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  • Caifás — implacável opositor da verdadeira adoração
    A Sentinela — 1977 | 15 de julho
    • seguinte levados perante Caifás e os demais do Sinédrio. Nesta ocasião, o Sinédrio exigiu que parassem de falar à base do nome de Jesus. Mas Pedro e João estavam decididos a continuar a proclamar a verdade, apesar de Caifás. (Atos 4:1-20) Em outra ocasião, Caifás interrogou todos os apóstolos e trouxe à atenção a ordem do Sinédrio, de pararem de pregar à base do nome de Jesus. Mas os apóstolos declararam sua firme resolução de continuar a obedecer “a Deus como governante antes que aos homens”. — Atos 5:27-29.

      Foi Caifás quem mais tarde participou em fazer com que Estêvão, fiel servo de Deus, fosse apedrejado até morrer. (Atos 6:11 a 7:60) Ele autorizou também Saulo (Paulo, que mais tarde se tornou apóstolo fiel de Jesus Cristo) a apoderar-se dos discípulos de Cristo em Damasco e a trazê-los presos a Jerusalém, para julgamento. — Atos 9:1, 2.

      Não durou muito, porém, até que Caifás teve sua carreira cortada. Em 36 ou 37 E.C., Vitelo, oficial romano, tirou-o do cargo. Humilhado e incapaz de suportar a desgraça, supostamente suicidou-se.

      Deveras, os esforços de Caifás contra a verdadeira adoração de nada valeram. Perdeu aquilo com que mais se preocupava: sua posição, e o poder, a autoridade e o prestígio que ela lhe dava. Embora fosse sumo sacerdote que poderia ter usado sua influência para o bem, morreu como lutador contra Deus. — Atos 5:39.

  • Perguntas dos Leitores
    A Sentinela — 1977 | 15 de julho
    • Perguntas dos Leitores

      ● Pode o cristão hastear ou arriar uma bandeira no seu lugar de trabalho?

      Quando tal tarefa não faz parte duma cerimônia da bandeira, o cristão individual está em liberdade de decidir o que quer fazer, tomando em consideração as circunstâncias locais e sua consciência.

      É bem conhecido que muitos consideram sua bandeira nacional como símbolo que merece reverência. Encyclopedia Americana diz: “A bandeira, como a cruz, é sagrada. . . . As regras e os regulamentos relativos à atitude humana para com os estandartes nacionais usam palavras fortes, expressivas, tais como: ‘Culto da Bandeira’, . . . ‘Reverência à Bandeira’, ‘Devoção à Bandeira’.” Muitas vezes realizam-se cerimônias especiais, nas quais a bandeira é objeto de “devoção” especial.

      Cada um está livre para decidir se quer participar em tais cerimônias ou não. As Testemunhas de Jeová, porém, estão convencidas de que aquilo que a Bíblia diz a respeito de se refrear da devoção a objetos materiais e inanimados tem relação com o assunto. (Êxo. 20:4, 5; 1 João 5:21) Assim, embora respeitem o direito dos outros, de fazer o que bem entendem, as Testemunhas de Jeová não participam nas cerimônias de bandeiras. Contudo, são cidadãos exemplares, que acatam diariamente as leis do país. — Rom. 13:1.

      Muitas vezes, a bandeira nacional está hasteada nos edifícios públicos e em locais de reunião, tais como corpos de bombeiros, prédios municipais e escolas. Em vista de seu respeito pelo governo e do que este usa para representá-lo, as Testemunhas não têm nenhuma objeção a trabalhar em prédios onde estiver hasteada a bandeira nacional. De modo similar, a bandeira pode aparecer em selos postais, placas de automóveis ou outros objetos produzidos pelo governo. Contudo, isso não significa que alguém do público que os usar necessariamente esteja participando em atos devocionais relacionados com a bandeira. O significativo não é a presença da bandeira, mas como a pessoa age para com ela, o que a pessoa faz.

      Às vezes, um empregado num edifício público recebe a tarefa de hastear a bandeira de manhã e arriá-la no fim do dia. Isto pode fazer parte duma cerimônia especial, na qual as pessoas ficam em posição de sentido ou fazem continência à bandeira. Neste caso, é compreensível que alguém que não participa em cerimônias de continência à bandeira tenha motivos de consciência para não hastear ou arriar a bandeira, porque isso significaria participar na cerimônia. Contribuiria para a cerimônia, do mesmo modo como do músico numa banda se espera que contribua por tocar hinos patrióticos.

      No entanto, em muitos casos não há nenhuma

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