A criação reflete a sabedoria divina
pequenos batedores em busca de novo lar
◆ Como é que enxames de abelhas que deixam suas colônias originais encontram um novo lar? “Batedoras voam em busca de buracos adequados onde estabelecer nova colmeia”, responde a revista “Natural History”. (Junho/Julho de 1973, p. 75) “O buraco precisa ser escolhido com grande apuro, visto que a possibilidade de manter suas ocupantes quentinhas e secas durante o longo e frio inverno é crucial para a sobrevivência da colônia. As batedoras voltam e anunciam o que encontraram, por meio da mesma dança usada para comunicarem o local do alimento. De início, vários locais em potencial podem ser anunciados, mas, logo, usualmente em questão de um dia ou dois, todas as danças indicarão apenas uma localidade.” O que faz com que as batedoras “passem a ter a mesma idéia” nesta questão vital? Os pesquisadores verificaram que “cada batedora anuncia sua descoberta com certo grau de entusiasmo que reflete a qualidade do local como morada em potencial”, afirma “Natural History” No entanto, “daí, a batedora pára e observa as danças que indicam outros locais. Ela então voa e os visita, talvez também reinspecionando sua própria descoberta, daí, volta ao enxame e dança em favor do melhor local. A abelha examinou os locais disponíveis, comparou — os, e chegou a uma decisão. Quando virtualmente todas as batedoras concordam — isto é, quando todas as danças indicam o mesmo local — o enxame então se agita e é levado para o buraco escolhido.”
minúsculo projetista?
◆ Recentemente, os microbiólogos descobriram bactérias que contêm, em seus corpos microscópicos, cadeias de partículas magnéticas. Eles especulam que tais partículas formam “bússolas” inatas que podem ajudar os diminutos microrganismos a saber que direção é a inferior, de modo a localizar os sedimentos necessários à sua existência. O que é assombroso sobre tais partículas minúsculas é que, caso fossem apenas ligeiramente menores ou maiores, não funcionariam como uma “bússola” eficaz. Richard B. Frankel, do Laboratório Nacional de Magnetismo do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, EUA, afirma que “as bactérias resolveram interessante problema da física por produzirem partículas de magnetita do tamanho exato para uma bússola, da dimensão de 500 angströms [0,000005 cm]”. Adotando o tema de atribuir tal gênio às humildes bactérias, o biólogo evolucionista da universidade de Harvard, EUA, Stephen Jay Gould, a chama de “um organismo que cria uma máquina requintada dentro de seu próprio corpo”. E seu artigo na revista “New Scientist” da Grã-Bretanha, intitula-se “Um Projetista Natural de Precisão”, tendo o subtítulo “Bactéria com ímãs inatos revelam meticulosos feitos de engenharia da biologia”. Quem verdadeiramente foi o projetista e engenheiro construtor delas? A biologia? As bactérias? Ou um Criador inteligente e todo-sábio? Julgue-o por si mesmo.
provoca dor o anzol?
◆ Será correta a suposição, há muito mantida pelo pescador, de que a minhoca que se contorce num anzol não sente nenhuma dor? Cientistas suecos descobriram que, como os humanos e os animais, as minhocas produzem substâncias químicas conhecidas como auxiliares em suportar a dor. Visto que tais substâncias acham-se presentes no “cérebro” da minhoca da terra, isso suscita a pergunta se as minhocas sentem aquele anzol, afinal de contas. Naturalmente, o tipo e o grau de qualquer dor assim é também uma questão discutível.
“compreendendo o mundo”
◆ O livro “Dieu existe? Oui.” (Deus Existe? Sim.) apresenta a seguinte opinião do naturalista Professor Grassé: “Um mundo sem Deus é um absurdo. O homem sem Deus perde todo o significado; talvez não mais seja nem mesmo um homem. Em qualquer caso, um homem sem Deus é incompleto. Creio que um pesquisador ou cientista que não aceite Deus está-se privando duma compreensão do universo. Deus é a única chave para o entendimento do mundo.” — Compare com Provérbios 1:7.