblica. A sua glória como tal durou pouco — menos de cem anos — mas, por quase 70 destes ela manteve cativo o povo de Deus, Israel. Isto colocou Israel em contato com os mil templos e capelas de Babilônia, as suas tríades de deuses e de diabos, a sua adoração de mãe-e-filho, e a sua astrologia, que idolatrava deuses supostamente imortais. Assim, os israelitas cativos ali estavam, no centro mundial da religião falsa, quando, em 539 AEC, a cidade de Babilônia sofreu uma desastrosa queda. Mas, o seu fim ainda não chegara! Os seus conquistadores continuaram a usá-la como prestigioso centro religioso.

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